A Visão Limitada da Antropologia Materialista
Primeiramente, o Mestre Samael afirma que chegou a hora de realizar certas análises com relação ao homem. Em nome da verdade, o texto reafirma que a antropologia meramente materialista nada sabe sobre a origem da vida humana. Anteriormente, o autor apresentou alguns estudos sumários. Agora, o investigador aprofunda consideravelmente esta questão.
Consequentemente, o leitor deve pensar nos tempos mesozoicos do mundo, especificamente na era dos répteis. De fato, o homem já existia antes dessa época. Claro que a antropologia materialista nega esse fato. Contudo, a antropologia meramente profana desconhece a origem real do ser humano. Além disso, a ciência rejeita a existência do homem antes da era quaternária. Igualmente, o materialismo nega a possibilidade de o indivíduo ter existido durante o período cenozoico. Consequentemente, isso resulta em um conceito manifestamente absurdo.
No entanto, existem questões profundas que instigam a reflexão. Por que certas espécies, como o plesiossauro e o pterodátilo, sobreviveram durante tanto tempo e morreram no fim, deixando apenas restos nos museus? Visto que essas espécies faleceram e extinguiram-se da superfície da Terra, como o homem seguiu existindo? Por que todas as espécies da era mesozoica desapareceram de forma brutal? Como os seres humanos não sucumbiram à extinção? Já que tantas espécies sumiram, como os seres humanos continuam vivos hoje?
Por que o Homem não Desapareceu?
Logicamente, a ciência materialista não apresenta nenhuma explicação válida. Obviamente, a espécie humana deveria ter desaparecido. Se os contemporâneos da era quaternária e terciária desapareceram, os seres humanos também deveriam ter desaparecido da face da Terra. Contudo, eles continuam aqui.
Portanto, esse fato permite inferir a existência do ser humano bem antes da era quaternária, bem como antes da época dos répteis ou da idade carbonífera. Indubitavelmente, o investigador possui o direito de discutir a existência dos seres humanos além do período mesozoico. Exatamente, o fato concreto do desaparecimento das espécies contemporâneas confere esse direito de análise. Se as outras espécies se esfumaram, por indução dedutiva, o texto afirma que o animal intelectual não desapareceu porque existia além da era mesozoica. Inegavelmente, os fatos demonstram a verdade, e o pesquisador precisa render-se a eles.
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Os Registros Antigos e as Serpentes Voadoras
Além disso, uma coisa permanece terrivelmente certa. A Bíblia relata, por exemplo, a existência de serpentes voadoras, e Jó cita o majestoso Leviatã. Inclusive, o Zohar afirma de forma enfática que a serpente tentadora do Éden representava um camelo voador. Da mesma forma, o texto recorda que pesquisadores encontraram uma espécie de camelo voador na Alemanha. Especificamente, o autor refere-se aos restos fósseis que os antropólogos organizaram perfeitamente. Ademais, essa criatura possui 78 pés de altura, exibe um pescoço comprido semelhante ao dos camelos e apresenta asas membranosas.
Logo, quando o cientista observa o corpo daqueles restos fósseis, ele evidencia que se trata de uma serpente voadora. Por conseguinte, o Mestre questiona se esse ser seria o Leviatã mítico. O que os antropólogos diriam a respeito disso? Obviamente, esse mosassauro representa apenas o que sobrou daquelas serpentes voadoras dos tempos arcaicos. Em suma, o mosassauro possui muito mais relação com os ofídios do que com os lacertílios.
Homem Verdadeiro versus Animal Intelectual
Em seguida, o texto aprofunda a questão da origem da vida humana. Certamente, existem muitos aspectos nesse campo da antropologia. Na Biblioteca Imperial de Pequim, artistas criaram pinturas nas quais o observador nota plesiossauros e pterodátilos. Sendo assim, o autor pergunta: como os antigos conheciam espécies extintas sem saber nada de paleontologia? Indiscutivelmente, esse fato permaneceria sem explicação se o cérebro humano não possuísse capacidades e faculdades de tipo transcendental. De fato, essas faculdades permitem o estudo da história da natureza, acessando a memória oculta de tudo o que foi, é e será.
Na realidade, o buscador precisa saber que o homem atual de modo algum representa o homem real. Certamente, o investigador concorda com os antropólogos profanos apenas na questão do animal intelectual. O Mestre não nega que esse animal provenha da era quaternária ou do final da era terciária.
Antes de tudo, o leitor necessita estabelecer uma plena diferenciação entre o Homem e o Animal Intelectual. O homem verdadeiro existiu muito antes da idade carbonífera. Sem dúvida, esse homem real também viveu na época dos répteis.
A Mistura Absurda
Infelizmente, alguns desses seres humanos autênticos degeneraram terrivelmente no final da era terciária, durante o mioceno. Consequentemente, eles se misturaram de forma absurda com alguns animais selvagens. Desse cruzamento lamentável, resultaram certos símios gigantescos. Posteriormente, esses espécimes se misturaram com outras bestas sub-humanas. Dessa forma, surgiram os macacos conhecidos e as evoluções dos humanoides.
