Antropologia Gnóstica – Origem da Vida Humana – Parte 2

A Crítica ao Darwinismo e ao Materialismo

Inquestionavelmente, o tema sobre a origem da vida humana resulta muito discutível e muito espinhoso. Primeiramente, CHARLES ROBERT DARWIN assentou certos princípios na respectiva obra. Consequentemente, os antropólogos materialistas devem lembrar dessas regras. Afinal, DARWIN diz o seguinte: “uma espécie que evolui positivamente, de modo algum poderia descender de outra que evolui negativamente”.

Além disso, DARWIN afirma também que: ”duas espécies similares, porém diferentes, podem fazer referência a um antecessor comum, mas nenhuma proviria da outra”. Sendo assim, conforme o estudioso avança nestas análises da antropologia profana, ele encontra certas contradições no materialismo.

Contudo, como a ciência permite que os teóricos ignorem os princípios darwinistas? Ademais, como alguém ainda pensa hoje em dia que o homem provém do macaco? Indubitavelmente, os fatos falam por si sós. Porém, até agora, o cientista não encontrou o famoso elo perdido. Onde o fóssil repousa?

Teorias

Anteriormente, a sociedade falou muito contra a existência do pai de MANU, o DHYANCHOHAN. Mas, na realidade, milhões de pessoas no mundo oriental e ocidental aceitam essa figura. Ademais, essa crença manifesta muito mais lógica do que a teoria daquele homem-macaco de HAECKEL. Visto que essa ideia não passou de mais uma fantasia do respectivo autor. Consequentemente, os tempos passam, e a ciência ainda não descobriu o famoso homem-símio em lugar algum da Terra. Afinal, onde repousa o mono que raciocina, que pensa e que tem uma linguagem própria igual à de todo mundo? Por certo, qual representa esse ser?

Definitivamente, esta classe de fantasias literárias não serve para nada no fundo. Por exemplo, o pesquisador deve observar o tamanho dos cérebros. Pois a massa encefálica de um gorila não alcança sequer a terça parte do cérebro de qualquer selvagem do globo terrestre. Logo, a teoria necessita de um elo que ligue o gorila mais adiantado com o selvagem mais atrasado da Austrália. Portanto, onde habita esta junção? O que o tempo fez dela? Acaso ela existe?

A Verdadeira Existência da Lemúria e da Atlântida

Fora de dúvida, a natureza originou os primeiros símios no continente lemuriano, na era mesozoica. Consequentemente, qual seria a origem deles? A Gnosis afirma de forma enfática que determinados grupos lemurianos humanos misturaram a própria genética com animais. Assim, eles deram origem às espécies simiescas. Paralelamente, HAECKEL jamais opôs o próprio intelecto ao conceito de que os macacos tiveram o respectivo nascedouro na Austrália, na Lemúria. Porque ele sempre aceitou a realidade do continente lemuriano.

Agora, o leitor precisa refletir um pouco. Onde no planeta se localizava a Lemúria? Obviamente, o continente repousava no oceano Pacífico. Visto que a terra cobria uma extensa zona desse oceano. Posteriormente, através de dez mil anos de terremotos, a natureza afundou o continente pouco a pouco nas embravecidas ondas.

Porém, a geografia guardou alguns vestígios: a OCEANIA, a AUSTRÁLIA, a ilha de PÁSCOA, etc. Inegavelmente, a LEMÚRIA teve realidade. Assim, o continente ocupou o respectivo lugar num tempo longínquo. Certamente, isto poderá molestar os antropólogos materialistas partidários da PANGAEA. Visto que esses senhores agarraram as próprias mentes no dogma da PANGAEA e não aceitam nem remotamente a possibilidade da LEMÚRIA.

A Atlântida

Por outro lado, o fato de os símios surgirem na era cenozoica, no próprio mioceno (terceira parte a contar do eoceno), não tem absolutamente nada de raro! Mas as afirmações gnósticas não terminam aqui. Adicionalmente, outras espécies de macaco surgiram também na ATLÂNTIDA de PLATÃO. Contudo, esse continente também não passa de um mito para os fanáticos materialistas da PANGAEA. No entanto, a ATLÂNTIDA existiu, ainda que a ciência negue o fato. Na verdade, pesquisadores já descobriram o local, ainda que os céticos oponham resistência.

