Runa IS

O Descobrimento do Íntimo e da Mãe Espaço

Primeiramente, o buscador descobre com místico assombro o seu próprio Ser, o Íntimo, quando analisa profundamente a runa IS. Além disso, o antigo Testamento da Sabedoria declara: “Antes que a falsa aurora amanhecesse sobre a terra, aqueles que sobreviveram ao furacão e à tormenta louvaram o Íntimo e a eles apareceram os arautos da Nova Era.”

Consequentemente, na profunda noite de todas as idades, lá no país ensolarado de Kem, os iniciados estudavam a runa IS no sigilo dos templos egípcios. Assim, eles pensavam sempre na bipolaridade HOMEM-MULHER, masculino-feminino. Logo, essa reflexão gerava ISIS, o sagrado nome da eterna Mãe Espaço.

Ademais, os mestres falaram muito no ocultismo sobre a Prakriti, que atua como o espaço e uma entidade feminina maternal. Contudo, os pseudo-esoteristas nada sabem com relação a esse ponto-matemático. Exatamente nesse ponto, a alquimia gera sempre o Rei-Sol, o menino de ouro da alquimia sexual.

A Raiz da Mônada e a Mãe Divina Kundalini

Inegavelmente, não resta dúvida alguma de que nesse misterioso ponto reside a própria raiz da sagrada Mônada de cada indivíduo. Portanto, o ponto em si mesmo representa a particular Mãe Divina, adorável e eterna, sem princípio nem fim. Por conseguinte, a Mãe Divina Kundalini contém todos os sagrados poderes da Mônada, que englobam Atman, Budhi e Manas.

Para elucidar aqueles que não conhecem muito a teosofia, a tradição afirma que a Mãe Divina particular de cada ser guarda os poderes do seu próprio Espírito. Por outro lado, os pseudo-esoteristas e pseudo-ocultistas disseram muitas coisas sobre a Trindade Imortal ou o Espírito Trino de cada ser vivo. Todavia, eles nada dizem sobre os desdobramentos da Prakriti, a Mãe Divina.

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Os Desdobramentos da Prakriti na Natureza

De fato, Ela, a Imanifestada, não possui simbolismos entre os gregos. No entanto, o seu segundo aspecto de manifestação na natureza corporifica a casta Diana, tão bendita e adorada. Em seguida, o terceiro aspecto da Prakriti manifesta a bendita Deusa Mãe-Morte, que traz o “Terror de Amor e Lei. Dessa forma, ela representa a terrível Hécate, Prosérpina, a rainha dos infernos.

Posteriormente, os dois desdobramentos seguintes da Prakriti conduzem o praticante ao aspecto negativo da natureza. Ali, o estudante encontra o indesejável, aquilo que de maneira nenhuma conviria a alguém, ou seja, o reino do terror e da magia negra. Além do mais, a sabedoria antiga escreve que todos esses desdobramentos da Prakriti se repetem no microcosmo-homem.

Consequentemente, os três aspectos superiores da Prakriti formam a base fundamental. Por isso, o discípulo deve aprender a trabalhar com eles. Afinal, a revolução da consciência seria radicalmente impossível sem a ajuda especial da adorável Mãe Divina própria e particular do indivíduo. Basicamente, Ela compõe o próprio Ser da pessoa, a raiz do Espírito Divino, a sua causa e a sua origem. Definitivamente, “Ela é Isis, a quem nenhum mortal levantou o véu e sobre a chama da serpente a chamamos”.

O Encontro com o Guru-Deva Sivananda

Surpreendentemente, muitos pseudo-esoteristas e pseudo-ocultistas leram Sivananda. Sem dúvida, esse homem atuou de fato como um Guru-Deva e trabalhou incessantemente pela humanidade doente. Realmente, o Mestre Samael confessa que a Hatha Yoga desse mestre jamais o agradou. Pois, esse tipo de acrobacia sempre pareceu coisa de circo a este. Analogamente, o Mestre nunca acreditou que alguém pudesse alcançar a autorrealização ao converter-se em um acrobata. Contudo, o Mestre Samael diz que o citado iogue trabalhou profundamente e muito secretamente com a ioga sexual. Aparentemente, ele empregava a Hatha Yoga como uma espécie de isca para pescar as almas no rio da vida.

Assim, comunica-se aos leitores que o Guru-Deva Sivananda desencarnou gozou de um Maha-Samádhi, um estado de êxtase profundo. Posteriormente, Samael Aun Weor encontrou Sivananda no Universo Paralelo da quinta dimensão. Por conseguinte, a alegria de Samael foi tremenda ao verificar que o iogue tinha fabricado os seus corpos solares na Forja incandescente de Vulcano. Igualmente, a surpresa do autor foi imensa ao constatar que esse Mestre, antes de desencarnar, já havia morrido em si mesmo.

Portanto, Sivananda trabalhou intensamente na Grande Obra do Pai. Trata-se, pois, de um Guru-Deva no sentido mais completo da palavra.

O Diálogo no Universo Paralelo

Certamente, o encontro entre eles foi singular. O evento ocorreu em um recinto onde Samael cumpria o seu dever de ensinar. De repente, o grande iogue entrou e, como quem queria recriminar o autor, declarou: “Vocês estão vulgarizando a doutrina.” Obviamente, ele queria referir-se à divulgação da ioga sexual, o Maithuna, entre os profanos.

De forma alguma, o Mestre Samael poderia permanecer calado. Logo, a resposta dele surgiu franca e sincera, pois o Mestre pertence à Fraternidade Viril. Dessa maneira, Samael pronunciou-se energicamente assim: “Estou disposto a responder todas as perguntas que me sejam feitas aqui neste recinto por todos que aqui estejam.” Porém, o Guru-Deva Sivananda, que rejeitava toda disputa, preferiu sentar-se na sagrada posição búdica. Logo após, ele submergiu em profunda meditação.

Nesse ínterim, Samael sentiu a mente do iogue dentro das suas próprias profundezas. O Homem buscava, esquadrinhava e explorava as mais íntimas profundidades. Evidenciava-se, então, que Sivananda queria conversar com o Real Ser de Samael, e ele conseguiu realizar esse contato. Assombrado, Samael exclamou: “Sivananda! Tu és um verdadeiro Samyasin do pensamento.”

Em seguida, o Guru-Deva, cheio de êxtase, levantou-se e abraçou Samael. Afinal, ele havia compreendido o delineamento revolucionário daquela doutrina. Por sua vez, Sivananda exclamou: “Agora sim, estou de acordo contigo e direi a todos para que leiam tuas obras.” Além disso, ele acrescentou ainda: “Conheço tua Mãe (fazendo referência à minha Mãe Divina Particular). Encontrei-a belamente vestida, carregando um manto branco que lhe chega aos pés.”

A Prática da Runa IS

Portanto, o estudante precisa praticar a runa IS e meditar na Divina Mãe Kundalini. Para realizar a prática corretamente, o indivíduo segue as etapas abaixo:

Na posição militar de sentido, o praticante levanta os braços para formar uma linha reta com o corpo. Depois de orar e pedir ajuda à Mãe Divina, a pessoa canta o mantra ISIS assim:

“IIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSS… IIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSSSSSSS…”

Consequentemente, o indivíduo alonga o som das letras e divide a palavra em duas sílabas: IS-IS. Por fim, o estudante deita, relaxa o corpo e, cheio de êxtase, concentra-se e medita profundamente na Mãe Divina.

Este artigo foi redigido com base e adaptações da obra “ Magia das Runas” – Samael Aun Weor)

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