Assim, tais humanoides seguiram reproduzindo-se incessantemente durante a era quaternária até chegar à época atual. Portanto, esses humanoides formam a humanidade atual, sendo uma mistura de homens autênticos com animais da natureza. Agora, o estudante percebe a diferença entre os homens reais das três primeiras raças e os animais intelectuais das duas últimas raças. Contudo, o buscador não deve desanimar por causa dessa revelação. Afinal, as glândulas sexuais guardam os germes para o retorno ao estado de Homem. Como resultado da mescla, todos carregam essa semente latente.
Visto que o homem contém tais germes, a possibilidade de elevação ao verdadeiro estado humano existe. Para que isso ocorra, o indivíduo necessita trabalhar com esses germes e conhecer os mistérios do sexo. Infelizmente, os antropólogos materialistas acreditam que são homens reais. Porque desconhecem completamente os mistérios do sexo, eles inventam múltiplas teorias sobre a origem da humanidade. Nenhuma dessas teorias produz resultados úteis. Por conseguinte, todas as especulações antropológicas causam um dano gravíssimo aos povos. Inegavelmente, a antropologia materialista corrompe a raça humana e a degenera a cada dia com suas fantasias.
Dessa forma, a antropologia gnóstica julga severamente os materialistas. Afinal, eles afirmam crer apenas no visível, mas acreditam em utopias absurdas, como a ideia de que o mandril foi um elegante ancestral do ser humano. Por outro lado, o investigador procura a origem desta 5ª Raça humana na Caxemira, no Planalto Central do Tibete e no Euxínio. Embora não afirme-se que essas regiões formem o único berço, ele atesta que tais lugares detêm extrema importância na origem da vida humana da 5ª Raça.
As Cinco Raças Raízes e as Mudanças Geológicas
Anteriormente, existiram cinco raças no mundo que corresponderam a cinco épocas geológicas distintas. Primeiramente, surgiu a raça protoplasmática. Depois, vieram os hiperbóreos. Em seguida, nasceram os lemurianos e os atlantes. Por fim, apareceu a atual raça ariana.
Esclarece-se que os homens da 1ª Raça habitavam a calota polar norte, na famosa Ilha Sagrada. Naqueles tempos remotos, a calota polar norte ocupava a zona equatorial. Inquestionavelmente, a forma de vida diferia totalmente da biologia atual. Obviamente, a antropologia materialista nada conhece sobre isso e, por conseguinte, essas afirmações entram em conflito com a teoria da Pangeia. Portanto, a ciência profana zomba dessa realidade gnóstica. Visto que os cientistas desconhecem a mecânica celeste e o processo de revolução dos eixos terrestres, eles pensam que a Terra sempre manteve a mesma posição em relação ao Sol. Consequentemente, inventaram a Pangeia por comodismo intelectual.
Entretanto, os hiperbóreos viveram na ferradura que rodeia o polo norte. A Inglaterra, a Irlanda e o Alasca pertenceram às terras dos hiperbóreos. Mais tarde, a Lemúria formou um enorme continente que cobria toda a área do oceano Pacífico. Depois, a Atlântida ocupou o oceano Atlântico.
Portanto, a fisionomia do globo terrestre mudou muitas vezes, criando cinco cenários para as cinco raças. Inegavelmente, o mestre sabe que os antropólogos materialistas jamais aceitarão isso. Visto que ignoram a própria ignorância, os cientistas atacam a gênese bíblica. Em seu afã anticlerical, os acadêmicos inventam especulações infundadas.
O Mistério do Éden e a Reprodução por Kriyashakti
Ademais, os materialistas rejeitam entender o significado da palavra Éden. Etimologicamente, Éden significa Voluptuosidade. Por isso, o ensinamento garante que o Éden representa o próprio Sexo. Logo, toda a Gênese atua como uma obra de alquimia, afastando-se de simples relatos históricos. Aquele Éden da Mesopotâmia converteu-se na escola dos magos da Caldeia os ALEIM. Esse paraíso possui relação direta com o Adi-Varsha dos lemurianos e com o Jardim das Hespérides atlante. Contudo, os antropólogos recusam essa verdade e ignoram os mistérios sexuais antigos do Egito e do México.
Reprodução na Lemúria
Na Lemúria, o processo de reprodução ocorria pelo sistema sagrado de Kriyashakti. Isso aconteceu durante o mesozoico, antes da queda do homem na geração animal durante o período mioceno. Os verdadeiros homens da era mesozoica reproduziam-se pela vontade e inteligência divina do Kriyashakti. Sendo eles legítimos, os animais intelectuais modernos não aceitariam tal método. Inegavelmente, o Kriyashakti causaria riso e repulsa entre os antropólogos atuais.
Nessa época áurea, a humanidade considerava o sexo totalmente sagrado. Consequentemente, o homem não ejaculava o esperma sagrado. Visto que o esperma representava matéria venerável, uma única semente fecundava a matriz de forma sagrada. Além disso, a raça humana possuía ingentes poderes extra-sensoriais que revelavam os mistérios do cosmos. Por isso, o mito diz que eles habitavam o paraíso.
