Antropologia Gnóstica – Origem da Vida Humana – Parte 1

A Fragilidade das Hipóteses Materialistas

De fato, muitos investigaram a origem da vida humana, contudo, os antropólogos materialistas desta era decadente e tenebrosa elaboraram apenas hipóteses. Nesse sentido, se alguém perguntasse aos senhores da antropologia oficial a data e o modo exato do surgimento do primeiro homem, eles seguramente não saberiam dar uma resposta precisa.

Desde os dias de Darwin até Haeckel e, posteriormente, até a atualidade, surgiram inúmeras teorias sobre a origem do homem. No entanto, o Mestre Samael esclarece, de forma enfática, que ninguém consegue demonstrar nenhuma delas. Inclusive, o próprio Haeckel assegurou que nem a geologia, nem a filogenia possuiriam tal exatidão no campo da ciência oficial. Por conseguinte, se um homem como Haeckel faz tal afirmação, a humanidade só poderia conhecer a verdade sobre a vida e o homem se estudasse a fundo a antropologia gnóstica.

O Equívoco da Monera Atômica e o Princípio Inteligente

Sob esse prisma, o Mestre questiona a arrogância dos protistas materialistas sobre a origem da vida e da psique humana. Ele lembra a famosa “Monera Atômica” de Haeckel em seu abismo aquoso. Todavia, esse complexo átomo jamais surgiria ao acaso, como supõe Haeckel, um homem que causou um grande mal ao mundo com suas teorias. Diante disso, parodia-se Jó ao desejar que a lembrança de Haeckel se apague da humanidade.

Além disso, o Mestre argumenta que, se a construção de uma bomba atômica exige a inteligência de cientistas, a elaboração de um átomo requer um talento ainda maior. Portanto, se alguém nega os Princípios Inteligentes à natureza, a mecânica deixa de existir, visto que não existe máquina sem construtor.

Nesse contexto, o Mestre Samael desafia qualquer pessoa a colocar elementos químicos em uma mesa de laboratório para que deles surja um rádio, um automóvel ou uma célula orgânica. Embora Dom Alfonso Herrera, autor da plasmogenia, tenha fabricado a célula artificial, esta permaneceu morta. Assim sendo, a ideia de que a Consciência, o Ser a Alma e o Espírito são meras evoluções moleculares do protoplasma não resistiria a uma análise básica. A “célula-alma” ou o “Bathybius gelatinoso” de Haeckel servem apenas para caricaturas de Molière.

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A Reação Contra a Gênese e a Falácia dos Primatas

Ademais, afirma-se que, por trás de toda teoria mecanicista, existe o desejo de combater o clero e demolir a gênese hebraica. Essa corrente reage contra o Adão bíblico e a Eva extraída de uma costela, o que motiva Darwin, Haeckel e seus sequazes a criarem hipóteses sem embasamento sério.

Quanto à questão dos macacos catarríneos, Darwin sugere que o homem proveio deles, mas não afirma isso com a ênfase que os materialistas supõem. De fato, o próprio sistema de Darwin contém fundamentos que aniquilam a procedência humana do macaco. Por exemplo, Thomas Henry Huxley já demonstrava que o esqueleto do homem difere completamente do esqueleto do macaco em sua construção.

Enquanto o esqueleto do antropoide possui elasticidade moldada para trepar, o esqueleto humano serve para caminhar. Portanto, tratam-se de duas construções ósseas totalmente distintas. Da mesma forma, a flexibilidade dos ossos do eixo craniano difere entre as duas espécies. Além disso, um ser organizado jamais surgiria de outro ordenado de forma oposta ou antitética, contrariando as afirmações das escolas materialistas.

Lemúria, Mioceno e a Crítica à Pangaea

Nesse sentido, o Mestre Samael situa o aparecimento dos primeiros símios no Mioceno, especificamente entre 15 e 25 milhões de anos. Contudo, os cientistas modernos não sabem responder por que esses antropoides apareceram. Além do mais, o Mioceno não se localizou na famosa Pangaea, tão acreditada pela geologia materialista.

