Descubra a origem da vida humana através da Antropologia Gnóstica. Compreenda as dimensões superiores e a falácia do materialismo.
As Eras Geológicas e a Crítica ao Materialismo
Primeiramente, o estudante deve saber que os antropólogos omitem três épocas importantes: o período Paleozoico, o período Mesozoico e o período Cenozoico. Consequentemente, eles afirmam de forma enfática que, durante o período Paleozoico, a natureza abrigou apenas seres unicelulares, microrganismos, moluscoides, moluscos, peixes e os primeiros répteis sobre as águas da vida. Além disso, os antropólogos materialistas sustentam isso com uma segurança incrível. De fato, eles agem como se o pesquisador tivesse estado presente nas épocas arcaicas para ver, cheirar, tocar e até ouvir os acontecimentos daquelas idades.
Todavia, como o Mestre disse em passadas cátedras, o antropólogo materialista afirma sempre que crê apenas naquilo que vê. Por conseguinte, ele jamais aceitaria algo que não viu com os próprios olhos ou não tocou com as próprias mãos. Ainda assim, o Mestre reitera que tal afirmação se mostra absurda e completamente falsa. Afinal, o cientista crê em coisas que nunca viu e divulga suposições falsas de uma maneira absoluta.
Os Répteis Gigantes e a Teoria Evolutiva
Nesse ínterim, o leitor pergunta: quando o antropólogo viu a era primária? Igualmente, quando o cientista esteve presente no período Paleozoico? Por outro lado, o pesquisador viveu no período Mesozoico ou existiu no Cenozoico? Inegavelmente, o materialista afirma meras hipóteses que ele não comprova. Portanto, ele atesta o que nunca viu, mas, no entanto, julga a si mesmo como eminentemente prático.
Certamente, o estudioso nunca viu o período Paleozoico. Logo, o que ele sabe das formas de vida dessa primeira idade ou dos acontecimentos arcaicos do mundo? Adicionalmente, o acadêmico fala do período Mesozoico, o qual representa a época dos grandes répteis antediluvianos. Obviamente, o Mestre Samael não nega a existência dos répteis na Terra. É claro que a época dos répteis ocorreu como um fato incontestável. Sem dúvida, enormes répteis povoaram a Terra, como o estegossauro, o plesiossauro e o pterodáctilo. Com efeito, todos esses sáurios viveram como monstros gigantescos que atingiam proporções imensas. Contudo, a falsa ciência viu realmente todos os répteis do período Mesozoico? Como os animais reproduziam e viviam? Decerto, o pesquisador não testemunhou isso.
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A Falácia dos Primatas e a Linha de Darwin
Posteriormente, a narrativa científica alcança o período Cenozoico. Nesse contexto, a ciência oficial diz que muitos répteis evoluíram até o estado de mamíferos. Igualmente, o acadêmico assegura que os primatas originaram os hominídeos, os quais antecederam o animal intelectual (equivocadamente chamado de homem). Assim, segundo o materialista, os hominídeos nasceram dos primatas e deram origem ao homem e aos grandes símios. Consequentemente, ao falar assim, o pesquisador coloca a si mesmo estritamente ao lado de Darwin.
Contudo, o leitor sabe bem que Darwin de modo algum declara que o homem descende do macaco. Na verdade, Darwin apenas esclarece que o homem e o macaco possuem um antecessor comum. Por sua vez, a antropologia materialista decreta que os primatas representam esse antecessor comum. Logo, ela arranja as teorias para coincidir propositalmente com os planejamentos de Darwin. Mas, será que esses primatas existiram? Ademais, o antropólogo viu os primeiros hominídeos? Acaso o cientista jura que esses hominídeos geraram símios gigantescos e homens? Definitivamente, o acadêmico não prova isso.
As Genealogias de Haeckel e a Perda dos Valores Espirituais
Por outro lado, Haeckel atribui ao humanoide atual aproximadamente 17 ou 18 genealogias. Conforme essa teoria, o homem provém de marsupiais e mamíferos didelfos. Além disso, Haeckel fala com tanta segurança como se, de fato, ele tivesse presenciado o processo. Infelizmente, a sociedade acredita em utopismos fantasmagóricos da mente que não possuem demonstração alguma. Consequentemente, as genealogias de Haeckel resultam tremendamente absurdas. Por exemplo, o materialista inclui os famosos lêmures com placenta discoidal. Porém, onde o cientista encontrou a placenta dos lêmures?
Atualmente, alguns pseudossapientes apregoam até que o rato atua como o antecessor humano. Em contrapartida, o estudante sabe muito bem que os gigantes da Atlântida, da Lemúria, da raça Hiperbórea e da raça Polar formaram a raça humana original. Portanto, afirmar que o homem descende do rato exige uma excessiva ignorância. Até mesmo o ratão possuía um tamanho imenso na Atlântida! Assim sendo, dizer que o ser humano cresceu a partir do rato resulta espantosamente ridículo.
Imediatamente, observa-se como os cínicos do materialismo movimentam as suas falsas ideias. Quando o rato cansa o cientista, o acadêmico apela para o mandril. Conforme o texto adverte: “Que ignorantes são esses pseudoantropólogos! Foram eles que precipitaram o mundo pelo caminho da involução e da degeneração. São eles os que estão degenerando a humanidade, os que estão tirando delas os princípios e valores espirituais eternos”. Consequentemente, quando o sistema tira do ser humano os valores espirituais, o indivíduo degenera espantosamente. Dessa forma, o velhaco materialista corrompe a mente dos homens e estrutura planos educacionais totalmente desprovidos de espiritualidade.