Por consequência, qualquer pessoa que estuda o solo marinho sabe muito bem que uma grande plataforma submarina existe entre a AMÉRICA e a EUROPA. Ainda há pouco, alguns cientistas descobriram a ATLÂNTIDA e propuseram uma exploração desde a ESPANHA. No entanto, o país vivia a época do regime de FRANCO, e o governo não permitiu que os pesquisadores realizassem as respectivas investigações.

Portanto, a ATLÂNTIDA não representa uma lenda fantástica, como a sociedade crê, mas sim uma tremenda realidade. Semelhantemente, o mapa do mundo exibia uma forma completamente distinta em outro tempo. Porque a natureza muda tudo. Até a própria PANGAEA dos seguidores de ALFRED WEGENER teria de sofrer grandes mudanças.

Os Deslocamentos dos Continentes

Bem sabe o pesquisador que os continentes flutuam e tendem a realizar deslocamentos. Anteriormente, Dom MARIO ROSO DE LUNA explicou o fenômeno claramente. Logo, isso não deve surpreender mais a ninguém. Nisso, os fanáticos materialistas da PANGAEA concordam, pois não negam o evento. Porém, falta muito ainda para que eles conheçam as causas de tais flutuações continentais. Consequentemente, considera-se que, se os estudiosos estudassem Dom MARIO ROSO DE LUNA, eles completariam melhor as próprias informações.

Por exemplo, se o estudante pensa na Terra como um ovo, a gema representaria os continentes. Assim, a clara sustenta essa gema. Entre a gema e a clara, não faltariam substâncias, líquidos e elementos que a ciência materialista ainda desconhece plenamente hoje. Ademais, existem pessoas que acreditam que certos tipos de macacos superiores vêm da LEMÚRIA. Estes incluem:

  • O gorila – gênero de macaco antropomorfo da ÁFRICA EQUATORIAL, o qual possui uma estatura de uns 2m e um peso máximo de 250 kg.
  • O orangotango – do malaio (homem dos bosques); grande macaco antropomorfo da SUMATRA e BORNEO, o qual apresenta altura entre 1,20m e 1,50m, vive nas árvores e o ser humano domestica facilmente.
  • O chimpanzé – macaco antropomorfo da ÁFRICA.

Também existem teóricos que afirmam categoricamente que as classes inferiores, como catarríneos, platirrinos, etc., vêm da ATLÂNTIDA. Nisso, o esoterismo não faz objeções. Porém, o buscador tem de refletir com profundidade.

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As Contradições da Ciência Materialista

Atualmente, os acadêmicos fazem certos comentários muito simpáticos. Constantemente, a ciência materialista inventa novas hipóteses todos os dias. Logo, o meio científico estabeleceu uma cadeia curiosa e ridícula por excelência com relação aos possíveis antepassados humanos. Primeiramente, o tubarão aparece como rei dessa cadeia. Em seguida, segundo dizem os antropólogos, os lagartos descendem desse peixe.

Indubitavelmente, esta teoria ridícula só encontra concepção em mentes de lagartos. Depois, os cientistas prosseguem a linhagem com o famoso opossum. Eles enfatizam que esta criatura, similar ao crocodilo, apresenta uma evolução um pouquinho maior. Daí, os pesquisadores passam, seguindo o curso da grande cadeia de maravilhas, para um certo animalzinho. Modernamente, a academia tem dado muita importância a ele. De forma enfática, o texto refere a atenção aos lêmures. Por conseguinte, a ciência atribui uma placenta discoidal a esse animal, embora os zoólogos refutem essa questão.

Imediatamente, o observador encontra contradições gigantescas nos recôncavos da falsa ciência. Pois a teoria prossegue dizendo que os lêmures podem ter existido há uns 150 milhões de anos. Sucessivamente, o macaco descende desse animal. Por fim, o gorila encerra a linhagem. Nessa fantástica cadeia, o gorila atua como o antecessor imediato, assumindo o papel de predecessor do homem.