Consequentemente, o Mioceno teve seu cenário próprio na Antiga Terra Lemuriana, continente situado no oceano Pacífico. O Mestre aponta que a Oceania, a Austrália e a ilha de Páscoa guardam restos da Lemúria, como monólitos talhados. Todavia, a doutrina materialista rejeita esses fatos por estar engarrafada no dogma da Pangaea. Portanto, testes de carbono 14 ou potássio argônio jamais descobrirão a Lemúria, pois tais sistemas servem apenas para comédias.

A Seleção Natural não é um Poder Criador

Atualmente, a ciência entroniza a teoria da seleção natural das espécies. Entretanto, o Mestre afirma que a seleção natural, como poder criador, é apenas um jogo de retórica para ignorantes. Embora a seleção natural exista, ela não possui poder para criar novas espécies.

Na verdade, existe a seleção fisiológica e a segregação dos mais aptos. Por conseguinte, o mais forte triunfa na luta pela sobrevivência e transmite suas características estruturais aos descendentes, mas isso não altera a configuração da espécie nem cria uma nova. Jamais um cientista materialista viu surgir uma espécie de outra por lei de seleção natural.

Assim, denuncia-se a contradição dos materialistas, que afirmam crer apenas no que veem, mas acreditam em figurações absurdas, como a ideia de que o homem vem do “rato” ou do mandril, fatos que nunca presenciaram.

Métodos da Antropologia Gnóstica e a Memória da Natureza

Em contrapartida, os gnósticos utilizam sistemas de investigação diferentes. Eles possuem disciplinas especiais que ativam faculdades latentes no cérebro humano e sentidos de percepção desconhecidos pela ciência oficial. Visto que a natureza possui memória, o Mestre prevê que, em breve, a técnica decomponha ondas sonoras em imagens, revelando a verdadeira história da Terra e a origem do homem.

Portanto, quando esse dia chegar, o “anticristo da falsa ciência” ficará exposto diante da consciência pública. Reitera-se que a maquinaria universal não funciona ao azar, mas sob a regência de Princípios Inteligentes.

Além disso, o Mestre esclarece que Adão e Eva são símbolos. Sob essa ótica, o Gênesis é um Tratado de Alquimia para alquimistas e jamais deve ser estudado de forma literal. Por isso, os antropólogos materialistas refutam algo que sequer conhecem.

Evolução, Involução e a Realidade da Atlântida

Ademais, o Mestre Samael explica que a evolução e a involução constituem o eixo mecânico da natureza. Por exemplo, há evolução quando a planta cresce e dá frutos, mas há involução quando ela murcha e vira lenho seco. Da mesma forma, o homem evolui na juventude e involui na velhice. Portanto, estudar a antropologia apenas pela evolução é um erro; é preciso considerar a dialética gnóstica integral.

Quanto aos tipos originais da raça humana, afirma-se que eles existiram na Lemúria, na época hiperbórea e polar, antes do animal intelectual aparecer na Atlântida de Platão. De fato, a Atlântida existiu, e seus restos compreendem o arquipélago das Antilhas, as ilhas Canárias e a própria Espanha.

Por fim, critica-se os geólogos que se dizem incapazes de se projetar no tempo. O Mestre afirma que consegue ver o Mioceno através do desenvolvimento das faculdades cerebrais. Assim, ele conclui que os materialistas, ao entronizarem lêmures e mandris como ancestrais, demonstram total ignorância sobre a Antropologia Gnóstica, pois os germes originais desenvolvem-se primeiro no espaço psicológico e nas dimensões superiores antes de se cristalizarem na forma física.

Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor.

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1 comentário em “Antropologia Gnóstica – Origem da Vida Humana – Parte 1”

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