Tarot Para Autoconhecimento: Desvende o Mapa da Sua Alma
Você já se sentiu perdido, buscando um mapa para sua própria alma?
Em um mundo cheio de ruído externo, a jornada para dentro de si mesmo é a mais transformadora de todas.
O Tarot para autoconhecimento surge como uma bússola ancestral, mas seu verdadeiro poder vai muito além de simplesmente prever o futuro. Ele é um espelho que reflete as paisagens ocultas da sua psique, revelando os caminhos, os desafios e o imenso potencial que já existem em você.
Neste guia completo, exploraremos o Tarot sob uma ótica única e profunda: a da Gnosis com o Tarot Egípcio, considerado a raiz de todos os outros baralhos. Esquecemos as leituras superficiais para apresentar esta ferramenta sagrada como um verdadeiro manual para o desenvolvimento espiritual, um mapa preciso para a sua jornada interior.
Ao longo deste artigo, você descobrirá:
- A verdadeira origem simbólica do Tarot, segundo os ensinamentos gnósticos.
- Como os Arcanos Maiores e Menores funcionam como um espelho fiel da sua psique.
- A diferença crucial entre prever o futuro e receber orientação para transformar o presente.
- Passos práticos para iniciar sua própria leitura focada no desenvolvimento pessoal e na eliminação de bloqueios.
Se você está pronto para transformar o Tarot de um simples oráculo em um poderoso aliado para a revolução da sua consciência, continue a leitura. A jornada para decifrar o mapa da sua alma começa agora.
Porque o Tarot Egípcio
Em primeiro lugar, é fundamental esclarecer que utilizamos o Tarot Egípcio, pois, segundo esta linhagem, dele descendem todos os outros Tarots.
Dentro do ensinamento gnóstico, uma das práticas mais eficazes para auxiliar a pessoa que trilha o caminho do descobrimento interior e busca uma mudança radical em sua vida consiste, de fato, na prática de trabalhar com o Tarot.
O Tarot para autoconhecimento é, portanto, muito mais do que um simples oráculo. Na verdade, ele funciona como um espelho da alma, pois revela caminhos e potenciais que já existem dentro de você.
Por meio de seus arquétipos e símbolos, essa ferramenta ancestral oferece um mapa para a sua jornada interior, permitindo, assim, uma profunda conexão com sua essência.
O que é o Tarot e como ele realmente funciona?
As setenta e oito lâminas do Tarot se assemelham a setenta e oito hieróglifos inefáveis, que brilham dentro da pirâmide de cinco ângulos denominada homem: 1+2+3+4=10.
Consequentemente, todo o progresso do estudante se baseia sobre esses números. Cada ano, aliás, possui sua própria carta cabalística que nos permite fazer prognósticos intuitivos.
Por exemplo, decompomos o ano de 2025 da seguinte forma: 2+0+2+5= 9. Este é o Arcano IX, O Eremita ou Ermitão.
Significado:
O arcano nº. 9 é o Ermitão, prudente e sábio; é a solidão. Na nona esfera há grandes sofrimentos.
Na nona esfera existe suprema dor, tal como é afirmado por Dante, na Divina Comédia.
Temos de aprender a entender; temos de aprender a sofrer, a ser resignados. Aqueles que não o são, fracassam.
Sephirote cabalístico: “Jesod”.
Letra hebraica: “Teth”.
Axioma transcendente: “sobe ao monte e contempla a Terra Prometida, mas não te afirmo que entrarás nela”.
Elemento de Predição: “promete a ciência para que se faça descobrimentos; ordem ao analisá-los e cautela para servir-se deles.
Associações novas e propícias. Amigos que ajudam e amigos que obstaculizam. Luz da razão e luz da intuição; a primeira para o imediato e a segunda para o que virá a ser.”
Como colocar em prática o número nove que corresponde ao ano de 2025?
Esta carta, antes de tudo, nos mostra que somos como esse Eremita: um guerreiro que viaja pelo caminho que o destino lhe traça. Da mesma forma, em nossa jornada pelo autoconhecimento, viajamos sós, porém, com o auxílio de tudo que nos rodeia.
Além disso, ela nos indica que não devemos nos meter em conflitos, pois aí reside o “Diabo”.
Isso não significa deixar de resolver as coisas que nos concernem, mas sim, resolvê-las com a luz da razão que habita em nós. No entanto, para acessá-la, precisamos de calma e sabedoria.
Prática sugerida: Oferecer uma rosa para cada ressentimento, pois este nos impede de viver o que devemos viver.
Contudo, sabemos que uma grandíssima parte da humanidade sofre demasiado com rancores e mágoas. Felizmente, as rosas podem curar essas enfermidades.
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Nossa data de nascimento:
Citação: “Se somarmos entre si todos os números que compõem a data de nascimento, obteremos nosso número cabalístico próprio. Há que extrair os valores numéricos das letras do nome e sobrenome”.
Samael Aun Weor – Curso Zodiacal
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Citação: “Na realidade, o que comprovei é que dentro do nome das pessoas, segundo o sentido das letras, encerra-se o Karma.
Por exemplo: as mulheres cujo nome é Dolores sofrem o indizível na vida. Certo político colombiano, tinha o sobrenome “Turbay”, que poderíamos decompô-lo assim: turba ais ou ai turba. Esse político morreu sem ver seu triunfo e as multidões não o seguiram.
O cabalista autorizado só se move sob a voz do Íntimo. Quando o intelecto quer combinar as cartas do Tarô por sua própria conta, abisma-se nos mais penosos extravios.”
Curso Zodiacal – VM Samael Aun Weor – Página: 35
Mas o que é o Tarot?
Citação: Segundo os ensinamentos da Gnosis, o Tarô é a sabedoria esotérica das estrelas. As cartas do Tarô são tiradas dos mundos mais inefáveis da luz edênica.
As cartas do Tarô ajudam a guiar o estudante na sua vida privada e funcionam maravilhosamente nas mãos dos “Castos”, ou seja, dos Gnósticos que praticam o Arcano A.Z.F.
Aqueles que estão fora da castidade não podem manipular o nosso Tarô e, por conseguinte, perdem o seu tempo, funcionando unicamente com o intelecto ou com qualquer outra função deste.
No Tarô encontrarão a informação correspondente sobre como funciona; trata-se de uma informação escrita no final, quando as cartas são recortadas, e dão-se exemplos para orientar o principiante a Teurgo.
Sabendo manusear o Tarot e com o conhecimento que o livro Curso Esotérico de Kabala encerra, o estudante livra-se de cair em muitos erros e poderá dirigir sabiamente a si mesmo, bem como as pessoas que dele dependem.
Por exemplo, se oferecem um negócio a uma pessoa e ela não sabe se lhe irá bem, ela pode ir ao seu altar. Se este não estiver ao seu alcance, pode consultar onde for possível, evitando a curiosidade dos externos.
Ali, ela pede ao seu Íntimo que a oriente, baralha as cartas e tira uma. Se essa carta anunciar perigo, ela não deve se meter; mas se a carta tirada disser, por exemplo: “Bons negócios”, “Boa Sorte”, está indicando que não há o que temer. Se, por outro lado, a carta a confundir, também não deve fazer o negócio.
Curso Esotérico de Kabala – VM Samael Aun Weor – Página: 2
O Curso Esotérico de Kabala
O Curso Esotérico de Kabala dedica-se a nos ensinar a maravilhosa ciência dos números. Através dela, podemos nos desembaraçar de situações psiquicamente torturantes, provocadas por circunstâncias do quotidiano que convertem nossa mente em um labirinto de dúvidas, medos e paixões.
