O Desafio de Saber Escutar e a Nossa Psicologia
Descubra o mistério da Colheita do Sol. Entenda como o indivíduo pode transformar a energia cósmica, praticar a alquimia e tornar-se um Homem Solar!
“Aqui estamos, pois, para estudar: vós para me escutarem e eu para lhes falar”.
Inicialmente, o mestre destaca que o grupo reúne-se ali junto a ele para estudar. Consequentemente, o público escuta enquanto o orador profere os ensinamentos. Na verdade, inquestionavelmente, o indivíduo acha muito difícil saber escutar. Por outro lado, o ser humano acha mais fácil saber falar. Frequentemente, quando a pessoa escuta, um tradutor intervém dentro da mente. Especificamente, o Eu, o Ego, o Mim Próprio e o Si Próprio traduzem tudo estritamente de acordo com os seus próprios conceitos e opiniões. Assim, indubitavelmente, o ato de saber escutar não representa uma tarefa simples.
Em primeiro lugar, o estudante necessita compreender que algo existe no seu interior além do meramente físico. Obviamente, qualquer um aceita a realidade tangível de que o homem possui um corpo de carne e osso. Porém, surpreendentemente, muito poucos compreendem que o indivíduo possui uma psicologia perfeitamente suscetível a modificações. Portanto, o aspirante precisa compreender essa estrutura psicológica, se ele, de fato, deseja transformar a si mesmo. Consequentemente, quem aceita a existência dessa psicologia, imediatamente, começa a observar a si próprio. Logo, quando alguém observa a si mesmo, esse ato sinaliza que o praticante tenta transformar a sua própria vida.
A Máquina Humana e a Transformação de Energia Cósmica
Inegavelmente, o ser humano precisa mudar. Afinal, a vida humana, da forma como ela transcorre, não atrai verdadeiramente ninguém. Sem dúvida, o ciclo de nascer, crescer, envelhecer e morrer torna o cotidiano demasiado enfadonho. Além disso, o Mestre questiona para que serve trabalhar apenas para existir de modo miserável. Igualmente, tanto a pessoa rica quanto o indivíduo pobre levam uma existência vazia. Dessa forma, o mestre aponta duas formas de chafurdar no lodaçal. Primeiramente, um grupo revolta-se no lodo da miséria. Por outro lado, outro grupo mergulha no lodo da riqueza. Em suma, tudo isto causa profunda desolação!
Consequentemente, o indivíduo vive por viver e existe sem saber o porquê. Desse modo, essa atitude não tem a menor importância. Adicionalmente, o mestre pergunta o que o homem representa e com que objetivo ele existe. Acima de tudo, cada pessoa atua simplesmente como uma máquina que a natureza encarregou de transformar energia. Sucede que a energia dos sete planetas não consegue passar diretamente ao interior da Terra. Afinal, a criação faz o nosso planeta diferente. Especificamente, quarenta e oito leis governam este mundo. Portanto, a Terra difere completamente dos outros mundos planetários.
Energia Cósmica
Analisando a questão sob este ponto de vista, o Sistema Solar necessita de canais urgentes. Assim, a energia cósmica pode fluir diretamente para o interior do organismo terrestre. Contudo, a energia não deve apenas passar. Pelo contrário, os próprios canais necessitam transformar essa força vital. Indiscutivelmente, apenas uma energia devidamente transformada serve ao organismo do planeta Terra. Vale ressaltar que a Terra atua como um organismo vivo. Logo, o planeta precisa existir e necessita das energias cósmicas para sobreviver. Do mesmo modo que o humano obtém alimento para existir, a Terra capta energia do cosmos. Mas, o cosmos envia essa vitalidade exclusivamente através dos outros planetas.
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O Propósito da Existência e o Sofrimento Cotidiano
Repetidamente, o Mestre Samael explica que a energia cósmica exige transformação contínua. Felizmente, o Sol criou esses canais vitais. Para isso, o LOGOS estabeleceu a vida orgânica como uma delicada película na crosta terrestre. Consequentemente, a fina película da vida vegetal, animal e humana trabalha ativamente. Caso contrário, a Terra não sobreviveria como organismo vivo. Neste contexto, o ser humano atua como uma simples engrenagem. Por conseguinte, a energia transita por ele. Diariamente, cada indivíduo recebe determinadas cargas de eletricidade e magnetismo. Imediatamente, o corpo transforma essas correntes de forma inconsciente e retransmite tudo automaticamente ao interior do globo. Para isso, primordialmente, o homem existe.
