Mistérios das Civilizações Antigas

A Origem da Humanidade e a Idade de Ouro

Descubra os mistérios das civilizações antigas e a origem da Gnosis. Explore as Escolas de Mistérios, a sabedoria dos filósofos e alcance a autorrealização.

Contrariamente à ciência acadêmica contemporânea, cada livro sagrado de diferentes culturas antigas concorda ao afirmar uma origem superior para a vida humana. Primeiramente, uma civilização de seres superiores originou a humanidade. Além disso, essa sociedade possuía um nível de consciência elevado e vivia em plena harmonia com a natureza. Consequentemente, as tradições indicam que as Divindades criaram os seres daquela Idade de Ouro à sua imagem e semelhança. Por isso, cada indivíduo devia respeitar e obedecer às leis divinas para conseguir manter esse estado de consciência paradisíaco.

A Queda da Consciência e a Saída do Paraíso

Contudo, as antigas tradições contam que o ser humano ousou utilizar a própria liberdade para desobedecer às leis ensinadas. Assim, o homem assumiu as consequências desses atos. Consequentemente, ele caiu em desgraça e sofreu o desamparo de todas as forças sagradas. Antes, essas energias o mantinham como Senhor do Mundo e Rei da Natureza. Portanto, essa transgressão marcou a saída do Paraíso.

Dessa forma, o humano lançou a si mesmo rumo à própria decadência e degeneração. Ademais, a desobediência humana às leis divinas desencadeou um processo de afastamento da espiritualidade e, certamente, de todos os valores superiores. Logo, o homem desfez a aliança por decisão própria. Então, esse divórcio espiritual o aprisionou na ilusão e na fascinação do mundo material. Por conseguinte, a consciência humana, assim como a lira de Orfeu, caiu e despedaçou-se, o que deixou o indivíduo na mais completa escuridão da inconsciência.

O Plano de Resgate e a Criação das Escolas de Mistérios

Diante disso, a Grande Fraternidade Branca encontrou um motivo urgente para criar um plano de resgate. O objetivo principal visava retirar a pobre humanidade das trevas da ignorância. Para tanto, a Fraternidade deu a ordem ao Colégio de Iniciados para estabelecer a ordem necessária no mundo físico e executar os planos divinos. Consequentemente, surgiu a necessidade de cristalizar, desenvolver e ensinar os métodos, sistemas e práticas essenciais. Dessa maneira, o buscador conquistaria novamente seus valores perdidos. Simultaneamente, o plano permitia que o homem retornasse à sua antiga condição de Ser Superior da natureza.

Como resultado de todos esses esforços, a tradição fundou as Escolas de Mistérios. Além disso, a Tradição Iniciática nasceu para ensinar aos buscadores da verdade e amantes da sabedoria as respostas para as clássicas indagações: Quem sou? De onde venho? O que faço aqui? Para onde vou?

O Surgimento da Gnosis e a Busca pela Verdade

Assim, a história da Gnosis iniciava o seu caminho no mundo. O esoterismo gnóstico relata que o mestre localizava as Escolas de Mistérios em áreas distantes das grandes cidades. Portanto, o aspirante à sabedoria precisava empreender grandes peregrinações para chegar a esses lugares sagrados. Posteriormente, ao chegar, o estudante devia ter infinita paciência para bater à porta até que alguém o atendesse, caso ele conseguisse esse feito.

Após a entrevista inicial, a escola submetia o candidato a uma série de provas físicas, emocionais e mentais. Consequentemente, o aprendiz precisava sair vitorioso dessas provações para entrar no seio da fraternidade e receber o conhecimento dos primeiros passos para a própria regeneração. Naqueles tempos, a instituição não tornava nenhuma fase do aprendizado espiritual pública. Pelo contrário, o mestre transmitia os ensinamentos de forma velada, de lábios a ouvidos, apenas para o novo estudante aprovado e aceito. Assim, o processo de Iniciação permitia que o indivíduo avançasse gradualmente.