Atualmente, as bibliotecas e livrarias estão cheias de livros, revistas e enciclopédias luxuosas, cuja variedade de temas chama a atenção. No entanto, raras vezes encontraremos ali uma obra realmente dedicada a nos ensinar como nos livrarmos da dor, tornando nossa vida mais amável.
O Curso Esotérico de Kabala é, de fato, a interpretação precisa do Tarot Egípcio. Esta maravilhosa obra não é fruto do conhecimento intelectual, mas sim o resultado de rigorosas investigações esotéricas, feitas pelo Mestre de Mistérios Maiores Aun Weor, por meio da iluminação do Espírito Santo.
A ti, que és inquieto e não te conformas com a pseudoespiritualidade de tantos dirigentes que dizem ensinar A Verdade, já que te empenhaste em abrir caminho, continua, pois não estás só.
Deixa os que metem medo de lado e pratica os ensinamentos que encontrares neste livro ou em qualquer obra do Mestre Samael Aun Weor. Assim, encontrarás por ti mesmo a resposta às tuas investigações e farás com que essa mesma inquietude te sirva de estímulo para o teu progresso.
Quem és? De onde vens? Para onde vais? Tu tens as respostas; portanto, procura-as dentro de ti mesmo. Os charlatães falam do que não sabem, os intelectuais opinam de acordo com sua mentalidade e os cegos, guias de cegos, levar-te-ão ao abismo com seus conselhos.
Acesse Aqui o livro Curso Esotérico de Kabala
A Origem do Tarot: Duas Perspectivas Distintas
Para compreender o Tarot, é essencial explorar tanto sua fascinante história etimológica e acadêmica quanto sua profunda origem simbólica, revelada pelo conhecimento gnóstico.
Etimologia da palavra Tarot
De forma resumida, a palavra “tarot” vem do francês, que por sua vez a adaptou do italiano “tarocchi”. No entanto, a origem da palavra italiana é incerta e alvo de várias teorias, o que torna essa jornada etimológica bastante interessante.
1. A Origem Italiana: De Trionfi para Tarocchi
O baralho de tarot surge no norte da Itália em meados do século XV. Inicialmente, ele não se chamava “tarot”, mas sim “carte da trionfi”, que significa “cartas dos triunfos”. O nome se refere à principal inovação do baralho: um conjunto de cartas especiais (os arcanos maiores) que funcionavam como “trunfos” no jogo.
Posteriormente, no início do século XVI, outro jogo de cartas também chamado “trunfos” tornou-se popular. Para evitar confusão, as “carte da trionfi” precisaram de um novo nome. Foi então que a palavra “tarocchi” começou a ser usada, por volta de 1505.
2. O Mistério da Palavra “Tarocchi”
A origem exata de “tarocchi” é desconhecida, mas os historiadores debatem algumas teorias principais:
A Teoria do Rio Taro: Sugere que o nome deriva do Rio Taro, no norte da Itália. Contudo, não há evidência documental que conecte o jogo a este rio.
A Teoria da Origem Árabe: Alguns estudiosos sugerem que a palavra pode derivar do árabe ṭarḥ (طَرْح), que significa “rejeitar” ou “descartar”. Embora plausível, a ligação fonética não é direta.
A Teoria do “Tarocco” como “Tolo”: Em alguns dialetos italianos, taroccare significava “agir como um tolo”. Assim, a palavra poderia estar ligada a algo “falso” ou “frívolo”.
3. A Transição para o Francês: Tarot
Quando o jogo se espalhou para a França no século XVI, os franceses adaptaram a palavra italiana “tarocchi” (plural) para o singular francês “tarot”, com o “t” final mudo. A partir da França, a palavra se espalhou para outras línguas.
Evolução do Significado
É crucial notar que, durante séculos, a palavra “tarot” referia-se exclusivamente a um jogo. Foi no final do século XVIII que ocultistas como Antoine Court de Gébelin e Etteilla começaram a associar o baralho à sabedoria do Antigo Egito. Consequentemente, essa reinterpretação esotérica deu à palavra “tarot” o significado que ela tem predominantemente hoje: uma ferramenta para cartomancia e desenvolvimento espiritual.
Resumo da Etimologia
Século XV (Itália): O baralho surge como carte da trionfi.
Início do Século XVI (Itália): O nome muda para tarocchi.
Século XVI (França): A palavra é adaptada para tarot.
A partir do Século XVIII: A palavra “tarot” passa a ser associada principalmente à adivinhação.
Etimologia da palavra Tarot segundo a Gnosis
No século XX, o V. M. Samael nos explica que, em suas investigações nos registros Akáshicos da natureza (termo do ocultismo para o arquivo cósmico de tudo), ele traz a explicação de que a palavra Tarot vem de Thoth, o deus egípcio. Isso, de fato, demonstra a ligação com os Mistérios dessa civilização. Desvendando a origem simbólica e histórica do Tarot segundo o conhecimento gnóstico
Enquanto a história convencional aponta para origens medievais, a Gnosis revela uma verdade muito mais antiga sobre o Tarot. Longe de ser um mero baralho, o Tarot Egípcio é, na verdade, um livro sagrado que compila a sabedoria divina. Para entender sua essência, precisamos viajar para além do tempo.
O Autor Divino do Tarot: O Anjo Metraton (Enoque)
A Gnosis ensina que o autor do Tarot não foi um ser humano, mas o grande iniciado que a Bíblia conheceu como Enoque. Após sua glorificação, Enoque se transformou no Anjo METRATON.
Como ensina o V.M. Samael Aun Weor: “O autor do Tarô foi o Anjo METRATON, ele é o chefe da Sabedoria da Serpente e foi o profeta ENOQUE, de quem a Bíblia nos fala.”
Este grande mestre, que a tradição também identifica como Thoth no Egito, não só codificou os 22 Arcanos Maiores, mas também nos legou as 22 letras do Alfabeto Hebraico, estabelecendo assim uma conexão inseparável entre o Tarot e a Cabala.
O Livro de Pedra: O Templo Secreto Sob a Esfinge
Citação: “O Anjo METRATON ou Enoque deixou-nos o Tarô, no qual se encerra toda a Sabedoria Divina; este ficou escrito em pedra.”
Tarot y Kabala – VM Samael Aun Weor – Página: 1
Esta biblioteca sagrada não está à vista de todos. A Gnosis revela sua localização precisa: um templo subterrâneo secreto, oculto sob a Grande Esfinge de Gizé. A porta de entrada para este santuário, no entanto, é conhecida por muito poucos.
Mais que Adivinhação: Um Mapa para a Autorrealização
Para a Gnosis, usar o Tarot para adivinhar o futuro limita seu poder. Sua verdadeira função, portanto, é servir como um mapa detalhado da consciência e um guia para a Autorrealização espiritual. Cada Arcano é uma força viva que podemos aprender a manipular em nosso universo interior.
O Grande Arcano (A.Z.F.): A Chave Suprema do Tarot
O segredo central do Tarot é o Arcano A.Z.F., o mistério da Alquimia. Ele se refere à transmutação da energia criadora como o único meio de despertar a Kundalini e regenerar o ser humano. Sem esta chave, de fato, o livro de pedra permanece selado.
Metraton e Sandalfon: Os Guardiões do Karma Dentro de Nós
Estas leis operam diretamente dentro de nós. Samael Aun Weor explica:
Citação: “…temos um Metraton (relacionado com o nosso ombro direito), que é uma parte de nós mesmos, do nosso próprio Ser, que anota no Livro da Lei as nossas boas obras. Fala-se de SANDALFON (esse está relacionado com o ombro esquerdo)… uma parte de nosso Ser que anota as más obras que fazemos.”
