A Lei da Lilantropia

A Manifestação do País Psicológico

Primeiramente, A Lei da Lilantropia manifesta todos os agregados, os instintos, os ódios e as paixões. Consequentemente, esses defeitos habitam o interior de cada ser humano. Dessa forma, essa força negativa situa o indivíduo em estados totalmente decadentes e infra-humanos. Logo, ela mostra o ser humano exatamente como ele vive no seu país psicológico. Claro que, neste momento, aponta-se algumas exceções importantes. Afinal, nem toda pessoa perdeu completamente os seus valores espirituais.

A Máxima Crueldade e a Ameaça do Ego

Por outro lado, o esoterismo denomina a Lilantropia como a máxima crueldade possível. De fato, o ser humano desenvolve essa atrocidade em si mesmo. Portanto, o estudante precisa compreender uma realidade muito dura. Basicamente, a característica do agregado abriga eus sentimentais, de ódio, de ciúmes e de amor-próprio. Além disso, esses elementos nada têm a ver com a Consciência, com o Amor ou com a caridade.

Consequentemente, em um dado momento, independentemente da boa intenção, esses egos atuam com muita força. Assim, eles produzem reações no interior humano. Por fim, esses demônios cometem qualquer classe de delito. Por isso, essa verdade faz o pesquisador pensar profundamente. Em suma, o indivíduo que possui o ego se torna extremamente perigoso em algum instante.

A Falsa Paz e a Destruição da Vida

Entrando um pouco mais na matéria, o observador analisa a Lilantropia na prática. Diante disso, nota-se que muitas pessoas se alegram com o sofrimento alheio. Assim, questiona-se qual consciência existe no agressor. Infelizmente, a pessoa descarrega a arma sobre uma criatura indefesa. Contudo, a vítima nada tem a ver com a reação do ego assassino. Naquele instante, o executor mata apenas para defender um capricho ou a posição de determinados elementos.

Atualmente, o tirano fala de uma paz que o canhão, o míssil e a metralhadora impõem. Logo, o pensador chega a uma conclusão clara. Em síntese, o ser humano não consegue a paz de forma espontânea. Ou seja, a paz verdadeira não nasce do coração do homem através do próprio esforço e compreensão.

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O Assassinato Animal e o Caminho Espiritual

Portanto, o sábio não qualifica como assassino somente quem mata humanos. Na verdade, o termo assassino define todo aquele que mata a vida de forma geral. Dessa forma, o mestre questiona a diferença de sentimento entre duas atitudes cruéis. Primeiramente, o açougueiro enterra a faca no peito de um animal para logo desprezá-lo. Em seguida, ele vende a carne por quilos e gasta o lucro em cerveja. Por outro lado, o criminoso enterra a mesma faca no corpo de uma vítima humana.

Certamente, a mente do leitor apresentará uma série de explicações. Assim, o intelecto tentará provar que o homem pode criar, matar e comer o animal. Contudo, o mestre afirma que essa realidade mundana existe. Porém, ele alerta que o caminhante encontra dois caminhos à sua frente. Logo, a pessoa possui o livre-arbítrio para eleger a sua própria rota.

Se o buscador escolhe a via horizontal, ele faz o que quer. Afinal, a Lei Natural e a Lei dos Homens permitem esse comportamento comum. Porém, se ele segue pelo caminho da vertical, que representa a espiritualidade, a Lei de Deus proíbe essa crueldade.

Por conseguinte, o caminhante da horizontal pertence ao reinado deste mundo. Inclusive, ele age como o sabe-tudo intelectual. Portanto, ele pode tudo aqui na Terra e, talvez, no abismo. Em contrapartida, o viajante da vertical nada tem a ver com o reinado da Terra. Igualmente, ele rejeita a honra e o império. Por fim, esse devoto busca somente chegar a Deus com obediência, humildade e compreensão. Em síntese, isto resume o verdadeiro ensinamento.

Este artigo foi redigido com base e adaptações da obra “Luz nas Trevas”, do V. M. Lakhsmi

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