O Homem-Protótipo e as Dimensões Superiores
Por conseguinte, asseverar que o ser humano veio do mandril resulta por demais ridículo. O materialista ri do Pai de Manu e do Dhyanchohan, considerando-os utópicos. No entanto, ele não vê inconveniente algum em acreditar na insipidez de Haeckel. Contudo, a humanidade na Ásia ainda crê no Dhyanchohan e no Pai de Manu, algo que aborrece profundamente o materialista. Além disso, o místico ainda acredita no homem-espírito e no homem-protótipo, o qual reside em um nível de Ser muito superior. Se o investigador aplicasse procedimentos investigativos diferentes do carbono-14 ou do potássio argônio, o sujeito descobriria que os protótipos desta humanidade vêm das dimensões superiores da natureza e do cosmos.
Portanto, o estudante tem o dever de analisar judiciosamente essa cultura materialista corruptora. De fato, afirmar que lêmures possuíam placenta configura um erro zoológico imperdoável, visto que lêmures nunca tiveram placenta. Por isso, o autor parodia Jó: “Que se esqueçam suas memórias e que jamais se ponha seu nome nas ruas”. Inegavelmente, Haeckel causou um grande dano à sociedade. Como o pesquisador atreveu-se a falar de lêmures com placenta antes do descobrimento da embriogenia? Consequentemente, o buscador da verdade sente repugnância por essa escola zoológica. Finalmente, Darwin, Haeckel ou Huxley nunca conheceram o antecessor paleolítico autêntico. Em suma, o homem do período Cenozoico existiu, mas o materialista não aceita essa realidade.
O Umbigo do Universo e a Criação Dimensional
Logo, o instante das grandes reflexões e análises chegou. Que sabe o pseudoantropólogo sobre o processamento da vida nas eras passadas? Se a divindade dotar o ser humano da sua Mônada, todo o teatrinho de Haeckel, Darwin, Huxley e Marx cairá feito poeira. Indubitavelmente, a antropologia oficial ergueu um edifício completamente sem cimento.
Na terceira cátedra, explorou-se o umbigo do universo. Acaso a Terra possui um umbigo? Certamente que sim, pois o ser humano também possui um umbigo quando nasce. Conforme o princípio hermético dita, assim como o universo opera no Macrocosmos, ele opera no Microcosmos. Anteriormente, comentou-se sobre o Omeyocan, o qual representa justamente o umbigo do universo. Em eras imemoriais, a Terra-Lua teve mares, vegetação e os seus períodos Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico. Evidentemente, todos os mundos nascem, crescem, envelhecem e morrem. Hoje, a Lua atua como um cadáver rochoso. No entanto, a vida essencial não morreu; ela continuou processando a si mesma em uma quarta coordenada dimensional. Posteriormente, essa substância alcançou a quinta, a sexta e a sétima coordenada, até submergir definitivamente no Espaço Abstrato Absoluto.
O Limbus e a Materialização Protoplasmática
Consequentemente, essa substância homogênea (o Mulaprakriti oriental) continuou existindo como uma semente depositada no espaço profundo. Ali, a semente adormeceu latente durante sete eternidades no caos. Muito mais tarde, o torvelinho elétrico, as trevas e o vento habitaram aquele mundo primitivo, o Iliaster. A partir do Iliaster, o caos surgiu ativamente no Omeyocan. Por isso, Yoalli Ehecatl rege o vento e o furacão, transformando a eletricidade do Macrocosmos no Microcosmos.
Logo após tornar o caos fecundo, o Todo manifestou o Limbus. Desse modo, o Limbus deu origem a tudo o que existe, existiu e existirá. Desde então, o umbigo do universo desdobrou a si mesmo através de várias dimensões, enquanto o homem germinal alcançou o protoplasma. Certamente, a vida manifestou a si mesma na mente cósmica, evoluiu em três dimensões extraordinárias e cristalizou a si mesma na Terra protoplasmática.
A Sobrevivência do Homem Verdadeiro
É óbvio que, antes do aparecimento da vida humana física, a natureza abrigava uma criatura semelhante ao mamífero, porém imensamente diferente dos símios. Imediatamente após cristalizar a si mesmo na forma densa, o homem original passou por uma transformação morfológica gigantesca e apareceu na calota polar do norte. Agora, o estudante deve compreender que a vida se desenvolveu primeiramente em outras dimensões geológicas.
Inegavelmente, antes do animal intelectual existir, o Homem autêntico das primeiras raças já existia. Como ensinou-se anteriormente, os homens reais viveram esplendidamente na Lemúria. Infelizmente, alguns lemurianos degeneraram e misturaram a si mesmos com animais, gerando a humanidade atual, o animal intelectual. Por conseguinte, o Homem autêntico precede os períodos quaternário, terciário, secundário e primário. Se o animal intelectual subsistiu às tormentas e às revoluções do eixo da Terra, enquanto os répteis desapareceram, isso prova categoricamente a antiguidade humana.
Portanto, o leitor precisa refletir profundamente nesta instrução gnóstica. Se a espiritualidade devolver ao animal intelectual a sua Mônada essencial, o circo materialista desabará. Enfim, o momento exato de desmascarar a antropologia materialista e devolver os valores eternos à humanidade chegou definitivamente.
Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor.