El Quinto Evangelio – VM Samael Aun Weor – Página: 883
Estudar o Tarot é, portanto, aprender a trabalhar com essas forças internas, compreender nosso karma e trilhar o caminho da retidão. Em suma, o Tarot Egípcio é a fonte da sabedoria primordial e um presente do Anjo Metatron.
História do Tarot Egípcio ao longo do tempo
A história do “Tarot Egípcio” é um tema fascinante, pois envolve duas narrativas completamente diferentes: a versão esotérica e a versão segundo os estudos históricos.
A Perspectiva da História e da Arqueologia (O que os fatos mostram)
Do ponto de vista acadêmico, a ideia de que o Tarot se originou no Antigo Egito não tem qualquer fundamento histórico, principalmente por não se encontrar uma ligação direta. Aqui estão os pontos que a ciência alega:
Origem Real para a Ciência: O baralho de Tarot surgiu no norte da Itália por volta de 1440 como um jogo de cartas chamado carte da trionfi.
Iconografia Europeia: A simbologia dos arcanos (O Papa, A Imperatriz, etc.) é claramente adaptada da Europa medieval/renascentista.
Ausência de Evidências no Egito: Em mais de 200 anos de escavações, nunca se encontrou um artefato que se assemelhasse a uma carta de Tarot.
Uso Divinatório Tardio: O uso do Tarot para adivinhação só se popularizou a partir do final do século XVIII, mais de 300 anos após sua criação.
Em resumo, segundo a história, o Tarot é uma invenção europeia do século XV, e a conexão com o Egito é uma criação posterior que ainda não pode ser provada.
A História do ponto de vista Esotérico (Como a conexão com o Egito foi criada)
Então, de onde veio a ideia de um “Tarot Egípcio”? Essa narrativa foi construída por ocultistas europeus a partir do final do século XVIII.
Antoine Court de Gébelin (1781): Este pastor protestante francês afirmou que as cartas eram os restos de um antigo livro egípcio de sabedoria, o “Livro de Thoth”.
Etteilla (Final do século XVIII): Pouco depois, este cartomante criou o primeiro baralho de Tarot especificamente para fins divinatórios, “restaurando-o” à sua suposta forma egípcia.
Ocultismo Francês do Século XIX: Grandes nomes como Eliphas Lévi cimentaram essa ideia, conectando os 22 Arcanos às 22 letras do alfabeto hebraico e à Cabala.
Criações do Século XX: Os baralhos que hoje conhecemos como “Tarot Egípcio” (como o Tarot Kier) são, na verdade, criações do século XX, baseadas nesta lenda esotérica.
Conclusão: Duas Histórias Paralelas
Portanto, a história do “Tarot Egípcio” se divide assim:
História Factual: O Tarot nasceu na Itália do século XV como um jogo. Sua conexão com o Egito é um mito esotérico criado no século XVIII.
História Esotérica: Dentro da tradição ocultista, o Tarot é o “Livro de Thoth”, uma sabedoria egípcia que sobreviveu. Embora historicamente imprecisa, essa crença deu origem a uma rica tradição espiritual.
Em última análise, um historiador dirá que o Tarot Egípcio não existiu no Antigo Egito. Por outro lado, um esoterista dirá que sua essência espiritual é egípcia, e os baralhos modernos tentam resgatar essa sabedoria.
Como as cartas do Tarot se comunicam com você?
Muitos buscam o Tarot para obter respostas, mas poucos entendem como essa comunicação realmente acontece. Para a Gnosis as cartas não são pedaços de papel com poderes mágicos; pelo contrário, elas são um alfabeto sagrado através do qual forças superiores — e, principalmente, nosso próprio Ser Interior — se comunicam conosco.
O Tarot Não Fala: O Seu Ser Interior Fala Através Dele
Este é o primeiro e mais crucial segredo: as cartas em si mostram um símbolo a ser decifrado. A verdadeira voz que se manifesta através dos Arcanos é a do seu Ser Interior. O Tarot funciona, assim, como um canal, um espelho simbólico que reflete a sabedoria que já reside em você.
Os 3 Pilares da Comunicação com os Arcanos
Para que esta comunicação sagrada ocorra, o praticante deve dominar três chaves fundamentais:
A Intuição: A primeira resposta do Tarot não é mental, mas sim intuicional. Samael Aun Weor chama a esta faculdade de “Cardiognosis”: o conhecimento que brota do coração.
A Numerologia Cabalística: Cada Arcano é um número vivo. O universo, segundo a Gnosis, é feito de Número, Medida e Peso. Portanto, a comunicação também segue uma lógica matemática divina.
O Estado de Consciência do Praticante: A comunicação com o Tarot exige um estado interior específico. É necessário reverência, silêncio mental e um propósito elevado, focado no trabalho espiritual.
Orientação Espiritual vs. Adivinhação Fatalista
A Gnosis rejeita a ideia de um futuro pré-determinado. O Tarot não lhe dirá “o que vai acontecer”, mas sim:
Diagnosticará seu estado atual.
Mostrará as consequências kármicas prováveis.
Apresentará o caminho a seguir para transcender um problema.
A comunicação do Tarot é, portanto, um ato de empoderamento. Ele entrega o mapa e a bússola, mas a jornada é sua.
O Papel do Intérprete de Tarot na Gnosis: Mais que um Leitor, um Canal para o seu Ser
Numa consulta de Tarot, quem realmente responde às suas perguntas? A visão gnóstica vira a ideia comum de cabeça para baixo. O verdadeiro intérprete não é a fonte da sabedoria, mas sim um canal puro para que você ouça a voz do seu próprio Ser Interior.
O Intérprete
Aclaramos que o intérprete seria a própria pessoa que busca nas cartas entendimento e essa procura é inspirada pela Consciência superlativa do Ser.
O princípio fundamental é que o diálogo real ocorre entre você e sua Mônada Divina. O trabalho consiste em criar um campo sagrado e permitir que a sabedoria do seu Ser se manifeste.
As qualidades essenciais de interpretar as cartas segundo o conhecimento Gnóstico
Tratar-se-á de ter uma mente limpa que exigirá disciplina. Um intérprete gnóstico autêntico deve cultivar três pilares:
Domínio da Intuição (Cardiognosis): A verdadeira percepção não vem do cérebro, mas do coração.
Conhecimento Profundo da Lei: O intérprete deve conhecer o simbolismo de cada Arcano, a Cabala e a Numerologia para dar forma e clareza à percepção intuicional.
Morte Psicológica: Esta é a qualidade mais importante. Um intérprete cheio de orgulho ou medo é um canal sujo. Portanto, ele deve estar em um trabalho sério e contínuo sobre si mesmo para eliminar os “eus” que interferem na comunicação divina.
O que Esperar de uma Leitura Gnóstica: Orientação, Não Sentença
Uma consulta gnóstica nunca lhe dará uma sentença fatalista. Em vez disso, ela irá:
Diagnosticar: Revelar quais forças e leis kármicas atuam em sua vida.
Clarificar: Mostrar os defeitos psicológicos que causam sofrimento.
Orientar: Apontar o trabalho interior que você precisa realizar.
Em conclusão, o intérprete de Tarot na Gnosis é um servo humilde da Lei Divina. Seu maior talento não é ver o futuro, mas sim tornar-se invisível para que a luz da sua própria sabedoria interna possa brilhar.
Tarot para autoconhecimento: qual é o seu verdadeiro poder?
Para a Gnosis, o verdadeiro autoconhecimento não é uma jornada de autoaceitação passiva, mas sim uma guerra declarada contra nossas trevas interiores.
Nesta batalha, o Tarot não é um guia de autoajuda; pelo contrário, é a mais poderosa arma de diagnóstico, um espelho implacável que revela o inimigo a ser vencido: nosso próprio ego.
