Medicina Natural – Alternativa ou Solução

Inegavelmente, desde a criação humana, a Mãe Natureza sempre cuidou do homem. Consequentemente, o ser humano dependeu dela em todas as suas expressões e manifestações. Por isso, quando a sociedade fala de Medicina Natural, o indivíduo faz um reconhecimento direto à Medicina Alopática. Afinal, ambas entregam benefícios incalculáveis à humanidade. Portanto, antagonizar uma à outra não gera proveito, visto que ambas se necessitam mutuamente.

Contudo, nestes tempos de crise de valores morais e éticos, a balança inclina-se cada vez mais para o natural devido às suas múltiplas vantagens. Sob esse ponto de vista, essa ciência estuda a saúde do homem no contexto universal. Em outras palavras, ela busca a prevenção ao analisar a causa das enfermidades através de fatores ambientais, genéticos, psicológicos, emocionais, alimentícios, além de hábitos e do sedentarismo.

A Conexão Divina e o Dom de Curar

Primeiramente, destaca-se uma reflexão profunda: “A medicina é um sacerdócio que concede a natureza àqueles que aspiram chegar a Deus”. Certamente, este legado maravilhoso mostra que o Criador expressa o seu poder através da natureza. Dessa forma, sem a ajuda natural, a cura não existe. Por conseguinte, isso afasta o surrealismo daquele que atribui a si mesmo o dom de curar. Na verdade, o profissional apenas se jacta de algo alheio, porque a cura acontece exclusivamente por uma manifestação da Misericórdia Divina.

Assim sendo, Deus utiliza o médico como um meio de expressão. Ainda que o especialista faça alardes do sucesso da cura porque possui estudos acadêmicos ou porque leu muitos textos, ele frequentemente não percebe a origem do dom. Paralelamente, pessoas sem tais estudos também recebem esse dom. Desse modo, indivíduos ungidos por Deus curam muita gente, assim como vários paladinos conhecidos.

Apesar disso, as enfermidades avançam implacavelmente, independentemente do tão cacarejado avanço tecnicista, científico e materialista. Como resultado, a ciência enfrenta doenças como a AIDS, a febre da vaca louca, a dengue e a gripe aviária ou suína (H1N1). Além disso, patologias anteriormente consideradas erradicadas, como a tuberculose, a lepra e a malária, retornaram. Consequentemente, esse aumento significativo deixou os cientistas totalmente alarmados.

A Ineficácia dos Tratamentos Modernos

Por outro lado, um grande sábio e médico em meados do século passado deixou plasmada a seguinte sentença: “Os agentes da saúde serão os coveiros dos médicos”. Atualmente, o mundo cumpre essa profecia com manifesta exatidão. Isso ocorre devido à ineficácia dos diagnósticos e dos tratamentos modernos. Como consequência, inúmeras patologias minam a saúde diária de todas as formas. Por exemplo, a ciência faz muito pouco pelas enfermidades dos ossos, como a artrose, a osteoporose e a artrite, ou pelo Alzheimer, doenças que castigam centenas de pessoas.

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A Atitude Psicológica e os Danos Ambientais

Além do mais, a atitude psicológica do homem atua como um dos fatores condicionantes da enfermidade. Inicialmente, o ser humano sempre atuou em função de interesses particulares. Por fim, ele explorou a natureza com o intuito de obter fins lucrativos através do corte, da queimada e da exploração de minerais e da fauna. Inegavelmente, essas ações geraram consequências severas: o aquecimento global, a mutação de bactérias, a extinção das espécies e o surgimento de organismos resistentes a tratamentos. Da mesma forma, o planeta maltratado revela que já não entrega alimentos na mesma qualidade ou quantidade.

O Impacto das Emoções no Corpo Físico

Voltando ao aspecto psicológico, quando o indivíduo experimenta uma impressão forte ou desagradável, o corpo reage. Por exemplo, a ira, a impaciência, os desgostos e a depressão levam diretamente à produção de toxinas. Em seguida, essas substâncias traduzem-se em venenos. Logo após, esses venenos geram enfermidades complexas. Isso acontece como se a pessoa conectasse um funil no próprio corpo e vertesse as toxinas no órgão mais sensível, o chamado calcanhar de Aquiles.

Para ilustrar, o estômago acumula rapidamente todos esses dejetos emocionais. Logo, a pessoa começa a desenvolver acidez, gastrite e úlcera. Posteriormente, o quadro evolui para o câncer. Da mesma forma, os órgãos reprodutores sofrem com esse processo. Nesse caso, as toxinas revertem-se nos ovários, na matriz e nos seios. Imediatamente, iniciam-se os desajustes menstruais, os atrasos ou adiantamentos do ciclo e as cólicas intensas. Em seguida, surgem as hemorragias abundantes, os fibromas e os miomas uterinos. Por fim, esse cenário atrai o temido câncer.

Alimentação e Hábitos: O Caminho para a Prevenção

Outro aspecto importante envolve os sintomas físicos como debilidade, cansaço e baixo rendimento físico e mental. Além disso, o paciente apresenta problemas na circulação, retenção de líquidos, artrite, acidente vascular cerebral, infartos e hipertensão arterial. Quanto à alimentação, o ser humano necessita alimentar-se melhor e comer menos. Em suma, ele deve selecionar adequadamente os alimentos. Portanto, o indivíduo precisa consumir principalmente proteínas, pescados, carnes vermelhas ou frango em quantidade moderada. Igualmente, ele deve ingerir hortaliças, grãos, cereais, frutas, verduras, legumes, rapadura e mel.

Em contrapartida, a pessoa deve evitar estritamente o excesso de carboidratos, açúcares, farinhas refinadas ou pré-cozidas e ácidos graxos. Do mesmo modo, ela precisa eliminar as frituras, as comidas de fast-food, a carne de porco e seus derivados, o café, os condimentos, as bebidas gasosas e os enlatados.

Finalmente, em relação aos hábitos, o indivíduo necessita evitar noites em claro e dormir em horários regulares. Ademais, ele deve afastar o excesso de trabalho, as roupas muito justas, o álcool e o tabaco. Ainda assim, o uso do cloro na roupa ou no banho danifica a estrutura dos ossos. Quando a pessoa não evita tais fatores, ela produz insônia e baixa as próprias defesas corporais. Consequentemente, essa debilidade predispõe ou produz novas enfermidades.

Definitivamente, o contato com o meio ambiente atua de forma fundamental para a manutenção de uma boa saúde. Afinal, a harmonia das plantas, dos rios, dos solos e das aves revitaliza o organismo. Por último, a natureza produz uma sensação profunda de paz e tranquilidade no ser humano.

Artigo baseado na obra do Médico Gnóstico Dr. Orangel S. Contreras, traduzido e adaptado do espanhol.

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