Teoria

Semelhantemente, como o M. Samael dizia na primeira cátedra, alguns antropólogos não deixam de encaixar o pobre rato nestes tempos. Inclusive, eles até querem incluir o roedor nesta cadeia. Como o rato entra nisso? De que maneira os teóricos elaboram isso? Inegavelmente, eles e as respectivas teorias surpreendem a razão!

Afinal, os acadêmicos afirmam com um tom de extraordinária sapiência que o homem possuía um tamanho diminuto e microscópico. Isto é, ele exibia um corpo tão pequeno que a humanidade atual assombraria a própria visão ao vê-lo. Mas, em que argumento eles baseiam a ideia? Acaso eles usam o fato de que o rato tem tamanho pequeno? Segundo os materialistas, a humanidade também descende do rato. Contudo, não sabe em que parte a teoria inclui o roedor, seja antes dos lêmures ou depois deles.

Seguidamente, os teóricos divulgam que a forma humana cresceu até chegar à altura de uma grande civilização, perfeita e extraordinária, como a que o planeta tem hoje. Nos dias atuais, desta grande civilização, o rato passa a ocupar os primeiros postos nas conferências públicas. Por consequência, se as coisas continuarem assim, dentro de pouco tempo o governo terá de proibir a matança de ratos. Pois, segundo os teóricos, os roedores representam nada menos do que os antepassados humanos.

Onde Está o Elo?

Portanto, onde repousam os elos? Como a razão aceita que o lagarto apareça a partir do esquilo, assim por assim, da noite para o dia ou através de uns quantos séculos? Evidentemente, os milhões de anos passaram, e os tubarões seguem tranquilos. Porque ninguém nunca viu novos lagartos nascerem de uma espécie de tubarão, seja no Atlântico ou no Pacífico.

O Mestre Samael constata, que os crocodilos ou caimões que ele conhece não habitam o mar, mas sim os rios ou lagos. A menos que esses animais vivam demasiados civilizados e andem pelas ruas inventando teorias. Acaso alguém conhece alguma espécie de lagarto que tenha surgido das embravecidas águas do oceano? Bem sabe todo mundo que os lagartos habitam a água doce. Afinal, a humanidade viu esses répteis nos grandes rios; isso consta como fato. Adicionalmente, o Mestre visitou os oceanos e nunca viu ou escutou de algum pescador que a rede tenha apanhado um lagarto em pleno mar. Certamente, os pescadores pescaram tubarões. Porém lagartos… quando o oceano entregou um?

Onde estão as Ligações?

Destarte, onde habitariam os laços que ligariam o lagarto com o opossum? Igualmente, onde repousam os elos que ligam o opossum com os lêmures? HAECKEL assinala os lêmures como uma criatura com placenta discoidal, embora a biologia saiba que eles vivem desprovidos de placenta. Prosseguindo a análise, onde permaneceriam os encadeamentos que uniriam os lêmures com o antropoide? Ademais, onde habitam os elos que relacionam o mono com o gorila? Por fim, onde repousam as junções do gorila com o homem? Quais representam essas pontes?

Claramente, o leitor vê exemplos precisos. Consequentemente, o observador nota que a teoria carece de pontos de conexão. Inquestionavelmente, falar assim porque sim resulta demasiado absurdo. Anteriormente, a ciência comentou muito sobre a monera. Ela define esse ser como o átomo do abismo aquoso, a primeira gota de sal em um oceano silúrico, o qual abrigava o fundo cheio de lodo e onde o tempo ainda não havia depositado a primeira camada de rochas. Mas, qual forma gerou a origem da monera? Porventura, a razão poderia conceber que a sorte ou o acaso produzisse algo tão extraordinário como o primeiro ponto atômico do protoplasma, tão devidamente organizado e com uma construção tão complexa?