Além do Espelho: O Tarot como Raio-X dos Defeitos Psicológicos
A Gnosis ensina que o poder do Tarot vai além do reflexo superficial. Ele funciona como um raio-X espiritual, capaz de revelar a verdadeira causa do sofrimento: os “eus” ou “agregados psicológicos”.
Cada um de nós carrega legiões de defeitos (ira, cobiça, orgulho) que roubam nossa energia. O verdadeiro autoconhecimento, portanto, é a capacidade de auto-observar esses defeitos em ação.
Como o Tarot Revela os Seus Defeitos Ocultos
O Tarot é direto e preciso quando usado para o autoconhecimento profundo. Ele faz isso de três maneiras principais:
A Carta como Arquétipo de um Defeito: Cada Arcano representa uma Lei Universal, mas também o defeito que a viola. O Arcano 15 (O Diabo), por exemplo, não representa uma entidade externa, mas sim nossos próprios “eus” do vício e do desejo.
A Pergunta Correta: O poder do Tarot é ativado pela intenção. Em vez de perguntar “O que o futuro me reserva?”, o estudante gnóstico pode perguntar: “Qual defeito psicológico está causando este conflito na minha vida?”.
De Conhecer a Eliminar: Este é o ponto crucial. O verdadeiro poder do Tarot não está apenas em identificar o defeito, mas em dar clareza para o trabalho de eliminação através da Morte Psicológica.
Em conclusão, o verdadeiro poder do Tarot para o autoconhecimento é ser a ferramenta mais eficaz para o diagnóstico e a erradicação de nossos defeitos psicológicos. Ele é, de fato, o mapa para a revolução da nossa própria consciência.
Tarot psicológico: um espelho fiel da sua alma
O termo “Tarot Psicológico” sugere uma ferramenta para explorar a nossa psique. A Gnosis concorda que o Tarot é o espelho mais fiel da alma, mas com uma diferença crucial: seu propósito não é nos fazer sentir confortáveis, mas sim dar clareza para eliminar o que nos causa sofrimento. Este não é um espelho para admiração; é um bisturi de luz para a cirurgia da alma.
Redefinindo “Psicologia”: A Gnosis da Alma
A Psicologia Gnóstica estuda a Alma (nossa Essência) e sua condição trágica: estar aprisionada dentro do Ego (a legião de defeitos). O Tarot, nesse contexto, é o espelho que nos permite diferenciar claramente entre nossa Essência pura e os “eus” que usurparam nosso templo interior.
Como o Tarot se Torna um Espelho Fiel da Sua Psicologia Interior?
O Tarot penetra no subconsciente e revela as causas ocultas de nossos padrões de comportamento.
Os Arcanos como Arquétipos do Ego: Cada Arcano representa uma Lei, mas também o defeito que a viola.
O Tarot como Ativador da Auto-Observação Psicológica: A revelação do Tarot é o ponto de partida. Se o Tarot lhe mostra o “eu do orgulho”, sua tarefa é começar a caçar esse defeito em tempo real, observando-o em seus pensamentos, emoções e ações.
Psicologia Gnóstica: Busca eliminar o Ego (a Sombra), compreendendo-o como uma criação anormal que aprisiona a luz, (Essência).
O espelho do Tarot na Gnosis: Em uma consulta sobre assuntos psicológicos não lhe vai mostrar uma parte de si para “abraçar”. Pelo contrário, ele mostra um ladrão dentro da sua própria casa para que você possa expulsá-lo. Em conclusão, o Tarot na Psicologia Gnóstica é uma ferramenta revolucionária que revela a verdade crua de nossa prisão interior e, ao mesmo tempo, nos entrega o mapa para nossa libertação.
Previsão do futuro vs. orientação para o presente: qual a diferença?
A ânsia por desvendar o futuro é uma constante humana. No entanto, a Gnosis, conforme ensinada pelo V.M. Samael Aun Weor, oferece uma perspectiva diferente, distinguindo claramente a previsão do futuro da orientação para o presente. Compreender essa diferença é, de fato, fundamental.
O Que é a Previsão do Futuro na Perspectiva Gnóstica?
Do ponto de vista gnóstico, o futuro não é fixo. Ele é, em grande parte, a repetição mecânica do passado, regida pela Lei do Karma ou também, pela Lei do Destino. Quando alguém tenta “prever o futuro”, geralmente está apenas lendo as consequências de causas já criadas.
A Armadilha da Adivinhação e da Curiosidade
A gnosis adverte que a busca pela previsão muitas vezes alimenta a passividade e o fatalismo. É o Ego, curioso e medroso, que deseja saber o que vai acontecer. Prever um futuro mecânico não tem valor transformador; o verdadeiro trabalho é mudar o nosso destino.
O Que é a Orientação para o Presente? A Chave da Transformação
Enquanto a previsão foca no efeito, a orientação gnóstica foca na causa. A orientação para o presente é a capacidade de receber, no aqui e agora, a guia do nosso Ser Interior sobre como agir corretamente. Ela não responde à pergunta “O que vai acontecer comigo?”, mas sim à pergunta: “O que devo fazer agora para eliminar a causa do meu sofrimento?”.
O Papel do Coração e do Trabalho Interior
A orientação verdadeira é fruto do trabalho sobre si mesmo. Ela se manifesta quando praticamos a auto-observação, a Morte Psicológica e buscamos a conexão com o Ser. Em suma, a diferença entre prever o futuro e buscar orientação é a diferença entre ser um prisioneiro do destino e ser o arquiteto da sua própria libertação.
A fascinante conexão do Tarot com o inconsciente coletivo
Para o conhecimento gnóstico, o Tarot transcende muito sua popularidade como método de adivinhação. Na verdade, ele é o “Livro de Thoth”, um compêndio sagrado de leis cósmicas e arquétipos universais. Sua profunda conexão reside, portanto, no seu poder de atuar como uma chave poderosa para auxiliar e descobrir as trevas que se alojam no inconsciente coletivo.
O Estudo dos Registros Akáshicos
Quando se estuda os Registros Akáshicos da Natureza, que são a memória da natureza e da criação, veem-se neles uma espécie de “filmes vivos”, toda a História da Terra e de suas raças.
Ao acessar esses registros, foi como os grandes esoteristas trouxeram valiosas informações. Inclusive, o Tarot foi resgatado através desse método.
Os Sábios que puderam estudar os Registros Akáshicos sabem que a ATLÂNTIDA foi uma realidade, que foi um enorme continente que se estendia do Sul em direção ao Norte.
Este gigantesco continente serviu de cenário para a Raça que nos precedeu no curso da História. Refiro-me à Grande Raça dos Atlantes, que era uma Raça de Gigantes (por isso a lenda dos séculos nos fala do “GIGANTE BRIAREU”, “o dos cem braços”), uma Raça de verdadeiros Ciclopes.
Tal raça chegou a ter uma civilização poderosa, milhões de vezes mais poderosa que a nossa: em matéria de tecnologia foram excepcionais.
A Gnosis conhece há milênios os Registros Akáshicos. Trata-se de um “banco de dados” imaterial onde todas as experiências e conhecimentos da humanidade estão armazenados. Os 22 Arcanos Maiores, por consequência, não são meras cartas; são representações desses arquétipos fundamentais.
Prática Sugerida:
“Pronunciando com o S um som sibilante como o do ar. Com esta chave, vocês despertarão totalmente a Clarividência e ganharão o poder de ler os “Arquivos Akáshicos” da Natureza”.
Curso Zodiacal – VM Samael Aun Weor – Página: 34
Diagnóstico
Quando um estudante gnóstico consulta o Tarot, não está buscando prever um futuro imutável. Pelo contrário, está utilizando este alfabeto simbólico para dialogar com as profundezas do seu próprio ser.
