A origem da raça Ária no Tibet
Primeiramente, quando a natureza depositou a semente da atual raça Ária na meseta central do Tibet, a idade de ouro começou. Imediatamente, o deus que tomou corpo físico naquela época começou a desenvolver a religião única e universal. Ou seja, ele ensinou a Doutrina Crística através de linguagem e de simbolismos adaptados a essa época e lugar.
Além disso, a primeira sub-raça da raça Ária se desenvolveu no Tibet. Nos tempos atuais, encontrou-se textos antiquíssimos. Especificamente, localizou-se esse material em uma espécie de biblioteca na região de Kanshur. Ali, o explorador achou diversas tábuas com inscrições em uma linguagem muito antiga. Contudo, o especialista não consegue traduzir nem sequer uns 10% desse achado. Porém, a partir do trecho que o linguista conseguiu decifrar, o estudioso descobriu que aquela civilização desenvolveu conhecimentos que o homem moderno ainda hoje não compreende. Inclusive, o texto descreve veículos que realizam o transporte pelo ar.
Posteriormente, em um período de 6.500 anos depois, a civilização hindu começou a se formar nas cercanias do Rio Indo. Consequentemente, o nome dessa civilização deriva da palavra SHINDO, que significa rio. Segundo o historiador tradicional, esta civilização possui entre 3 e 4 mil anos de idade. Entretanto, a escritora Helena Blavatsky aclara em seu livro “A Doutrina Secreta” que esta cultura abriga cerca de 12 mil anos de idade.
Os Vedas e a Idade de Prata
É inquestionável que, com essa cultura, o tempo inicia a Idade de Prata. Certamente, essa era se mostra portentosa no aspecto espiritual. Como resultado, o praticante produziu os livros sagrados mais antigos da humanidade: os Vedas. A partir desta idade, o princípio religioso começou a perder o brilho que havia na Idade de Ouro, para então deixar de existir.
Com o passar dos séculos e o desaparecer do grande vidente (Rishi) que escreveu os Vedas, o buscador criou muitas ideologias e caminhos (Yogas) distintos para alcançar a união com o Ser. Desse modo, o discípulo do mestre desaparecido iniciou sua própria ideologia com uma nova interpretação do ensinamento original.
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Quem é Krishna, o Cristo Hindu?
A tradição indiana considera Krishna (o Cristo hindu) a oitava existência terrena de Vishnu. Isto é, a divindade responsável por manter o Cosmos. Ademais, ele atua como a reencarnação sagrada mais amada do povo indiano. Por isso, o devoto edificou inúmeros santuários para ele. Igualmente, a cultura dedica a esse ser um número incalculável de seguidores. Enfim, ele representa a maior divindade nas crenças indianas.
Geralmente, o artista o representa sob a forma de um pastor que toca flauta. Dessa maneira, ele seduz todos os seres vivos. Simultaneamente, retrata-se no Mahabharata como o mestre que orienta seu discípulo Arjuna na batalha de Kurukshetra. De fato, o guerreiro trava essa luta entre o Bem e o Mal. Mais especificamente, o conflito ocorre entre os Kauravas e os primos Pandavas. Onde este aprendiz de Krishna encabeça o último grupo. Dono de uma beleza física sem igual, o Avatar veio à Terra para combater as sombras há pelo menos 5.000 anos. Sem dúvida, ele trouxe consigo profundas mensagens de amor.
O nascimento e a juventude do Avatara
Este Avatara (palavra que significa “mensageiro”) nasceu na cidade de Mathura, dentro de uma prisão. Pois, um ser demoníaco, que se fazia passar pelo rei Ugrasena, mantinha a família do herói prisioneira. Anteriormente, o demônio derrotou o verdadeiro rei. Em seguida, a entidade enganou a esposa do monarca e a levou a gerar Kamsa. Quando Kamsa cresceu, ele roubou o trono de seu pai. Imediatamente, o vilão aprisionou sua irmã Devaki. A qual, sendo filha do soberano atraiçoado, viria a ser a mãe de Krishna, juntamente com seu marido Vasudeva.
Posteriormente, Kamsa ouve uma voz divina que lhe dá um alerta. A voz revela que o oitavo filho deste casal o destruirá. Por causa disso, o vilão detém a irmã e o cunhado, e mata sete das crianças do casal. Mas, astutamente, Krishna escapa da maldição para mais tarde cumprir sua missão. Graças ao próprio pai, a criança chega às mãos de outra família. Consequentemente, o novo lar cria o menino humildemente, onde ele passa a pastorear vacas.
Logo depois, ele se torna o preferido das garotas. Inclusive, o herói chega a se transformar em vários seres para poder atender a todas elas ao mesmo tempo. Sua escolhida, porém, permanece Radha. Posteriormente, o Avatar assume o reinado da cidade de Dwaraka (que significa “Porta Pequena”). Então, o mestre conquista um significativo destaque no Mahabharata. Afinal, o ancestral livro sagrado da Índia o representa como um ser sagrado. Principalmente, porque o líder participou de eventos que mudaram o rumo de toda a trajetória histórica do Oriente.
Os ensinamentos divinos e o Bhagavad Gita
Embora o mensageiro tenha trazido em sua bagagem os ensinamentos divinos, o homem comum o repeliu. Igualmente, a sociedade não compreendeu a sua forma humana. Até mesmo seu seguidor dileto, Arjuna, teve dificuldades para entender o potencial divino que existia no interior do mestre. Pois, o discípulo não podia aceitar que a forma humana abrigasse alguma semente da divindade.
Por isso, Krishna teve que assumir sua essência divina. Apenas assim, o amigo acreditou nele e o obedeceu. Então, o guerreiro lutou contra seus primos e parentes. Os quais simbolizam perfeitamente os apegos interiores, ou seja, os eus psicológicos.
Historicamente, o povo conheceu Krishna sob vários nomes. Dos quais, o texto destaca alguns mais populares, como Govinda, Syamasundar ou Gopala, que significa “o preservador das vacas”. Além de sua intensa beleza, o mestre também atraía as pessoas pela sua energia insuperável e pela sua grande fortuna. Consequentemente, o aprendiz gravou as lições do Avatara nas páginas do Bhagavad Gita. O qual contém todo o saber dos Vedas.
Para a cultura de tipo serpentina, esse ser representou a máxima expressão da sabedoria. Do mesmo modo, ele manifestou o poder onisciente, onipotente e onipresente na tradição arcaica dessa civilização legendária, que guarda incríveis conhecimentos milenares.
Finalmente, o ser de maior capacidade conscientiva da região começou o processo de ensinamento desse povo antigo, formado por camponeses natos. Surpreendentemente, de um momento a outro, o morador empreendeu o estudo das matemáticas, da literatura, da arquitetura, da religião e da astronomia. Igualmente, a população aprendeu astrologia e construiu templos sagrados que dedicou às divindades religiosas.
Obviamente, esse ser superior, que encarnou em corpo de carne e osso, igualava-se ao demais hindu daqueles tempos. Assim, ele compartilhava com o morador a mesma aula de estudo nesses tempos de interessante nível evolutivo. Em suma, o Avatar iniciou uma era de desenvolvimento cultural profundo nessa remota região do continente.

