Os mistérios da nossa evolução
Primeiramente, mistérios insondáveis permeiam a evolução da humanidade no planeta Terra. Além disso, tradições escritas e orais de civilizações de diversas regiões revelam conhecimentos profundos através de mitos. Dessa forma, a tradição aponta para seres fantásticos e culturas avançadíssimas que precederam a raça humana ao longo da vasta história do planeta.
Por conseguinte, o arqueólogo encontra pirâmides, artefatos, esculturas e edificações espalhadas por todo o mundo. Especialmente, o estudioso data esses sítios arqueológicos com idades que ultrapassam 10.000 anos. Consequentemente, essas evidências fundamentais fazem o pesquisador concluir que o nosso passado esconde muito mais do que a ciência tradicional ensina.
O relato histórico sobre a grande inundação

De fato, o historiador descobre inúmeros relatos sobre a quase destruição da humanidade por uma catástrofe global. Assim, o pesquisador rastreia o mito do dilúvio universal desde os antigos ensinamentos hindus e escritos mesopotâmicos até as tradições das culturas americanas. Notavelmente, o leitor localiza lendas sobre esta inundação em mais de 270 narrativas espalhadas por diferentes culturas.
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A história bíblica de Noé e a arca
Certamente, a Bíblia traz a história de Noé, um homem honrado e justo. Neste relato, Deus avisa o patriarca que purificará a Terra através de uma imensa inundação. Imediatamente, Noé obedece aos ordenamentos divinos e constrói uma enorme arca. Nela, o construtor abriga um casal de cada espécie animal, bem como a sua própria família.
Posteriormente, a inundação dura 40 dias e 40 noites. Como resultado, a fúria das águas extermina a parcela da humanidade que ignorou as orientações de Noé. Finalmente, quando as águas baixam, a família do patriarca repovoa a Terra.
Nesse sentido, o livro de Gênesis descreve a passagem:
“E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.
E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.
Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor”. (Gênesis 6:5-8).
Adicionalmente, a instrução divina ordena:
“E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão”. (Gênesis 6:19).
Ainda na Bíblia, no livro de Mateus, Jesus faz referência direta ao evento:
“E,como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia que Noé entrou na arca, e não o perceberam até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” (Mateus 24:37-39).
O mito do dilúvio universal em diferentes civilizações
Igualmente, o estudioso encontra narrativas deste grande acontecimento em mitos de diversas culturas. Por exemplo, na Índia, a tradição apresenta a lenda do Dilúvio, na qual a divindade avisa Manu sobre um desastre devastador. Prontamente, Manu constrói um barco. Logo depois que as águas baixam, o sobrevivente desce da montanha. Então, ele se une a Ida, a personificação do seu sacrifício, e renova a raça humana.
Por outro lado, os maias falam do deus Huracán. Segundo a lenda, essa divindade provocou uma grande inundação depois que os homens se rebelaram contra os céus. Contudo, após fazer cessar as chuvas torrenciais, a entidade evocou repetidamente a palavra “terra”, até que o solo emergiu dos oceanos.
Semelhantemente, no Peru, o povo chincha possui uma lenda sobre uma enchente letal de cinco dias. Esse desastre destruiu todos os homens, exceto um. Paralelamente, os aimarás, do Peru e da Bolívia, afirmam que o deus Viracocha saiu do lago Titicaca. Ali, ele criou o mundo e concebeu homens anormalmente grandes e fortes. Visto que esta primeira raça provocou a ira divina, Viracocha destruiu a todos com um formidável dilúvio.
Os achados na Suméria e a Epopeia de Gilgamesh
Ademais, o arqueólogo descobriu cerca de 50.000 tábuas de argila nas ruínas da cidade de Ur, na antiga Suméria. De fato, esses textos em escrita cuneiforme relatam a vida de antigas civilizações da Mesopotâmia. Além disso, o pesquisador encontrou um texto pagão anterior e muito semelhante ao relato do Noé bíblico.
Trata-se da Epopeia de Gilgamesh. A obra conta a história das aventuras do rei da cidade de Uruk. Durante a sua jornada em busca da imortalidade, Gilgamesh encontra Utnapishtim e a esposa dele, as duas únicas pessoas imortais do mundo. Consequentemente, ao narrar sua trajetória para o rei, Utnapishtim relata detalhadamente a história do dilúvio.
O padrão nos relatos antigos
Curiosamente, o leitor nota que a maioria dos relatos apresenta fortes pontos em comum, ainda que existam pequenas diferenças entre eles. Constantemente, a figura de um homem escolhido por Deus surge para receber o aviso sobre a catástrofe. Além disso, o mito sempre inclui a construção de um grande barco ou arca. Da mesma forma, o protagonista recebe a ordem de colocar um casal de cada espécie animal na embarcação, juntamente com a própria família. Por fim, essa mesma família repovoa a Terra após o grande cataclisma.
Atlântida, os anjos caídos e a busca pela sabedoria
Incrivelmente, o pensador acha interessantíssimo comparar estes mitos com os relatos da Grécia antiga. O filósofo Platão afirma que Zeus enviou um dilúvio para punir a humanidade. Adicionalmente, o leitor encontra nos diálogos de Platão referências a uma civilização muito antiga, chamada Atlântida. Segundo o relato, intensos tremores e inundações destruíram esse império antiquíssimo, que desapareceu subitamente entre as águas.
Por sua vez, o livro apócrifo de Enoque diz que a história do dilúvio não serviu apenas como um castigo para os homens cruéis. Principalmente, a inundação ocorreu para combater um grupo de anjos, chamados de Vigilantes ou Sentinelas, e os filhos gigantes deles, conhecidos como nephilins.
Definitivamente, o estudante compreende, através de todos estes relatos, que a história da humanidade no planeta Terra possui uma antiguidade muito maior do que a mente imagina. Por isso, o indivíduo precisa buscar o conhecimento velado no mito do dilúvio universal para alcançar a autêntica sabedoria.


TAMBÉM CONCORDO QUE A HISTÓRIA DA HUMANIDADE É BEM MAIS ANTIGA DO QUE É COMUMENTE RELATADA.
Essas histórias são alegorias para nos ensinar verdades da vida,não são acontecimentos históricos prováveis.