O Tarot atua por lei de sincronicidade: as cartas que se manifestam são um espelho preciso das forças arquetípicas ativas naquele instante.
Portanto, o Tarot, na visão gnóstica, é uma ferramenta de diagnóstico da alma. Ele nos revela quais leis (Karma) estamos vivenciando e quais potências do nosso Ser (virtudes) necessitamos despertar.
Em outras palavras, é um mapa sagrado que, em vez de nos mostrar um destino fixo, nos aponta o caminho da transformação consciente, aqui e agora.
O V. M. Samael em seu livro: El Quinto Evangelio Página: 1642 nos ensina que um indivíduo que fala contra a Magia Sexual está falando contra o Arcano 9 do Tarot, portanto, está atraindo para si um carma horrível.
Um indivíduo que fale a favor, digamos, do dogma da Evolução, que queira escravizar as mentes alheias com o dogma da Evolução, está violando a Lei do Arcano 10 do Tarot, e assim sucessivamente.
Citação: O Tarot é o “padrão de medidas” para todos, como eu disse no meu livro intitulado “O Mistério do Áureo Florescer “. Termino dizendo que os autores são livres para escrever o que quiserem, muito livres, mas que não se esqueçam do padrão de medidas, o Tarot, o Livro de Ouro, se não quiserem violar as Leis Cósmicas e cair sob a Lei da Katancia (o carma superior). Aqueles que defendem o dogma da Evolução estão violando as Leis do Arcano 10 do Tarot.
Bem, depois desta pequena digressão, quero dizer-lhes que este Tarot tão sagrado, tão sábio, se converteu num jogo de pôquer, nos distintos jogos de cartas que existem para divertir as pessoas. As pessoas se esqueceram de suas leis, de seus princípios. (…)
Benefícios diretos do Tarot no seu desenvolvimento pessoal
Longe de ser um mero jogo de adivinhação, o Tarot, na perspectiva da Gnose, é uma ferramenta de poder para o despertar da consciência.
Quando você o utiliza corretamente, ele não serve para prever um futuro fatalista, mas sim para diagnosticar seu estado interior e lhe dar as chaves para a transformação.
Autoconhecimento Profundo e Diagnóstico da Alma
O Tarot funciona como um espelho da nossa psique, oferecendo um diagnóstico preciso de nossas fraquezas e potencialidades. Consequentemente, ele nos permite saber exatamente onde devemos aplicar o trabalho de Morte Psicológica.
Compreensão Prática da Lei do Karma
Os Arcanos representam leis universais, incluindo o Karma. A consulta ao Tarot nos ajuda a compreender por que estamos vivendo determinadas situações, apontando não apenas a consequência, mas também a causa.
Ferramenta Ativa para Meditação e Eliminação de Defeitos
Cada um dos 22 Arcanos Maiores é um tema para meditação profunda. Essa compreensão, unida à súplica à nossa Mãe Divina interior, é o que permite a real eliminação dos nossos defeitos.
Desenvolvimento da Intuição e Conexão com o Ser
O uso regular e sagrado do Tarot ajuda a educar e afinar nossa intuição. Com o tempo, o Tarot se torna uma ponte para ouvir a voz do nosso Ser Interior Profundo, nosso guia interno.
Despertar de Faculdades Superiores
O V.M. Samael Aun Weor ensina que o trabalho sério com o Tarot, combinado com os Três Fatores da Revolução da Consciência, ativa os centros superiores do ser humano e estimula o desenvolvimento de faculdades latentes da alma.
Em resumo, na Gnosis, o Tarot deixa de ser um oráculo passivo para se tornar um manual de instruções ativo para a engenharia da alma.
Como o Tarot ajuda a alcançar clareza mental e emocional
A confusão mental e o desequilíbrio emocional são, segundo a Gnosis, o resultado direto do caos gerado pela multiplicidade de nossos “Eus”. Nesse cenário, o Tarot surge como uma poderosa ferramenta de diagnóstico para trazer luz a essa escuridão.
Identificando, Não Apenas o Sintoma:
Quando você se sente ansioso, essa é a consequência. O Tarot, por sua vez, revela a causa. Por exemplo, uma consulta pode mostrar o Arcano 8 (A Justiça), indicando que sua confusão nasce de um karma pendente, algo que devemos pagar, pois a Justiça está determinando. Ao identificar a raiz, você pode trabalhar na causa real.
Traduzindo Emoções em Símbolos Compreensíveis:
Muitas vezes, nossas emoções são vagas. O Tarot traduz esses sentimentos em arquétipos universais.
Aquele “aperto no peito” pode se manifestar como o Arcano 10 (A Retribuição). Com isto, mostrando que você está preso em um ciclo repetitivo. Ter um símbolo claro permite que você compreenda e medite sobre seu estado.
Apontando o Caminho para a Solução Interior:
O Tarot Gnóstico aponta para dentro. Ao identificar o “Eu” causador da desordem, ele lhe dá a matéria-prima para o trabalho de Morte Psicológica.
A clareza não vem de uma carta que diz “tudo vai ficar bem”, mas de uma carta que diz: “Observe e elimine este defeito específico dentro de você”.
Utilizando as cartas para tomar decisões mais conscientes
No labirinto da vida, a mente, com sua legião de “Eus”, gera um ruído ensurdecedor. Tomar uma decisão a partir desse caos interno é garantir uma ação mecânica.
A Gnosis ensina que uma decisão consciente não nasce da pergunta “O que é melhor para mim?”, mas sim: “Qual é a Vontade do meu Ser Interior Profundo?”. É aqui que o Tarot se revela uma ferramenta transcendental.
Diagnóstico dos ‘Eus’ Envolvidos:
Antes de perguntar “devo fazer A ou B?”, o estudante gnóstico usa o Tarot para perguntar: “Quais forças do meu ego estão influenciando esta decisão?”. Ao identificar os atores do drama interior, podemos nos recusar a ser suas marionetes.
Busca pelo ‘Reto Agir’:
Uma vez que os “Eus” são silenciados, a pergunta se torna: “Qual caminho está alinhado com o Reto Pensar, o Reto Sentir e o Reto Agir?”. A resposta virá como uma orientação, não uma ordem.
Diferenciar a Voz do Ego da Voz do Ser:
O Tarot atua como um amplificador da voz silenciosa da Consciência. Ele nos ajuda a sentir qual caminho ressoa com a paz do Espírito e qual ressoa com a ansiedade do ego.
Portanto, utilizar o Tarot para decidir não é transferir a responsabilidade, mas sim assumi-la em um nível mais profundo.
Superando bloqueios e padrões repetitivos com o Tarot
Na jornada da vida, muitos de nós caímos nos mesmos erros, presos em um ciclo. A Gnosis explica que isso é a manifestação da Lei da Recorrência, e a causa raiz é sempre um “Eu” específico que não foi eliminado.
O Tarot, nesse sentido, atua como uma radiografia da alma, expondo a engrenagem oculta por trás desses bloqueios.
A Identidade do “Eu” Dominante:
Uma consulta pode revelar o Arcano 10 (A Retribuição), confirmando que você está em um ciclo, ou para o Arcano 15 (A Paixão), indicando que a causa é um desejo incontrolável.
O Caminho para a Libertação:
O Tarot não oferece uma solução externa; pelo contrário, ele ilumina o trabalho interno necessário. Ao identificar o “Eu” que causa o bloqueio, você ganha a matéria-prima para a Morte Psicológica. Dessa forma, o Tarot transforma você de um prisioneiro da recorrência em um artesão consciente da mudança.