A Economia da Natureza
Surpreendentemente, o humano sofre tantas amarguras apenas para que esta mole planetária gire em torno do astro rei! Embora o indivíduo sinta-se grande, ele atua apenas como uma pequena máquina transformadora. Indubitavelmente, o motivo da existência humana baseia-se nisso. Infelizmente, o ser humano enfrenta dias difíceis. Constantemente, ele trabalha para comer e existe para sustentar a economia da natureza. Por sua vez, a natureza pouco importa-se com as crenças ou ideias humanas. A única coisa que interessa a ela envolve receber o alimento energético.
E assim, inevitavelmente, o homem vive com disputas rotineiras. Constantemente, o trabalhador sofre debaixo do tacão de algum tirano patronal. Similarmente, o cidadão paga impostos e aluguel habitacional para não morar na rua. Enfim, absolutamente tudo acontece para que esta massa planetária palpite. Indubitavelmente, muitas mães, adolescentes, anciãos e crianças sofrem grandemente no processo. Diante disso, o Mestre considera essa realidade desapiedada e cruel.
A Falsa Felicidade e o Objetivo do Logos
Apesar de toda essa dor, o indivíduo recorda bailarinos e ri diante de uma taça de vinho. Contudo, ele confunde meros momentos de prazer com a autêntica felicidade. Obviamente, a humanidade caminha pelo engano absoluto. Posteriormente, o prazer deixa apenas uma amarga decepção. Frequentemente, os casais casam-se sob fascinação e confundem paixão passageira com amor real. Quando o homem satisfaz a paixão animal, resta apenas o tédio existencial. Daí em diante, o cotidiano torna-se rotineiro. Logo, o indivíduo fala apenas de contas e trabalho rotineiro. Com o tempo, a velhice chega inevitavelmente. Finalmente, a morte alcança o humano sofredor.
Felizmente, o LOGOS possui um interesse criador compassivo. Certamente, o Sol não criou este mundo organicamente sem um propósito elevado. Afinal, criar algo para depois destruir sem motivo configuraria um tremendo desvario. Portanto, o Logos exige um alto preço pela criação biológica. Definitivamente, o Logos quer retirar uma Colheita do Sol, ou seja, uma colheita de Homens Solares. Imediatamente, essa ideia revela-se difícil, pois exige uma experiência trabalhosa no tubo de ensaios da própria natureza.
A Lanterna de Diógenes e o Homem Autêntico
Neste momento, o mestre recorda a história de Diógenes. Um dia, o filósofo andava por Atenas com uma lanterna acesa, pois ele procurava um Homem. Todavia, ele não encontrou absolutamente ninguém. Durante a busca incansável, as pessoas questionavam o motivo daquela lanterna. Então, Diógenes respondia que a multidão agia exatamente como animais. Além disso, ele visitou as casas dos cientistas e questionou muitos cidadãos. Contudo, Diógenes detinha a razão superior.
Curiosamente, no leito de morte, Diógenes recebeu a visita de Alexandre Magno. Surpreendentemente, o sábio humilde expulsou o imperador do seu tonel. Especificamente, o filósofo exclamou: “Alexandre, retira-te e deixa-me só com o meu Sol”. Consequentemente, Alexandre retirou-se sem pestanejar. Em suma, o mundo raramente abriga Homens autênticos.
Afortunadamente, o Sol depositou os germes do Homem diretamente nas glândulas sexuais. Indiscutivelmente, tais germes evoluem se o praticante coopera ativamente com o Sol. Então, o humano deixaria de atuar como máquina reprodutora e converter-se-ia no rei da criação. Atualmente, a Bíblia descreve o Homem como o amo da natureza. Porém, o Mestre Samael questiona qual humano comum governa vulcões ou tempestades. Consequentemente, se os elementos esmagam o indivíduo rotineiramente, a pessoa atua apenas como um simples animal intelectual.