Definitivamente, o pesquisador entende que o protoplasma perde todo o sentido de organização ao negar os PRINCÍPIOS INTELIGENTES da natureza! Portanto, o tempo vai passando. Concomitantemente, a razão destruirá a antropologia materialista pouco a pouco. Até agora, os antropólogos materialistas ainda não puderam dizer em que data e como surgiu o homem. Em suma, eles oferecem hipóteses e nada mais. Logo, eles criam hipóteses ridículas e conjeturas que não têm fundamentos sérios.

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A Recapitulação Fetal e a Verdadeira Origem

Frequentemente, a antropologia materialista apela muito à AUSTRÁLIA. Visto que a posição da antropologia oficial resulta muito socorrida ao dizer que as tribos selvagens que vivem na AUSTRÁLIA descendem do macaco. Cientificamente, isto cai por si só. Quando a ciência mede os cérebros e faz as confrontações, o anatomista vê que o cérebro do gorila mais avançado não alcança a metade do volume do cérebro de um selvagem australiano. Sendo assim, a anatomia exigiria um ponto de união entre ambos. Onde habita esse elo? Que os cientistas apresentem a evidência aqui para que a sociedade possa ver a prova.

Hipóteses Absurdas

Em uma primeira cátedra, o Mestre dizia que os senhores do materialismo antropológico afirmam de uma maneira eloquente que não creem senão no que veem. Mas os fatos demonstram a falsidade dessa afirmação. Visto que eles creem com firmeza em hipóteses absurdas que jamais viram. Inquestionavelmente, o ato de atribuir e de dizer que a humanidade veio do tubarão demonstra a superficialidade levada ao extremo no fundo. Do mesmo modo, o estabelecimento de uma cadeia de caprichos baseada simplesmente em parecenças morfológicas confirma essa falha. Se os acadêmicos escrevem isso, eles abusam demais da inteligência dos leitores. Se falam e ensinam isso, eles tornam a própria postura terrivelmente cômica e até absurda.

Contudo, a Gnosis não põe em dúvida que os homens tenham misturado a respectiva genética com os animais na LEMÚRIA. Daí, a biologia resultou não somente os símios. Porém, o cruzamento produziu múltiplas formas monstruosas que ainda hoje têm documentação, tanto no leste como no oeste do mundo.

Por exemplo, cita-se certos símios lemurianos estranhos que poderiam servir de mofa aos materialistas superficiais desta época. Porém, o investigador tem de confirmar a verdade com coragem. Logo, o Mestre quer refere-se a uma espécie que existiu no passado. Essa criatura se punha em suas mãos e pés de forma tão rápida como qualquer símio. Da mesma forma, ela erguia o corpo sobre os dois pés velozmente.

Existiam criaturas de cara azul e bestas de cara vermelha. Inegavelmente, elas representavam o produto do cruzamento de certos seres humanos com animais sub-humanos do mioceno, especialmente na era mesozoica. O arqueólogo encontra referências a respeito desses seres. Sobretudo, ele acha dados em papiros, códices, tijolos, em antigos monumentos e em manuscritos arcaicos. Assim que a história documenta as múltiplas formas simiescas que surgiram no velho continente MU.

Como o Homem Surgiu?

Porém, como o homem teria surgido? De que maneira a vida modelou a estrutura? Até agora, todas estas interrogações formam um verdadeiro enigma e um quebra-cabeças para os materialistas seguidores de DARWIN e HAECKEL. Igualmente, a dúvida afeta os modernos antropólogos. Sendo assim, onde o pesquisador poderia achar a origem do homem? Inquestionavelmente, a ciência acha a resposta no próprio homem. Em que outro lugar a verdade habitaria?

Agora, o estudo tem a AUSTRÁLIA concretamente. O que os antropólogos materialistas dizem? Eles afirmam que as tribos australianas têm os antropoides como ascendentes. Claro que a ciência não pode provar isso. Porém, os materialistas afirmam a ideia e acreditam nisso. Consequentemente, o estudante vê quão paradoxais resultam esses senhores! Hoje, os clãs australianos representam os povos mais primitivos que existem atualmente no mundo. Afinal, qual seria a origem de tais famílias? Primeiro, o investigador teria de saber qual a origem da AUSTRÁLIA. Ora, a AUSTRÁLIA consiste em um pedaço da LEMÚRIA. Logo, a ilha constitui uma terra velha situada no oceano PACÍFICO.