Os Arcanos Maiores e a grande jornada da alma
Na perspectiva gnóstica, os 22 Arcanos Maiores são arquétipos universais que representam as leis cósmicas e as etapas do trabalho interior.
Ciência dos Números e da Cabala: Os Arcanos estão intrinsecamente ligados à Cabala, a “ciência dos números”. Cada um encerra leis de “Número, Medida e Peso”.
Mapa da Psique Humana: Cada Arcano representa uma força dentro do ser humano, desde nosso corpo físico até nosso Ser mais profundo.
Ferramentas para o Trabalho Interior: Mais do que descrever, os Arcanos ensinam o caminho para a libertação do Ego e o nascimento do Homem Solar.
A sequência dos 22 Arcanos Maiores, portanto, descreve a “Grande Obra”, a jornada da alma desde sua condição “adormecida” até sua união total com o Ser.
O significado oculto dos principais Arcanos Maiores
PREDIÇÃO E SÍNTESE

Arcano Nº. 1: O Mago. O Homem. «Espada; Vontade; Poder».
Arcano Nº. 2: A Sacerdotisa. A Mulher do Mago. «Ciência Oculta». Favorável.
Arcano Nº. 3: A Imperatriz. A Mãe Divina. «Produção material e espiritual».
Arcano Nº. 4: O Imperador. «Mando; progresso; êxito, misericórdia».
Arcano Nº. 5: O Hierarca. O Rigor da Lei. «O Carma; Marte; Guerra».
Arcano Nº. 6: A Indecisão. O Enamorado. «Victória; boa sorte».
Arcano Nº. 7: O Triunfo. O Carro de Guerra. « Guerras; lutas; expiação; dor; amargura».
Arcano Nº. 8: A Justiça. O Arcano de Jó. « Sofrimentos; provas; dor».
Arcano Nº. 9: O Eremita. A Iniciação. «Solidão; sofrimentos».
Arcano Nº. 10: A Retribuição. A Roda da Fortuna. «Bons negócios».
Arcano Nº. 11: A Persuasão. O Leão Domado. «Favorecimento da Lei. Que não haja temor. Marte».
Arcano Nº. 12: O Apostolado. O Sacrifício. «Provas; dôr; arcano A.Z.F. retira-nos da dôr».
Arcano Nº. 13: A Imortalidade. Morte e Ressurreição. «Transformações; indica mudança total».
Arcano Nº. 14: A Temperança. Matrimónio; associação. « Longa vida; estabilidade; mudança não».
Arcano Nº. 15: A Paixão. Tiphon Baphometo. «Fracasso amoroso; anuncia perigos».
Arcano Nº. 16: A Fragilidade. A Torre Fulminada. «Castigo; queda terrível. Evitese esta data».
Arcano Nº. 17: A Esperança. A Estrela da Esperança. «Significa espera e esperança».
Arcano Nº. 18: O Crepúsculo. Inimigos Ocultos. «Os inimigos ocultos aparecem a qualquer momento; doenças; negócios não».
Arcano Nº. 19: A Inspiração. O Sol Radiante. «Éxitos; boa sorte; a Pedra Filosofal».
Arcano Nº. 20: A Ressurreição. A Ressurreição dos Mortos; mudanças favoráveis, aproveite-as. «Acabar com as debilidades».
Arcano Nº. 21: A Transformação. O Louco; a insensatez. «Desmoralização total para o mal; chave mágica; runa olin; antíteses; inimigos de Hiram Habif».
Arcano Nº. 22: O Regresso. A Verdade. A Corôa da Vida. « Triunfo; tudo sai bem; poder; força; boa sorte».
Como interpretar os Arcanos para o autoconhecimento prático
A interpretação gnóstica dos Arcanos é um ato de profunda meditação, não de adivinhação. O Tarot revela nosso estado psicológico presente para nos guiar na transformação.
A Preparação: O Coração Antes da Mente
A chave não reside no intelecto, mas na intuição. Antes de tudo, o estudante deve aquietar a mente e o corpo, buscando o silêncio interior.
O Arcano Como um Espelho da Psique
Ao contemplar um Arcano, a pergunta nunca deveria ser “O que vai me acontecer?”, mas sim “O que este Arcano representa em mim, agora?”.
O Trabalho Prático: Da Observação à Transformação
Uma vez que o Arcano espelha um “Eu”, o trabalho prático começa.
Identificação: Reconhecer que o defeito refletido no Arcano vive dentro de nós.
Compreensão: Observá-lo em ação na vida diária, sem justificá-lo nem condená-lo.
Eliminação: Com o defeito compreendido, suplicar à nossa Mãe Divina Kundalini que desintegre esse agregado.
Assim, cada Arcano se torna um mestre silencioso no ginásio da vida e uma ferramenta ativa para a Revolução da Consciência.
Arcanos Menores: os valiosos espelhos do seu cotidiano
Na senda gnóstica, os Arcanos Menores são, de fato, os valiosos espelhos do nosso cotidiano. Eles revelam como as grandes leis arquetípicas dos Arcanos Maiores se manifestam em nossa vida prática. Enquanto os Arcanos Maiores representam os Mistérios do Pai, os Arcanos Menores representam os Mistérios da Mãe.
Elas funcionam como um espelho, permitindo-nos observar nossos próprios defeitos em ação. De fato, a Gnose nos ensina a importância dessa auto-observação, a qual devemos aplicar a cada instante. Sendo assim, as cartas não preveem um destino imutável; pelo contrário, diagnosticam o presente, oferecendo a oportunidade de transformar nosso futuro através do trabalho sobre si mesmo, aqui e agora.
Os Mistérios da Mãe se encontram na Natureza, e está baseada nos 4 elementos:
23 a 36 – Elemento Terra
37 a 50 – Elemento Água
51 a 64 – Elemento Ar
65 a 78 – Elemento Fogo
No estudo dessas cartas , deve-se considerar as características (positivas e negativas) dos Elementos.
Os 4 elementos (Água, Terra, Fogo, Ar) e sua ligação com a psique
Nos ensinamentos gnósticos, os 4 elementos não são apenas forças externas, mas espelhos vivos de nossa própria alma.
Fogo (O Espírito e a Vontade): Representa a energia que impulsiona a ação. Em desequilíbrio, manifesta-se como a ira; em harmonia, é o impulso divino para a Grande Obra.
Água (As Emoções): É o veículo de nossos sentimentos. Nosso trabalho é acalmar estas águas para que o Ser possa se espelhar nelas.
Ar (A Mente): Simboliza o mundo da mente. A Gnosis nos ensina a usar a mente como uma ferramenta precisa, sem nos tornarmos escravos de seus conceitos.
Terra (A Ação e o Corpo Físico): É o nosso corpo físico e o resultado prático de nossas ações. Sem o equilíbrio da Terra, nossos anseios espirituais não se materializam.
O verdadeiro trabalho interior, portanto, reside no equilíbrio consciente dos 4 elementos dentro de nós.
Citação: Chegamos à conclusão de que: toda a Cabala se reduz aos 22 Arcanos Maiores do Tarot e aos 4 Ases, que representam os 4 Elementos da Natureza (…)
Curso Zodiacal – VM Samael Aun Weor – Página: 34
Adicionalmente, o M. Samael nos diz: “Sobre algo tão simples, os eruditos levantaram milhões de volumes e teorias que enlouqueceriam todo aquele que tivesse o mau gosto de se intelectualizar com todo esse arsenal”.
O Tarot é um livro tão antigo como os séculos, e está intimamente relacionado com a Sabedoria dos Deuses Planetários. Este livro é o baralho do Tarot e consta de 78 lâminas, divididas em 22 chamadas Arcanos Maiores e 56 denominadas Arcanos Menores.