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A Essência da Iniciação Gnóstica

Além disso, a escola jamais conferiu a Iniciação Gnóstica como resultado de mero acúmulo de aprendizado intelectual ou pelo tempo de ingresso do estudante. Da mesma forma, esse grau iniciático nunca significou uma forma de autoridade, destaque ou status social. Pelo contrário, o aluno aprofundava os níveis do conhecimento ao passo que praticava e vivenciava os ensinamentos. Dessa forma, ele tornava a sabedoria a sua própria vida. Consequentemente, o mestre concedia um grau iniciático superior ao aluno, o que indicava apenas a superação de si mesmo, e não a superioridade sobre outra pessoa. Portanto, o aspirante à Gnosis transformava a si mesmo gradativamente, encarnava a sabedoria e convertia a própria alma em um autêntico Gnóstico.

A partir do conhecimento transmitido nessas escolas, o mundo viu nascer todas as formas de filosofia, de artes, de ciências e de religiões conhecidas. Muitíssimo mais tarde no tempo, o estudante encontra as primeiras referências históricas do próprio Gnosticismo.

A Presença Gnóstica em Diferentes Culturas

Ao realizar uma verificação na antiguidade para buscar as características gnósticas nos diferentes povos do mundo, o estudioso as encontra claramente presentes nos elementos helenísticos orientais. Isso inclui, inegavelmente, as Escolas de Mistérios da Pérsia, Mesopotâmia, Síria, Índia, Palestina e Egito. Ademais, o pesquisador nunca deve ignorar os princípios gnósticos perceptíveis nas culturas serpentinas dos Nahuas, Toltecas, Astecas, Zapotecas, Maias, Chibchas, Incas e Quéchuas, originários da Indo-América.

Grandes Filósofos e a Sabedoria Antiga

Como referência dessa Gnosis antiga, o cita-se alguns exemplos notáveis. Primeiramente, destaca Tales de Mileto (século VII a.C.), autor da máxima “nosce te ipsum” (conhece-te a ti mesmo), que o sacerdote inscreveu no Templo de Delfos, na Grécia. Em seguida, menciona Sólon (século VII a.C.), que acessou as tradições iniciáticas por meio de um sacerdote egípcio.

Posteriormente, surge Pitágoras (século VI a.C.), considerado uma figura legendária, pois a história sabe pouco sobre ele. Esse Mestre de Mistérios Maiores revelou a si mesmo apenas para os altos iniciados, segundo contam as tradições. Além disso, ele ensinou sobre a imortalidade da alma e as reencarnações (metempsicose). Consequentemente, Pitágoras fundou a Escola Pitagórica, que possuía iniciação secreta. Essa escola floresceu em uma colônia grega na Itália. Ademais, Pitágoras inventou a palavra filosofia (amizade ao saber).

Finalmente, destaca-se Sócrates (século V a.C.), o maior referencial filosófico acadêmico de todos os tempos. Ele representa um marco gigante na história da humanidade, capaz de produzir o período que os historiadores chamam de “Pré-socráticos” e “Pós-socráticos”, um equivalente ao “antes de Cristo” e “depois de Cristo”. O pensador desenvolvia a própria filosofia mediante diálogos críticos com seus interlocutores (dialética). O estudioso divide esses diálogos em dois momentos básicos: interrogação e a maiêutica (concepção de ideias). Assim, o pesquisador aponta Platão e Aristóteles como os principais representantes gnósticos do período pós-socrático.