Onde Estão os Antepassados?

Destarte, onde repousariam os antepassados dessas tribos? Inicialmente, falará dos respectivos corpos físicos. Obviamente, a exploração achará as ossadas no fundo do próprio PACÍFICO. Na verdade, os restos mortais consistem em esqueletos de animais. Porque os clãs australianos formam misturas de homens e animais que passaram por muitas transformações e que atualmente ainda existem. Por conseguinte, a ciência teria de observar tais famílias para notar o cruzamento de habitantes da antiga LEMÚRIA com certos animais da natureza.

Na AUSTRÁLIA, a geografia abriga lugares em que o corpo das pessoas tem cabelo tão abundante que a penugem mais parece o pelo de animais. Infelizmente, isto dá uma base aparente para que os senhores materialistas digam a seguinte máxima. Eles exclamam que os nativos representam os filhos dos antropoides e que a teoria materialista está demonstrada. Contudo, os antropólogos materialistas agem de forma terrivelmente superficial. Pois eles não possuem maturidade no entendimento. Logo, o psicanalista trata as mentes acadêmicas como órgãos em estado de decrepitude e mentes degeneradas. Por certo, isso gera uma situação muito lamentável.

Ontogenia.

Por outro lado, se a humanidade quer buscar a origem do homem, a mente tem de conhecer a fundo a ontogenia. Por isso, o estudante deve observar os processos de recapitulação do ser humano no ventre materno. Inegavelmente, a natureza sempre recapitula o processo da vida. Por exemplo, o observador deve olhar uma semente, a qual atua como o germe de uma árvore. Imediatamente, ele vê uma árvore em potencial ali. Só falta que a semente desenvolva a estrutura. Para que o germe progrida, a planta precisa de água, terra, ar e sol.

A Recapitulação

Consequentemente, a natureza recapitula todos os processos da árvore que serviu de pai nesse germe que a terra há de desenvolver. Em outros termos, o sábio diria que a natureza recapitula o futuro desenvolvimento nesse germe. Ou seja, ela imita os processos pelos quais toda a família dessa árvore passou. Semelhantemente, a botânica repete toda essa espécie de árvores, as quais desenvolvem a biologia lentamente e crescem da mesma maneira que as outras árvores.

Da mesma forma, a natureza copia a árvore da qual a planta desprendeu o germe. Definitivamente, a vida realiza um processo de recapitulação folha por folha até que a árvore dá finalmente o respectivo fruto. Em seguida, ela provê a semente para que outras árvores nasçam e continuem fazendo sempre as mesmas recapitulações.

Ademais, o pesquisador deve observar que a natureza recapitula todas as maravilhas no cosmos. A cada ano, o planeta volta a exibir a primavera, o verão, o outono e o inverno. Logo, a órbita realiza uma perfeita recapitulação. Assim também, o útero realiza a recapitulação correta de toda a espécie humana no ventre materno.

As Fases

Ali, no ventre humano, a biologia guarda todas as fases pelas quais o ser humano passou desde as mais antigas origens. Portanto, ninguém poderia negar que o feto passa pelos 4 REINOS da natureza dentro do ventre. Primeiramente, o embrião atua como pedra (mineral). Depois, ele age como planta. Em terceiro lugar, a forma vira animal. Por fim, a biologia converte a estrutura em homem.

Como germe, o corpúsculo permanece inorgânico. Visto que o óvulo desprende a própria célula do ovário e vai unir o núcleo com a matéria orgânica. Consequentemente, a circulação conduz o óvulo até o próprio fundo da matéria para executar o desenvolvimento. No segundo aspecto, o médico vê o estado vegetal. Pois o embrião assemelha a forma a uma espécie de cenoura, a qual apresenta uma base redonda e uma parte superior pontuda.