Os 4 Ases significam os Elementos da Natureza.
Primeiro: ÁS DE ESPADAS, SIMBOLIZA O FOGO.
Segundo: ÁS DE COPAS, SIMBOLIZA A ÁGUA.
Terceiro: ÁS DE OUROS, SIMBOLIZA O AR.
Quarto: ÁS DE PAUS, SIMBOLIZA A TERRA.

Todas as 56 lâminas dos Arcanos Menores se baseiam nestes 4 Ases e nos 10 números do nosso sistema decimal. Nos 22 Arcanos Maiores, por exemplo, um 4 de Paus não é senão o Arcano “4”, o Imperador, e o símbolo do Ás de Paus repetido 4 vezes; o mesmo acontece com todas as 56 lâminas dos Arcanos Menores. Interprete-se essas cartas intuitivamente, combinando o Elemento Natural com os Arcanos Maiores, e o problema estará resolvido.
Por exemplo: um 6 de Ouros seria interpretado combinando o arcano VI com o Elemento Ar, ou “Alma”, simbolizado pelo Ouro; isto diria: “Um Amor”, e assim sucessivamente.
Citação: Os Deuses Siderais muitas vezes nos respondem mostrando-nos uma carta do Tarot; então, compreendemos intuitivamente a resposta que nos foi dada. Os Cabalistas Intuitivos, com apenas um olhar para uma carta do Tarot, compreendem o que o destino lhes reserva.
Curso Zodiacal – VM Samael Aun Weor – Página: 34
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Lições práticas dos naipes para o seu dia a dia
De acordo com os ensinamentos gnósticos, as lâminas de cada Arcano do Tarô são códigos sagrados que nos auxiliam de forma simples e clara.
Clareza para as Decisões e Desafios do Dia a Dia
Quantas vezes passamos por situações desagradáveis sem compreender sua real causa?
É precisamente neste ponto que a consulta ao Tarot se revela uma ferramenta poderosa, não para resolver magicamente a situação, mas para iluminar o presente.
A utilização do Tarô Egípcio nos oferece um caminho prático para:
Obter Luz em Momentos de Trevas: Quando a confusão surge, as cartas funcionam como um espelho da alma, permitindo que encontremos a raiz do problema dentro de nós.
Auxiliar na Tomada de Decisões Rápidas: Uma consulta focada pode revelar as energias subjacentes a cada opção, ajudando a tomar uma decisão alinhada com a consciência.
É fundamental, no entanto, abordar este trabalho com máximo respeito. Ao interpretar estes códigos, não buscamos uma resposta externa, mas sim a profunda compreensão do nosso próprio estado interior.
A Tríade Sagrada do Tarot: A União dos Arcanos Maiores e Menores
Na prática gnóstica, os Arcanos Maiores e Menores não são dissociados; pelo contrário, eles operam em conjunto, formando uma unidade sagrada. Nessa dinâmica, manifestam-se as Três Forças Criadoras.
Os Arcanos Maiores: Representam as grandes leis cósmicas e a orientação que recebemos do Pai, nosso Ser Interno.
Os Arcanos Menores: Simbolizam as circunstâncias práticas e os eventos do cotidiano. Eles são a Mãe Divina, que tece nosso destino.
A Consulta: A interação entre o Pai e a Mãe dá à luz uma compreensão. O estudante, ao consultar, se torna a terceira força que une o espiritual ao material.
Ao longo de seus trabalhos, cada um que consulta o Tarot com respeito vai decifrando esses códigos para o autoconhecimento. Utilizar as cartas sem esta estrutura sagrada é, de fato, perder a oportunidade de dialogar com o Divino.
Como fazer sua própria leitura de Tarot para autoconhecimento?
Para realizar essa consulta, o primeiro passo não é baralhar as cartas, mas aquietar a mente e o coração.
A verdadeira interpretação não vem do intelecto, mas da intuição que brota do silêncio. A leitura, portanto, torna-se uma forma de meditação ativa, onde suplicamos ao nosso Pai e à nossa Mãe Divina por clareza.
As lâminas que surgem são um espelho preciso da nossa Alma: elas revelam qual situação ou virtude precisa ser trabalhada.
Assim, cada leitura se converte em um passo consciente na senda da Revolução da Consciência, transformando o Tarot em um mapa vivo para nossa Autorrealização.
Preparando o ambiente e a mente para uma leitura poderosa
FUNCIONAMENTO DO TAROT EGÍPCIO
Acender as velas do altar ou usar três velas.
Estender o Pentagrama Esotérico ou Tetragrammaton.
Separar os 22 Arcanos Maiores do resto do Tarot.
Persignar-se, invocar o Pai e pedir iluminação ao Espírito Santo.
Embaralhar os 22 Arcanos Maiores e tirar um Arcano Maior com os olhos fechados.
Embaralhar os 56 Arcanos Menores, tirar uma carta, tornar a embaralhar e tirar outro Arcano Menor. No total, teremos 3 cartas: um Arcano Maior e dois Menores.
Somar o Arcano Maior com o resultado da soma dos dois dígitos de cada um dos Menores. Se o resultado for maior que 22, somar novamente os dígitos.
O resultante final é a Carta da Predição. Este resultado é esclarecido com a predição dos 2 Arcanos Menores. Exemplo: O Leão Domado: 11, O Prodígio: 26 = 2+6=8; Preeminência: 42 = 4+2=6. Soma: 11 + 8 + 6 = 25 = 2+5 = 7 (Resposta: O Triunfo).
As perguntas ideais para um mergulho profundo em si mesmo
Segundo a Gnosis, o verdadeiro mergulho interior não começa com perguntas abstratas, mas com a auto-observação rigorosa dos seus atos no aqui e agora.
O objetivo é identificar e compreender o “Ego” (nossos defeitos, como a raiva, o orgulho, a cobiça) para poder transcendê-lo.
Ao observar um pensamento, sentimento ou ação negativa em si mesmo, as perguntas-chave são:
Qual “Eu” (qual defeito) está agindo em mim neste exato momento?
Por que reagi desta forma? Qual é a raiz oculta deste impulso?
O que este pensamento ou emoção quer alimentar? (Meu orgulho, meu medo, minha inveja?)
Esta ação vem da minha Essência (consciência) ou do meu Ego (instinto)?
Este questionamento direto e constante é a chave gnóstica para desintegrar os agregados psicológicos e despertar a Consciência, transformando o autoconhecimento em uma ferramenta prática de libertação interior.
Erros comuns (e como evitá-los) ao usar o Tarot
Na senda gnóstica, o Tarot é um espelho da alma, não uma bola de cristal. Seu uso incorreto pode levar à confusão. Portanto, evitar estes erros é crucial.
A Ilusão da Adivinhação:
O erro mais grave é usar o Tarot para prever um futuro fixo. A Gnosis ensina que podemos ser os arquitetos do nosso destino.
Como evitar: Em vez de perguntar “O que vai acontecer?”, pergunte: “O que este Arcano revela sobre o meu estado interior agora?”.
A Armadilha do Intelecto:
Interpretar as cartas apenas com a mente é um caminho para o erro, pois o Ego distorce a mensagem.
Como evitar: A verdadeira interpretação nasce da intuição. Ao tirar a carta, silencie a mente, medite sobre o símbolo e sinta sua mensagem.
A Consulta Sem o Trabalho Prático:
Usar o Tarot como um exercício intelectual, sem o aplicar à morte psicológica, é inútil.
Como evitar: Cada carta é um chamado para a auto-observação, a compreensão e a súplica à nossa Mãe Divina para que elimine o que obstaculiza nosso caminhar.