Porém, quando o homem caiu na geração animal na era do eoceno, ele precipitou a involução e misturou-se com animais. Daí surgiu o animal intelectual. Definitivamente, o bípede atual não aceita o sistema Kriyashakti devido à sua própria condição animal. Tratam-se de reinos muito diferentes.
Como a essência guarda os germes nas glândulas endócrinas, o trabalhador que aplica o Kriyashakti regenera o cérebro e desperta o homem verdadeiro. A Gnosis espalha esses Mistérios do Sexo pelo mundo inteiro. Embora a sabedoria gnóstica aplique o Kriyashakti, milhões de indivíduos rechaçam o método biológico transcendental. Afinal, a genética deles descende daquela antiga mescla com bestas irracionais.
Evolução, Dimensões Ocultas e Darwin
A partir daqui, o Mestre entra em um tema muito importante para reflexão. De onde surgiram as espécies vivas? Por que o estudante deveria aceitar os dogmas materialistas ou as hipóteses tridimensionais? Primeiramente, o texto enfatiza que a espécie humana se desenvolveu em outras dimensões superiores. Embora os senhores materialistas forcem o dogma de Euclides, a antropologia gnóstica rejeita limitações.
Inclusive, Darwin nunca disse que o homem evoluiu diretamente do macaco. Darwin apenas afirmou que o homem e o macaco possuíam um ancestral comum. Assim, ele abriu uma porta para novas pesquisas. Além disso, Darwin nunca negou a divindade. Segundo ele mesmo, ele nunca foi ateu. Devido ao seu horror ao sofrimento, ele apenas abandonou o fanatismo religioso. Portanto, Darwin atuou como um investigador, e não como um materialista absoluto.
Visto que as teorias materialistas desaparecem dia após dia, o buscador baseia-se na sabedoria do Gnosticismo. A ciência materialista recusa a existência de dimensões paralelas, porém, isso constitui uma realidade inquestionável para os gnósticos. Se os antigos descreviam os dinossauros perfeitamente, eles o faziam usando faculdades latentes do cérebro. Infelizmente, a ciência acadêmica e a medicina sequer conhecem o corpo humano de forma integral.
Omeyocan, o Vento e as Trevas Iniciais
Consequentemente, qual a verdadeira origem da humanidade? O ensinamento baseia-se na sabedoria Nahua sobre o Omeyocan. Segundo os antigos mexicanos, no Omeyocan só existe vento e trevas. A tradição chama esse estado de Yoalli Ehecatl. Ademais, o Mestre ensina que a matéria indestrutível continua a existir em outras dimensões como substância cósmica. Após a destruição de um mundo, o universo deposita a semente do planeta na dimensão zero desconhecida, também chamada de Iliaster.
Assim, a semente repousa na Mãe Espaço aguardando o despertar. Visto que o Uno necessita desdobrar-se para manifestação criadora, a Terra germinal torna-se um paraíso latente. Após a noite cósmica, um furacão elétrico ativa a vida. Por isso, as lendas narram as “trevas” do Omeyocan. Contudo, essa escuridão representa a luz incriada incompreensível ao intelecto humano. Dali emana o movimento cósmico regido por Ehecatl.
No Omeyocan, o infinitamente grande encontra o infinitamente pequeno. O Logos Solar, que no México antigo recebe o nome de Quetzalcoatl, governa todo o cosmos. Indubitavelmente, Quetzalcoatl existe muito antes da criação do mundo. Durante a aurora cósmica, o Tloque Nahuaque (tempestade noturna) desperta os átomos e a vida ressurge.
Ao mesmo tempo, Tezcatlipoca representa o aspecto feminino divino da Mãe que explode em luz fecunda. Em seguida, o Logos Solar organiza e governa o nascente universo. Obviamente, a ciência recusa Quetzalcoatl e rejeita a sabedoria mexicana sagrada.
A Inteligência do Fogo e a Revolução Espiritual
Portanto, o estudante não deve adotar concepções antropomórficas limitantes. Segundo Samael Aun Weor:
“QUETZALCOATL é uma unidade múltipla perfeita; ele é o DEMIURGO dos gregos ou LOGOS de PLATÃO. O PRINCÍPIO INTELIGENTE DA NATUREZA fazendo vibrar a cada átomo.”
Enquanto os cientistas afirmam que o fogo surge pela combustão, o Mestre explica que a combustão emana do fogo preexistente. Antes de o palito acender, o fogo já reside na essência química do elemento. Logo, o fogo representa o próprio Logos e o princípio inteligente do universo.
Em suma, a antropologia gnóstica não defende os deuses antropomórficos. Infelizmente, o monoteísmo radical gerou o materialismo e o ateísmo contemporâneos. Por outro lado, o politeísmo degenerado causou severos males espirituais. Portanto, no fundo, a Variedade é Unidade. Para finalizar, o Mestre prevê que a próxima humanidade retornará ao politeísmo na forma monástica transcendental. Somente assim poderá ser iniciada uma renovação de princípios e uma revolução completa da consciência.
Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor.