A Necessidade de se Estudar

Quando a medicina estuda o feto clinicamente, a estrutura mais parece uma cebola com diversas capas. Além disso, a anatomia acha um líquido maravilhoso entre essas dobras. Do umbigo dessa aparente cebola pende a possibilidade do feto imitar o fruto de uma planta. Eis aí o estado vegetal. Mais tarde, a forma animal aparece. Imediatamente, o feto assume o aspecto de um filhote de rã. E, indubitavelmente, a ciência já demonstrou isto completamente. Por fim, o bebê assume a figura humana. Assim, a gestação recapitulou as 4 fases: mineral, vegetal, animal e humana.

Conhecendo a biologia e analisando o exposto, o estudante concluirá o raciocínio. Nenhum médico pode constatar ter visto a forma do antropoide nessas 4 fases do feto. Afinal, qual cientista viu o feto tomar o aspecto de um gorila alguma vez durante o processo de recapitulação fetal? Acaso o médico viu a forma de um orangotango, dos macacos catarríneos ou dos platirrinos? Portanto, o ensinamento da ciência materialista resulta absurdo! Inquestionavelmente, a ciência tem de procurar a origem do homem no próprio ventre da mulher.

Pois a origem do homem e as fases pelas quais a raça passou habitam nesses processos de recapitulação. Tampouco um tubarão apareceu no ventre de uma mãe! Além disso, que fenômeno ocorreu com os lêmures antes mencionados e pelos quais HAECKEL apaixonou a própria mente? Onde os fósseis repousam? Em que fase da gravidez a genética manifesta os lêmures? Por que esses senhores querem sair do caminho correto? Pergunta-se, o porquê da ciência não busca a origem do ser humano no próprio ser humano? Por que os acadêmicos buscam respostas fora do corpo? Indubitavelmente, todas as leis da natureza existem dentro de cada um. Se o buscador não encontra as respostas no próprio interior, ele muito menos as achará no exterior.

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As Dimensões Superiores e as Mônadas de Leibnitz

Consequentemente, o estudo chega a um ponto delicado e bastante difícil. A Gnosis diz que o ser humano foi PEDRA, PLANTA, ANIMAL e HOMEM! A isso aceita-se muito bem. Mas… Quando o fenômeno ocorreu? Como a natureza realizou o processo? Quais causas primárias e secundárias governaram todos esses processos? Decerto, essas perguntas formam enigmas. Se os senhores materialistas não estivessem tão fanatizados com o dogma da geometria tridimensional de EUCLIDES, a academia poderia esclarecer isto. Assim, tudo seria diferente. Infelizmente, os pesquisadores empenham os esforços em querer que a humanidade aceite esse artigo de crença. Logo, eles querem manter a sociedade engarrafada dentro desse fundamento. Isso soa tão absurdo como querer engarrafar a vida universal. Do mesmo modo, a atitude assemelha a loucura a querer encerrar o oceano dentro de um copo de vidro.

A Quarta vertical e uma Quarta Coordenada

Por outro lado, a existência de uma quarta vertical e uma quarta coordenada permanece inegável. Porém, essa verdade incomoda os materialistas. No entanto, EINSTEIN cooperou na fabricação da bomba atômica e aceitou a quarta dimensão. Na matemática, ninguém pode negar a quarta dimensão. Porém, o conhecimento de que outras dimensões superiores podem existir na natureza nem sequer entra nas pessoas materialistas desta época.

À força, querem que o ser humano encerre a percepção no mundo tridimensional de EUCLIDES. Devido a essa falsa e absurda posição, a FÍSICA encontra o avanço totalmente detido. Nesta época, a humanidade já deveria possuir naves cósmicas capazes de viajar através do infinito. Mas isso não será possível enquanto a FÍSICA permanecer embutida no dogma tridimensional de EUCLIDES.

