A Natureza Cósmica da Verdade

Inicialmente, o Mestre Samael Aun Weor ensina o conceito fundamental sobre a Substância Cristo. Segundo o Mestre, o Cristo não representa um indivíduo humano nem divino. Pelo contrário, o Cristo atua como uma Substância Cósmica latente em cada átomo do infinito. Nesse sentido, a Substância Crística significa a própria essência da Verdade. Por conseguinte, a entidade cósmica incorpora a Verdade e a Vida.
Logo que o ser humano assimila a substância Cristo no plano físico, no nível psíquico e no aspecto espiritual, ele cristifica a si mesmo. Consequentemente, o iniciado transforma a própria alma e converte o seu ser em um Cristo vivente. Por causa disso, o buscador precisa formar o Cristo no interior, visto que a evolução exige encarnar a Verdade urgentemente.
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A Manifestação no Oriente e nas Américas
Da mesma forma, a cultura chinesa reconhece o Cristo como Fu-Ji. Notavelmente, o Cristo chinês nasce milagrosamente através da obra e graça do Espírito Santo. Por outro lado, a tradição do povo mexicano antigo identifica o Cristo como Quetzalcoatl. Sem dúvida, este grande mestre atuou como o Messias e transformou a nação tolteca.
Igualmente, a cultura japonesa venera o Cristo como Amida. Constantemente, este ser iluminado intercede perante a Deusa Suprema Ten-Sic-Dai-Tain, enquanto roga por todo pecador. Adicionalmente, o Amida, conhecido como o Cristo japonês da religião xintoísta, possui o poder de abrir a porta do Gokurak, ou seja, o Paraíso.
A Tradição Nórdica e Indiana
Além disso, a escritura do Edda Germânico cita o “Kristos” como o Deus principal da respectiva teogonia. Evidentemente, esse ser assemelha a sua figura ao mestre Jesus de Nazaré, já que a lenda relata o seu nascimento no dia de Natal, exatamente em 25 de dezembro, à meia-noite. De maneira idêntica, a mitologia apresenta o cristificado nórdico, como Odín, Wotán e Heleno.
Posteriormente, o estudioso observa o Evangelho de Krishna na Índia milenar. De fato, esse texto sagrado guarda enorme similaridade com o Evangelho Cristão. Principalmente porque o evento do nascimento de Krishna ocorreu de forma idêntica ao surgimento de Jesus. Historicamente, Devaki concebeu Krishna mediante a obra e graça do Espírito Santo. Logo após, o destino celestial levou o Menino Deus, Krishna, para o estábulo do pastor, o famoso estábulo de Nanden. Em seguida, a divindade e a hoste angelical adoraram a criança sagrada.
A Presença na Antiguidade Clássica e Egípcia
Paralelamente, a civilização grega cultua o Cristo sob a figura de Zeus. Ao passo que, na cultura romana, o devoto chama essa força de Júpiter Tonante. Surpreendentemente, cada figura crística, como Júpiter, Zeus ou Apolo, nasce do ventre de uma Virgem Imaculada.
Simultaneamente, no velho Egito do faraó, o sábio denomina o Cristo como Osíris. Dessa maneira, o adepto que encarna essa energia divina torna o seu próprio ser em um Osirificado. Inclusive, Hermes Trismegisto atua historicamente como o Cristo egípcio. Afinal, o grande mestre encarnou o poderoso Osíris, o próprio Cristo em substância. Em suma, qualquer homem que consegue assimilar a Substância Cristo converte a si próprio, de fato, em um Cristo Vivente.