Medo e Ansiedade: Como Superar os Obstáculos na Leitura do Tarot Gnóstico
Ao consultar o Tarot, o estudante deve transcender obstáculos que estão dentro de si mesmo: o medo e a ansiedade.
O Medo da Verdade: O Obstáculo do Ego
Não é preciso ter medo ao consultar o Tarot. Pelo contrário, imagine uma conversa sagrada com a melhor parte de você mesmo: o seu Ser Interno.
O Tarot nos revela aquilo que nossa mente finita não consegue alcançar, pois o Ego teme ser exposto e, por isso, cria medo. Encare a consulta não como um julgamento, mas como uma amorosa orientação.
A Ansiedade Excessiva: O Obstáculo do Silêncio
A ansiedade também é um obstáculo. O motivo é simples: a consulta exige um estado de meditação profunda, que a ansiedade anula.
Ela impede a formulação da pergunta correta e bloqueia a compreensão da resposta.
Portanto, o trabalho com o Tarot começa antes mesmo de tocar as cartas, cultivando a serenidade.
Por que a dependência das respostas pode bloquear sua intuição
Nos ensinamentos gnósticos, o Tarot é uma ferramenta sagrada. No entanto, a dependência de suas respostas é um dos maiores obstáculos, pois bloqueia a intuição, a voz do Ser Interno.
A intuição, para a Gnosis, é a sabedoria do coração. Quando nos tornamos dependentes das cartas, cometemos um erro fundamental: procuramos as respostas do lado de fora, quando elas já residem dentro de nós.
Este processo de dependência é sutil e perigoso.
Nós terceirizamos nossa conexão espiritual: Em vez de silenciar a mente para ouvir o coração, passamos a depender de um ritual externo mecânico.
A intuição atrofia por falta de uso: A intuição é como um músculo, por essa razão, deve ser exercitada. Se você recorre às cartas para cada dúvida banal, para de exercitar sua própria capacidade de discernimento.
Para evitar essa armadilha, utilize o Tarot não como um oráculo, mas como um ponto de partida para a mudança profunda. O objetivo não é se tornar um mestre das cartas, mas despertar o seu Mestre Interior.
A importância da auto-observação após cada leitura de Tarot
Na Gnosis, a leitura de Tarot não termina quando guardamos as cartas. Pelo contrário, é nesse momento que o verdadeiro trabalho começa. Sem a prática contínua da auto-observação, a consulta mais reveladora se torna inútil.
A auto-observação é a ponte que transforma o símbolo da carta em ação real.
A Carta como um Diagnóstico: A leitura lhe oferece um diagnóstico preciso, apontando qual “Eu” está causando danos.
A Investigação no Ginásio Psicológico: Com essa orientação, você leva a atenção para o seu dia a dia. Você se pergunta: “Como este ‘Eu’ (revelado pelas cartas) está agindo em mim agora?”.
Da Compreensão à Morte do Ego: A auto-observação leva à compreensão profunda do defeito. E, na Gnosis, somente o que é compreendido pode ser eliminado.
Portanto, a auto-observação torna as respostas do Tarot mais claras e uma ferramenta viva para a Revolução da Consciência.
O que a Gnosis ensina sobre o autoconhecimento real e profundo
Para a Gnosis, o autoconhecimento é muito mais do que uma análise intelectual. É um trabalho prático e revolucionário que busca desvendar quem realmente somos.
A base do ensinamento é a distinção entre a Essência (nossa centelha divina) e o Ego (a multiplicidade de “eus” como ira, cobiça, orgulho). Esses “eus” agem como tiranos que mantêm nossa Consciência adormecida.
O autoconhecimento profundo, portanto, começa com a auto-observação. Através de uma vigilância constante, o praticante aprende a identificar esses “eus” em ação. O objetivo não é justificá-los, mas compreendê-los para, em seguida, eliminá-los através da Morte Psicológica.
Assim, o caminho gnóstico ensina que o verdadeiro autoconhecimento não é acumular teorias, mas sim morrer em si mesmo para que o novo possa nascer.
O Tarot como uma ferramenta iniciática na senda gnóstica
Na senda gnóstica, o Tarot transcende sua imagem popular para se revelar como uma poderosa ferramenta iniciática. Longe de prever eventos corriqueiros, ele é estudado como um livro sagrado em símbolos.
As cartas representam a Lei Universal. Os 22 Arcanos Maiores são chaves arquetípicas que correspondem a estágios do trabalho espiritual. Cada Arcano não prediz um evento externo, mas espelha um estado de consciência.
Dessa forma, o Tarot se revela um guia para a Autorrealização. Afinal, ele provoca uma mudança fundamental na pergunta: de um passivo “O que vai acontecer comigo?” para um ativo “Qual parte de mim este Arcano representa agora?”. Em essência, o Tarot gnóstico funciona como um mapa para trilhar a “Senda do Fio da Navalha”, iluminando os passos de quem busca o caminho de volta ao seu Ser.
Unindo a sabedoria arcana do Tarot com a vivência espiritual
Ir além da superfície do Tarot é mergulhar em um oceano de autoconhecimento. A verdadeira magia acontece quando a sabedoria de seus símbolos se une à vivência espiritual do dia a dia.
Essa união ocorre quando o estudo dos Arcanos deixa de ser um exercício de memorização e se torna uma prática de introspecção. O Tarot se converte, então, em uma ponte sagrada entre o mundo dos arquétipos e o nosso mundo interior. As cartas se tornam espelhos vivos que refletem nossos dramas e potenciais.
Dessa forma, o Tarot deixa de ser um oráculo externo para se tornar uma voz íntima da nossa própria alma.
É nesse encontro que o conhecimento se torna sabedoria, e o caminho espiritual ganha um mapa simbólico para a sagrada tarefa de nos tornarmos quem realmente somos.
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Perguntas Frequentes sobre Tarot e Autoconhecimento
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O Tarot realmente serve para prever o futuro?
Esta é uma questão importante. O V.M. Samael Aun Weor ensina que o Tarot mostra os eventos futuros como uma probabilidade matemática, o resultado mecânico da Lei do Karma.
Contudo, o objetivo do Tarot gnóstico não é ser um espectador passivo. Pelo contrário, seu propósito é revelar por que esse futuro está a caminho e dar a orientação sobre o Trabalho Interior necessário para alterar esse destino.
O Tarot é perigoso ou tem ligação com algo negativo?
O Tarot em si mesmo é sagrado. O perigo não está nas cartas, mas no uso que se faz delas. A Gnosis adverte contra a profanação do Tarot, como usá-lo para fins egoístas, adivinhações banais etc. Quando usado corretamente, como uma ferramenta para o desenvolvimento espiritual, ele é um instrumento de luz.
Como é possível que um monte de cartas ‘saiba’ sobre minha vida?
A resposta está na Lei da Kabala Numérica e na Sincronicidade. No momento da consulta, uma vibração matemática específica rege o instante.
A carta que sai, portanto, não é um acaso. O V.M. Samael Aun Weor explica que é o Íntimo (o Ser) da própria pessoa que responde, usando o Tarot como alfabeto. É um teorema sagrado que se revela.
Qual a relação exata entre o Tarot e a Gnosis de Samael Aun Weor?
O Tarot é uma ferramenta para o buscador da Gnosis em sua essência, em sua forma simbólica mais pura. Em seu livro “Tarot e Kabala”, o V. M. Samael Aun Weor revela que os Arcanos do Tarot são um mapa completo do Caminho Iniciático. Cada Arcano representa uma parte do nosso Ser, leis cósmicas, trabalhos psicológicos e provas esotéricas.
Portanto, na Gnosis, o Tarot não é um mero oráculo, mas sim o guia prático para o Despertar da Consciência.