Portanto, tudo seria diferente se esses senhores aceitassem a possibilidade de uma quarta, quinta, sexta e sétima dimensões. Já que, até agora, eles não foram capazes de responder às perguntas: de onde o homem surgiu, em que data, como e quando. No entanto, o ocultista guarda a certeza de que eles não aceitarão a verdade jamais. Por que os céticos agem assim? Porque as mentes acadêmicas enfrentam um processo de franca degeneração devido ao abuso sexual. Nessas condições, o indivíduo acha impossível compreender as teses que a Gnosis expõe. Para entender as leis cósmicas, os estudiosos teriam que começar a regenerar o cérebro. Depois, sim, os sábios aceitariam os postulados gnósticos.

Antropologia Gnóstica

Pedra, planta, animal e homem; eis aqui a base de uma antropologia séria. Seguidamente, o leitor deve pensar na forma anterior ao estado humano, focando nos legítimos antecessores. Inquestionavelmente, o explorador encontraria a vida animal na natureza. Porém, ele acharia essa vida situada na quarta dimensão. Certamente, isto soa chocante para o materialismo. No entanto, os próprios materialistas riram de LOUIS PASTEUR e das respectivas teorias.

Além disso, eles zombaram do médico quando ele desinfetava os instrumentos cirúrgicos. Como os acadêmicos não viam os microrganismos, eles não acreditavam nas bactérias. Mas hoje a medicina aceita a microbiologia. Sendo assim, pode haver vida animal numa quarta coordenada? Mas, claro que sim! Haverá algum método de comprovação?

É obvio que a prova existe. Porém, o esoterismo usa métodos bem diferentes dos sistemas da falsa ciência. Já que a academia se encontra num estado retardatário. Afinal, quem tem estes processos e sistemas à disposição? Os gnósticos possuem a técnica. E, com muito prazer, os instrutores ensinam as chaves àqueles que querem investigar de verdade no terreno da ciência pura.

Vida e Dimensões

Consequentemente, houve vida animal na quarta coordenada? É lógico que a biologia habitou o éter. Houve vida vegetal na quinta coordenada? Naturalmente, a botânica existiu lá! Houve vida mineral na sexta coordenada? Sim… Mas o Mestre esclarece a situação. De modo algum, a vida mineral na sexta dimensão, a vida vegetal na quinta dimensão e a vida animal na quarta dimensão se pareciam à vida animal, vegetal ou mineral deste mundo meramente físico.

Por conseguinte, a Gnosis não nega que essa vida mineral, vegetal e animal condensou a estrutura neste globo terrestre de matéria tridimensional mais tarde. Visto que a natureza fez isso através de milhões de anos.

Destarte, como poder-se-ia definir os processos evolutivos preliminares da natureza de alguma maneira? Anteriormente, GOTTFRIED WILHELM LEIBNITZ traçou esta questão devidamente. A Segunda Cátedra refere-se ao sentido às MÔNADAS, aos PRINCÍPIOS INTELIGENTES da natureza ou jibas. Por certo, um enorme abismo existe entre a monera atômica de HAECKEL e o zaristripa de MANU. Igualmente, a distância afasta a monera do jiba dos hindus ou da mônada de LEIBNITZ. Afinal, a monera atômica de HAECKEL habita muito longe do que a verdadeira MÔNADA ou PRINCÍPIO DE VIDA representa.

Chispas Virginais

Portanto, a sabedoria dita como certo e de toda verdade que as chispas virginais, ou simplesmente as mônadas de LEIBNITZ, evoluíram no reino mineral durante a época das grandes atividades da sexta dimensão. As mônadas evoluíram também no reino vegetal na quinta dimensão. Depois, as essências avançaram para o estado animal na quarta dimensão. Isto forma um fato inquestionável.

No futuro, a ciência poderá ver essas dimensões da natureza com aparelhos de alta precisão ótica. Porém, enquanto este dia não chega, o estudante pode ter a certeza da reação pública. Inevitavelmente, os antropólogos gnósticos terão de suportar a mesma zombaria que PASTEUR teve de aguentar quando o médico falava dos micróbios. Mas o momento chegará em que a tecnologia tornará essas dimensões perceptíveis através da televisão. E, então, estas sátiras terminarão.

