“Para que exista amor, se necessita que haja afinidade de pensamento, afinidade de sentimento, preocupações idênticas.” – Samael Aun Weor
O Mistério da Primeira Impressão
Primeiramente, o indivíduo frequentemente experimenta situações intrigantes ao longo da vida. Por exemplo, a pessoa depara-se com alguém desconhecido e, imediatamente, sente aversão ou desconforto, mesmo sem possuir um motivo aparente. Por outro lado, o inverso também acontece. Ou seja, o ser humano passa a gostar de determinada pessoa embora não encontre um fundamento lógico que explique tal sentimento.
Curiosamente, o mesmo fenômeno ocorre antes mesmo de o indivíduo estabelecer qualquer tipo de contato ou conversa com o desconhecido. Dessa forma, apenas com uma primeira impressão visual, a mente já cria uma posição definida em relação ao outro. Consequentemente, quando o estudante analisa a ciência mental com maior profundidade, ele aprende sobre as afinidades psicológicas. Basicamente, esses processos mecânicos ocorrem na vida do ser humano de forma totalmente involuntária. Logo, o sujeito não percebe a ocorrência de tais fenômenos durante o seu dia a dia.
A Mente, o Estresse e a Vibração do Pensamento
Atualmente, o estado mental humano possibilita essa mecânica de atração e repulsa. Inegavelmente, o homem moderno não possui nenhum controle sobre a própria mente e sobre os processos mentais. Principalmente, essa falta de controle surge devido à grande identificação que o indivíduo mantém com o mundo ilusório, com os problemas cotidianos, com os sistemas sociais e com o estresse consumidor.
Ademais, cada pensamento que a pessoa emite gera uma onda específica no espaço. Em seguida, essa onda propaga-se e gera um determinado tipo de vibração. Historicamente, a antiga cultura Hindu estudou e identificou este processo interno do ser humano de forma pioneira.
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A Lei da Atração e o Convívio Social
Portanto, essa vibração que a mente cria ao redor do indivíduo caracteriza a sua essência. Por causa disso, através da afinidade vibratória natural, o ser humano busca relacionar-se com pessoas que possuem a mesma sintonia.
Facilmente, o observador percebe isso na sociedade. Por exemplo, o amante das festas gosta de conversar e conviver com quem demonstra os mesmos gostos. Da mesma maneira, o mesmo fenômeno de agrupamento acontece com o músico, o artista, o político, o religioso e o desportista.
O Espelho Interno e a Realidade Externa
Internamente, o processo idêntico ocorre dentro da mente humana. Constantemente, a pessoa envolve os próprios pensamentos naquelas situações que lhe geram maior afinidade. Especificamente, o indivíduo vaidoso passa o tempo lembrando ou imaginando o próprio visual com uma roupa específica. Enquanto isso, o empresário pensa sempre em negócios e dinheiro.
Como resultado, o ser humano atrai ou repele situações, pessoas e eventos ao longo da vida inteira. Por isso, Jesus Cristo proferiu o seguinte ensinamento com muita sabedoria:
“Me diga com quem andas e direi quem és”.
Certamente, as relações sociais de uma pessoa exteriorizam exatamente a sua forma de pensar, sentir e agir. Finalmente, o grande sábio Hermes Trismegisto resume o tema perfeitamente através de sua famosa máxima:
“Assim como é em cima é embaixo, assim como é dentro é fora, assim como é no macrocosmo é o microcosmo homem.”
Este artigo foi redigido com base nos ensinamentos do, V. M. Samael Aun Weor


Tema 7 do curso de Gnosis – O MUNDA DAS RELAÇÕES
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