As Crianças

Descubra a importância da educação espiritual para as crianças. Aprenda como o adulto orienta a infância por meio do amor, do exemplo e dos princípios divinos.

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A Necessidade da Educação Espiritual

Primeiramente, a sociedade fala muito sobre a educação voltada para as crianças. Porém, o ensinamento gnóstico restringe o tema a algo que faz muita falta na época atual. Especificamente, o Mestre Lakhsmi refere-se à educação espiritual da criança.

Inegavelmente, a vida mostra uma realidade dolorosa. Atualmente, a educação da infância limita o seu foco a adaptar o menino e a menina aos costumes e à mentalidade da humanidade vigente. Consequentemente, o educador não nota que esta humanidade degenerou a si mesma. Além disso, o ser humano não conseguiu dominar a própria essência, visto que o mundo arrastou a sociedade por sistemas totalmente equivocados.

Portanto, o estudioso vê a criança como o homem do amanhã. Primeiramente, este indivíduo deve tornar a si mesmo útil a Deus. Em segundo lugar, ele necessita ajudar a si próprio e, posteriormente, auxiliar a sociedade. Ou seja, o homem que não ama a Deus sobre todas as coisas não consegue amar a si mesmo. Logicamente, ele não tem a capacidade de amar a humanidade de forma consciente.

O Papel do Diálogo e do Exemplo Familiar

Por isso, o responsável precisa eliminar as palavras que ferem e a incompreensão durante o processo educativo. Contudo, a mensagem não sugere que o pai permita ao filho fazer tudo o que deseja. Do mesmo modo, o tutor não deve acreditar que a permissividade significa Amor, porque a realidade funciona de outra maneira.

Sendo assim, o pai ou a mãe deve reservar um tempo, todos os dias, para compartilhar o cotidiano com o seu filho. Além do mais, o adulto necessita sentar para dialogar com o pequeno. Dessa forma, o educador responde às inquietudes infantis de maneira sábia e justa. Simultaneamente, ele ensina que a existência de Deus marca presença em toda a Criação.

Certamente, o preceptor explica que Deus atua como criador de todas as coisas. Sem Ele, a natureza não realizaria a Criação. Ademais, o universo abriga as plantas, os animais e as pessoas como obras d’Ele. Portanto, o ser humano necessita respeitar, cuidar e amar todos os seres. Do mesmo modo, o professor ensina que Deus utiliza a água, a terra, o ar e o fogo para criar a vida. Por consequência, o indivíduo não pode destruir, danificar ou contaminar esses elementos naturais.

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O Afastamento do Mundo e o Respeito às Leis Divinas

Em seguida, o orientador ensina à criança que a palavra “mundo” não significa o planeta Terra, mas sim os sistemas e os costumes mundanos vigentes. Decerto, esses sistemas e esses costumes tendem a afastar o ser humano de Deus e das Santas Leis Divinas. Portanto, a pessoa não deve imitar aquilo que o outro faz de ruim. Definitivamente, a conduta equivocada atenta contra a dignidade do cristão e contra o próprio Criador.

Sob o mesmo ponto de vista, o mundo necessita que o jovem aprenda a Lei de Deus. Dessa maneira, o indivíduo precisa cumprir, viver e respeitar os mandamentos divinos. Além disso, o infante não deve sentir vergonha por cultivar a religiosidade e por amar a Deus. Afinal, a pessoa que critica o devoto demonstra uma enorme ignorância. Consequentemente, o crítico não possui sensibilidade humana para com o Sagrado.

A Integração Familiar e o Ensino com Amor

Por outro lado, a mãe e o pai devem ensinar ao filho a importância da integração na forma de agir. De fato, o descendente compõe uma parte vital dos seus genitores. Em contrapartida, o genitor também forma a essência do seu descendente. Igualmente, o educador ensina que a existência na Terra depende exclusivamente da presença de Deus. Semelhantemente, a criança precisa entender que ela só existe fisicamente graças ao pai e à mãe. Por isso, a família necessita cultivar uma vida totalmente integrada e participativa.