O Gnosticismo no Cristianismo e suas Vertentes

Outrossim, o leitor percebe as correntes gnósticas que influenciaram o surgimento do Cristianismo. Sendo contemporâneo a ele, o esoterismo destaca os essênios, os batistas (grupo do qual João participava), os nazarenos e os barbelo-gnósticos (dos Mistérios de Barbelos). A partir daí, a cultura geral atual denomina e reconhece os gnósticos históricos, que viveram em sua maior parte durante os quatro primeiros séculos da Era Cristã. Desses grandes homens, o registro destaca Basílides de Alexandria (Egito, século II) e Valentin (Itália, século II), o fundador da Escola dos Valentinianos. Adicionalmente, surgem as escolas dos Setianos e dos Ofitas.

Por aquela época, nota-se o surgimento de correntes involutivas do Gnosticismo. Duas delas carregam enorme reconhecimento pelos acadêmicos: o Marcionismo (de Marcion) e os Cerdonistas (de Cérdon). Todavia, essas duas correntes trilharam a linha oposta à dos verdadeiros gnósticos. Assim, elas levaram uma mensagem totalmente distorcida. Consequentemente, essa distorção permitiu que a humanidade criasse falsas ideias a respeito da verdadeira Gnosis, ideias essas que atravessaram os séculos da mesma forma que toda coisa ruim viaja pelo tempo.

O Ocultamento da Gnosis e as Sociedades Secretas

Após esse período, o Mestre Samael afirma que a Gnosis ocultou a si mesma até os dias atuais. Porém, ele mesmo demonstra que a humanidade percebeu a sabedoria dos mestres também durante a Idade Média. Isso aconteceu por meio de sociedades e ordens secretas. Entre elas, o pesquisador lista Os Templários (França, século XII) e Os Cátaros (França, século XII). Igualmente, a história imortalizou os célebres Alquimistas nas pessoas de Aureolo Paracelso, Alberto Magno, Nicolas Flamel, Raimundo Lulio, Saint German, Cagliostro e Fulcanelli.

Entretanto, convém destacar que muitas destas correntes citadas possuem, na atualidade, pretensos representantes que em nada assemelham aos antigos mestres. Isso ocorre porque o grupo moderno perdeu os princípios originais e serve a fins meramente caprichosos, por vezes políticos e, em outras ocasiões, comerciais.

A Gnosis na Arte, Literatura e as Descobertas Históricas

Continuando a investigação no tempo, o leitor encontra personalidades ilustres que documentaram a Gnosis para o mundo. Dessa forma, menciona-se William Shakespeare e Goethe, com sua obra Fausto. Além disso, destaca Richard Wagner, com suas composições “Walkírias”, “Tristão e Isolda” e “Parsifal”, e também Carl Gustav Jung, com seus textos gnósticos de psicologia.

Como resumo de toda essa viagem no tempo, o estudioso aponta o testemunho dos escritos gnósticos de maior valor histórico. Primeiramente, destaca a Pistis Sophia, o livro sagrado dos gnósticos, que o escriba redigiu em Copta e, posteriormente, um tradutor verteu para o grego. Adicionalmente, o arqueólogo descobriu os textos apócrifos em Qumran (no Mar Morto, Palestina) e em Nagh-Hammadi (Alto Egito). Entre os textos achados em Qumran, o pesquisador destaca a obra que ele mesmo nomeou de “O Livro Secreto dos Gnósticos Egípcios”.

A Sabedoria Gnóstica na Atualidade e a Autorrealização

Atualmente, graças ao magistral trabalho que o filósofo contemporâneo Samael Aun Weor realizou, todo esse conhecimento volta a ficar disponível para a humanidade. Ele compartilha essa sabedoria por meio de sua própria vida e de suas obras escritas. Por conseguinte, as Escolas de Mistérios e Sociedades Secretas do passado permanecem mais presentes do que nunca na atual Escola de Autoconhecimento, o Instituto Gnosis Brasil. Afinal, a instituição agora tem uma fase pública que visa levar a todos os sinceros amantes do saber as técnicas mais precisas. Dessa maneira, o buscador alcança o desenvolvimento harmonioso de todas as infinitas possibilidades humanas. Em uma palavra, ele atinge a sonhada auto-realização.

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