O Fim da Raça e o Poder da Transmutação Alquímica
Historicamente, o Sol retirou uma bela Colheita do Sol na época do profeta Abraão. Depois, o Cristianismo inicial rendeu outra porção valiosa. Atualmente, o Sol faz o seu último esforço monumental. Infelizmente, a sociedade atual tornou-se terrivelmente materialista e mecanicista. Uma vez que o Logos conclua a colheita, a lei cósmica destruirá esta raça decadente. Afinal, a humanidade moderna só pensa em luxúria, drogas e bens materiais. Inevitavelmente, os atuais continentes afundarão nos oceanos turbulentos. Posteriormente, novas terras surgirão para abrigar uma raça purificada.
Felizmente, o aspirante pode desenvolver os germes solares latentes. Todavia, a pessoa precisa demonstrar total “Disponibilidade ao Homem”. Obviamente, o segredo íntimo da Autorrealização reside no sexo. Geralmente, o indivíduo comum associa o sexo apenas à luxúria. Porém, a natureza ensina o amor puro através das “flores e dos cisnes imaculados”. Indiscutivelmente, o amor flui da Consciência profunda. O beijo consubstancia o afeto espiritual. Ademais, o ato sexual consolida o amor psicofisiologicamente na natureza humana. Assim, o amor verdadeiro rejuvenesce o ancião e ativa todo o sistema endócrino. Por isso, considerar o sexo como tabu constitui uma terrível blasfêmia. Consequentemente, o praticante necessita aplicar a chave suprema da Transmutação: Arcano A. Z. F
A Criação dos Corpos Existenciais do Ser
Sem dúvida, os sábios alquimistas chamam o esperma sagrado de “Mercúrio da filosofia secreta”. Quando o alquimista não derrama o Vaso de Hermes, ele fabrica o valoroso Mercúrio. Primeiramente, as águas vitais surgem negras. Contudo, se o praticante refina o sacramento de “Roma” (palavra que invertida significa Amor), as águas tornam-se brancas. Mais tarde, elas ficam amarelas brilhantes. Posteriormente, o Fogo criador, ou Enxofre, fecunda as águas purificadas. Logo, o fogo ascende vitoriosamente pela espinha dorsal e abre sequencialmente os sete centros de poder (cóccix, próstata, umbigo, coração, laringe, sobrancelhas e pineal). Consequentemente, o alquimista adquire clarividência, polividência e controle absoluto sobre os elementos naturais.
Adicionalmente, esse processo místico cristaliza o Corpo Astral maravilhoso. Com o corpo astral, o iniciado viaja por outros planetas distantes. Todavia, a lei galáctica proíbe a passagem além de Sírio, a capital central da Via Láctea. Indubitavelmente, além de Sírio, existem galáxias regidas por antimatéria incompreensível. Além disso, o praticante precisa criar o Corpo Mental individual. Atualmente, o ser humano abriga múltiplas mentes conflitantes que debatem internamente. Contudo, quando o adepto fabrica a mente individual, ele viaja livremente pelas regiões celestiais. Finalmente, o alquimista fabrica o Corpo Causal, conquista a Vontade Consciente e converte-se no Homem Verdadeiro. O mestre afirma que ele próprio habita permanentemente o Mundo Causal e transmite mensagens a partir dessa dimensão luminosa.
O Remorso, o Adultério e a Chamada Final
Finalmente, o Sol exige a castidade mais estrita. Portanto, o Sol recusa categoricamente os fornicários e os adúlteros. Define-se o fornicário como o indivíduo que derrama o Vaso de Hermes deliberadamente. Igualmente, o adúltero busca parceiros ilegítimos fora do matrimônio. Consequentemente, o adultério causa um curto-circuito energético na espinha dorsal e queima o filamento por onde o Fogo ascende. Dessa forma, o alquimista adúltero fracassa na Grande Obra.
Por fim, o aspirante precisa manter viva a capacidade de assombro e a virtude do arrependimento sincero. Se a pessoa não sente remorso pelas suas más ações passadas, o Abismo obscuro a aguarda inevitavelmente. O Mestre lamenta profundamente a situação do indivíduo que perde a capacidade de sentir remorso.
Extraído dos ensinamentos do V. M. Samael Aun Weor


Quero ser um HOMEM DE SOL