Além do mais, o adulto precisa aplicar uma instrução especial e demonstrar compreensão de acordo com a idade do menor. Por conseguinte, o irmão gnóstico não deve estranhar um fato pedagógico claro. Com certeza, o aprendiz assimila muito mais o conhecimento quando o tutor ensina com amor ao invés de utilizar a violência.

Eventualmente, o aluno não aprende com rapidez o conteúdo proposto. Contudo, essa dificuldade não ocorre por culpa exclusiva do menor. Na verdade, o professor, muitas vezes, ensina conceitos que discordam da aprendizagem que a alma infantil recebeu em outras vidas. Devido a isso, a dificuldade surge de forma evidente no momento do estudo. Portanto, o que ensina precisa ajudar a criança, mantendo sempre a compreensão e a paciência.

O Cultivo da Sensibilidade e as Práticas Diárias

Sendo assim, o adulto ensina a criança a cultivar um jardim, a manter uma pequena horta e a cuidar das plantas. Da mesma forma, o responsável orienta o menino a alimentar o animal de estimação da casa. Dessa maneira, a alma jovem harmoniza a si mesma com os irmãos menores da natureza. Logo, a criança percebe os animais como uma parte sagrada da própria criação. Em síntese, este hábito prático ajuda o infante a desenvolver a sua sensibilidade.

Paralelamente, o genitor necessita ensinar o filho, desde a tenra idade, a realizar a oração na hora de dormir e no momento de acordar. Preferencialmente, o pequeno realiza este ato sempre na companhia de um adulto responsável. Outrossim, o Mestre explica que os alimentos possuem uma natureza sagrada. Definitivamente, a comida nutre o corpo físico e fornece uma grande energia vital ao ser humano.

Conforme a filosofia das crianças e da família, a força interior deve prevalecer. Adicionalmente, o preceptor ensina que a constante lamentação reflete um claro sinônimo de debilidade. Pelo contrário, o indivíduo precisa demonstrar força, dinamismo e uma profunda segurança interior.

A Responsabilidade dos Pais na Nova Geração

Em suma, o pai de família jamais deve esquecer um detalhe crucial. Inegavelmente, a criança com apenas um ano de vida, e ocasionalmente até antes disso, já entende perfeitamente o que o adulto fala. Portanto, o responsável precisa descartar a falsa ideia de que o bebê não compreende as palavras. Sem dúvida, o tempo exato para começar a educação surge exatamente nessa fase inicial.

Dessa maneira, a educação infantil, quando ocorre de uma forma justa e sincera, determina com clareza a classe moral que o pai e a mãe possuem. Consequentemente, o ato de educar o infante dentro das diretrizes espirituais, morais e humanas representa uma enorme necessidade atual. Somente assim, o planeta verá o nascimento de uma nova geração humana.

Neste contexto, o V.M. Samael afirma que a educação da criança provém diretamente dos afetos paternos e maternos. Portanto, o educador necessita corrigir agora mesmo tudo aquilo que ele não consertou no tempo certo. Contudo, o responsável precisa agir e realizar essa correção imediatamente.

Finalmente, o adulto ensina à criança, dentro do próprio lar, que Deus habita eternamente no fundo do coração. Por consequência, o indivíduo ama e respeita profundamente o Criador. Igualmente, o mestre explica que o jovem não deve pronunciar palavras grosseiras, pois esse ato afasta o ser humano da Graça de Deus. Do mesmo modo, o menino não deve contar mentiras, visto que o mentiroso perde a sua dignidade cristã.

Em outras palavras, a melhor forma para educar a juventude reside unicamente na prática do bom exemplo. Logo, o adulto nunca realiza as ações negativas que ele deseja evitar no comportamento do menor.

Este artigo foi redigido com base e adaptações da obra “Em Aquário um Novo Êxodo”, do V.M.Lakhsmi

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2 comentários em “As Crianças”

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