
Primeiramente, o indivíduo necessita triunfar na vida. Portanto, se a pessoa verdadeiramente quer triunfar, ela deve começar por agir com sinceridade consigo mesma. Consequentemente, o sujeito precisa reconhecer o seu próprio erro. Afinal, quando o ser humano reconhece a sua própria falha, ele entra no caminho para eliminar esse defeito. Por conseguinte, aquele que corrige a sua falha triunfa inevitavelmente.
Além disso, o homem de negócios que culpa, diariamente, o outro pelo seu próprio fracasso e que, jamais, reconhece a sua própria falha não consegue triunfar. Nesse sentido, o indivíduo deve lembrar que o grande criminoso considera a si mesmo um santo. Por exemplo, se alguém visita uma penitenciária, essa pessoa comprova que nenhum ladrão ou criminoso considera a si mesmo culpado. Constantemente, quase todo detento diz a si mesmo a seguinte afirmação: “Eu sou inocente”.
Logo, o sujeito não deve cair nesse mesmo erro. Por isso, a pessoa precisa ter a coragem de reconhecer o seu próprio equívoco. Dessa forma, o indivíduo evita também um mal pior. Consequentemente, quem reconhece o seu próprio erro consegue formar um lar feliz. Igualmente, o político, o cientista, o filósofo ou o religioso que chega a reconhecer a sua falha consegue corrigir esse defeito e triunfar na vida.
O Perigo da Crítica e o Caminho do Sucesso
Adicionalmente, se o indivíduo quer triunfar na vida, ele não deve criticar ninguém. Certamente, quem critica o outro demonstra fraqueza. Por outro lado, aquele que critica a si mesmo de instante a instante representa um colosso. Além do mais, a crítica resulta inútil, porque ela fere o orgulho alheio e provoca a resistência da vítima. Em seguida, essa vítima procura justificar a si mesma. Consequentemente, a crítica produz uma reação inevitável contra o seu próprio autor. Portanto, se a pessoa quer verdadeiramente triunfar, ela deve escutar este conselho: o sujeito não deve criticar ninguém.
De fato, o homem ou a mulher que sabe viver sem criticar o próximo não provoca resistência nem reação da parte alheia. Como resultado, essa pessoa cria um ambiente de êxito e progresso. Em contrapartida, aquele que critica o outro enche a si mesmo de inimigos. Ademais, o indivíduo tem que recordar que o ser humano transborda de orgulho e de vaidade. Consequentemente, esse orgulho e essa vaidade inerentes à pessoa produzem uma reação de ressentimento ou ódio. Logo, essa negatividade atinge aquele que criticou o próximo. Assim, o sábio conclui que o crítico inevitavelmente fracassa. Portanto, quem quiser corrigir o outro faz melhor se iniciar a correção por si mesmo. Sem dúvida, essa atitude dá um resultado melhor e oferece menos perigo.
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O Sistema Nervoso e a Prevenção da Neurastenia
Atualmente, o mundo abriga uma multidão de neurastênicos. Especificamente, o tipo neurastênico age de modo crítico, irritável e também intolerante. De fato, muitas causas provocam a neurastenia, como a impaciência, a cólera, o egoísmo, a soberbia e o orgulho. Além disso, um mediador atua entre o Espírito e o corpo: o sistema nervoso. Por isso, a pessoa deve cuidar do seu sistema nervoso.
Consequentemente, quando algo irrita ou cansa o organismo, o indivíduo faz bem em fugir dessa situação. Da mesma forma, o sujeito deve trabalhar intensamente, porém com moderação. Acima de tudo, a pessoa precisa lembrar que o trabalho excessivo causa fadiga. Por consequência, se o indivíduo não leva em conta a fadiga e se ele continua com o trabalho excessivo, então, a excitação substitui o cansaço. Posteriormente, quando a excitação adquire um caráter doentio, ela converte a si mesma em neurastenia. Por esta razão, o ser humano necessita alternar o trabalho com o descanso agradável. Assim, a pessoa evita o perigo de cair na neurastenia.
A Relação no Trabalho: Patrões e Empregados
Igualmente, todo patrão que quer triunfar deve vigiar o perigo da neurastenia. Inevitavelmente, o patrão neurastênico critica tudo e torna a si mesmo insuportável. Ademais, o neurastênico aborrece a paciência. Dessa maneira, como patrão, ele converte a si mesmo em um verdugo do seu empregado. Consequentemente, o operário que tem que trabalhar sob a ordem de um patrão neurastênico e crítico termina por odiar o trabalho e o líder. Obviamente, nenhum trabalhador descontente realiza a sua tarefa com prazer. Muitas vezes, a empresa fracassa porque o operário não atua eficientemente quando ele sente descontentamento.
Por outro lado, o neurastênico, seja como operário ou como empregado de escritório, torna a si mesmo rebelde. Por fim, a empresa despede esse profissional do trabalho. Naturalmente, todo trabalhador neurastênico procura a ocasião para criticar o chefe. Todavia, todo patrão possui orgulho e vaidade. Portanto, o líder sente ofensa quando o seu empregado critica a sua gestão. Como resultado, o trabalhador que vive a criticar o patrão termina por perder o emprego.
Em suma, o indivíduo deve cuidar do seu sistema nervoso. Além do mais, a pessoa precisa trabalhar com moderação e precisa se divertir de forma salutar. Enfim, o sujeito não deve criticar ninguém, mas sim procurar enxergar o lado positivo em todo ser humano.
Exercício Prático para Dominar a Ira
Eventualmente, o indivíduo sente irritação ou experimenta a ira. Talvez, a pessoa sinta nervosismo. Diante disso, o sujeito deve refletir um pouco. Principalmente, o indivíduo precisa lembrar que a ira pode provocar uma úlcera gástrica. Portanto, a pessoa deve controlar a ira por meio da respiração.
Para isso, o indivíduo aspira lentamente o ar vital. Notavelmente, o sujeito não aspira pela boca, mas sim aspira pelo nariz, enquanto ele mantém a boca bem fechada. Simultaneamente, a pessoa conta mentalmente 1, 2, 3, 4, 5, 6. Em seguida, o indivíduo retém o alento e conta novamente 1, 2, 3, 4, 5, 6. Depois, o sujeito exala o alento muito lentamente pela boca, ao passo que ele conta mentalmente 1, 2, 3, 4, 5, 6. Por fim, a pessoa repete o exercício até que a ira passe completamente.
Este artigo foi redigido com base nos ensinamentos do, V. M. Samael Aun Weor