Por agora, como o Mestre já disse, a engenharia tenta transformar as ondas sonoras em imagens. Consequentemente, quando a ciência verificar isto, todas as pessoas poderão ver os processos evolutivos e involutivos da natureza. Então, o veredicto solene da consciência pública deixará o anticristo da falsa ciência totalmente despido.

A Evolução Multidimensional até a Forma Humana

Quanto ao organismo humano, o pesquisador vê que o princípio criador permanece invisível. Visto que, a simples vista, a visão humana não vê nem o óvulo nem o zoosperma quando o sistema começa o processo da concepção. Ou seja, quando a biologia começa a germinar a célula primitiva. Afinal, quem poderia supor que a natureza pudesse retirar uma criatura de um zoosperma e de uma célula fertilizada? Por acaso, alguém vê o processo a simples vista? Claro, a biologia sabe que os gametas existem devido ao uso do microscópio.

O Trajetória da Mônadas

Assim que, tornando a teoria em fatos concretos, as mônadas que passaram pelo reino mineral na sexta dimensão representam exatamente as mesmas centelhas que passaram pelo reino vegetal na quinta dimensão e pelo reino animal na quarta dimensão. Precisamente, a natureza fez aparecer certa criatura semelhante ao antropoide no final da quarta dimensão. Contudo, o ser não representava um gorila, um chimpanzé ou algo similar.

Posteriormente, ao se aproximar a época de atividade para o mundo tridimensional, tal forma sofreu algumas mudanças e várias metamorfoses. As modificações igualaram as transformações que o planeta Terra sofreu. Tendo, finalmente, o processo cristalizado o corpo na figura humana.

Portanto, o leitor deve ter em conta que a morfologia das criaturas humanas e da natureza muda conforme os séculos passam. Inquestionavelmente, a morfologia humana surgiu de acordo com a idade protoplasmática da Terra para poder ter realmente existência.

Assim, a humanidade passou pelos períodos hiperbóreo, lemuriano e atlante, alterando a estrutura um pouco até os dias atuais. Consequentemente, as tradições do antigo MÉXICO e de diferentes países testemunham a verdade. As criaturas que precederam a humanidade atual, compondo a antiga raça humana, representavam gigantes. Contudo, as gerações perderam estatura com o tempo, até alcançarem o tamanho que atualmente ostentam.

Conclusão

A seguir, o ensinamento continuará explicando as quatro etapas (mineral, vegetal, animal e humana). O estudo focará exclusivamente dentro da zona tridimensional de EUCLIDES neste mundo chamado Terra. Indubitavelmente, o Mestre guarda a firmeza e a completa segurança sobre o futuro. Tudo isso ficaria convertido em novos enigmas, sem solução alguma, se a Gnosis não pudesse dar as respostas cruciais.

Principalmente, à medida que o estudo aprofundasse as mentes nestes temas, depois do fracasso da antropologia materialista. Portanto, a Gnosis precisa dar a data, o como, o quando e o porquê o ser humano surgiu. Hoje em dia, a ciência não possui outra saída além de aceitar a crua realidade das dimensões superiores da natureza e do cosmos.

Caso os materialistas queiram negar, que eles neguem! Afinal, eles têm todo o direito de rejeitar a ideia. Caso eles queiram rir, que riam! Já que um antigo provérbio disse o seguinte ensinamento: quem ri do que desconhece, encontra o caminho rápido para se tornar um idiota.

Por fim, à medida que o tempo vá transcorrendo, as novas descobertas deixarão a ciência materialista despida. Cada dia, a academia afundará mais e mais dentro do poço da própria ignorância. Consequentemente, a teoria do NOÉ pitecóide (com os três filhos bastardos: o cinocéfalo com rabo, o macaco sem rabo e o homem arbóreo) serve muito bem para um dramaturgo como MOLIERE desenhar as caricaturas. Na verdade, a biologia humana não tem absolutamente nada de pitecóide no sangue. E, até agora, os fatos têm falado a favor da Gnosis.

Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor.

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