Conceitos Fundamentais da Psicologia Revolucionária Gnóstica
A Gnosis compreende que o estado interior dita o destino humano de forma implacável. Constantemente, o indivíduo mecanicista culpa o mundo exterior pelo próprio sofrimento diário. Consequentemente, essa atitude gera uma profunda frustração na vida prática. Indubitavelmente, o ensinamento esotérico orienta o buscador a dominar a própria psique para reverter essa terrível mecanicidade. Imediatamente, o sujeito aprende a combinar os eventos físicos com as atitudes emocionais corretas. Por conseguinte, este artigo explora os conceitos fundamentais da verdadeira inteligência emocional. Além disso, o texto detalha os perigos perversos da autoconsideração e do ego da autopiedade. Adicionalmente, o conteúdo explica o magnetismo psicológico exato que atrai a miséria absoluta ou o êxito. Portanto, o estudante sincero descobre aqui as chaves práticas para despertar a consciência imediatamente. Finalmente, o leitor compreende a necessidade urgente de transformar a sua própria realidade interior para marchar com firmeza rumo à libertação.
A Natureza dos Estados Interiores e Eventos Exteriores
O que é um “Estado Interior” na Gnosis e como ele afeta minha vida?

Primeiramente, a Psicologia Revolucionária define o estado interno como a disposição anímica e mental exata que o indivíduo carrega em sua intimidade. Consequentemente, esse conceito engloba as preocupações, a depressão, a alegria íntima ou o desespero psicológico. Além disso, o ensinamento do mestre Samael Aun Weor explica que o estado interior atua como um verdadeiro ímã magnético. Portanto, o buscador atrai para a sua existência os eventos exteriores correspondentes à sua exata condição psicológica. Inquestionavelmente, a anatomia oculta revela que uma pessoa melancólica atrai naturalmente a solidão e o infortúnio. Por outro lado, um indivíduo sereno afasta os conflitos físicos e dissolve as inimizades. Assim, o estado interior afeta a vida de forma drástica porque dita, magnetiza e materializa a qualidade da vivência diária.
“Qualquer evento inteligentemente vivenciado exige seu correspondente estado interior específico…”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII, pág. 18.
Por que os acontecimentos externos não são a verdadeira causa da felicidade ou tristeza?
Certamente, o ser humano comum acredita firmemente que o mundo físico gera a alegria ou a dor. Contudo, a sabedoria gnóstica ensina que os eventos externos constituem apenas o cenário mecânico da existência. Indubitavelmente, o materialismo cria a ilusão profunda de que a aquisição de bens resulta em felicidade espiritual. Entretanto, o indivíduo pode participar de uma festa de casamento maravilhosa e sentir um tédio insuportável caso carregue preocupações íntimas. Consequentemente, o acontecimento em si não possui o poder real de ditar o sentimento humano. De fato, a verdadeira causa da emoção reside exclusivamente na qualidade psicológica da Alma no momento exato do evento. Por conseguinte, culpar a ilusão do mundo físico, também conhecida como Maya, pelo sofrimento demonstra uma profunda ignorância psicológica.
Qual a diferença esotérica entre “viver conscientemente” e “vegetar”?

Inquestionavelmente, a sociedade atual desconhece em grande parte a verdadeira arte de viver inteligentemente. Consequentemente, o ser humano comum apenas vegeta no mundo mecânico, sem nenhum propósito anímico. Assim, a pessoa age como um dos muitos robôs psicológicos, pois chora quando deve rir e ri quando deve chorar. Por outro lado, viver conscientemente significa combinar perfeitamente o acontecimento externo com o estado interno apropriado. Além disso, o sábio demonstra esse despertar da consciência ao manter a abstinência no meio da orgia e a castidade no meio da luxúria. Portanto, existir dignamente exige o controle absoluto sobre as reações mecânicas da vida mecanicista. Finalmente, o estudante que abandona a vida mecânica e estuda os seus defeitos caminha firmemente rumo ao êxito esotérico.
“Não querem dar-se conta as pessoas que vegetar não é viver, e que a capacidade para existir conscientemente depende exclusivamente da qualidade dos estados interiores da Alma…”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.Entre em contato via WhatsApp
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Inteligência Emocional e Controle Psicológico (Visão Esotérica)
O Domínio sobre as Emoções Inferiores
Como a Gnosis ensina a controlar a ansiedade, o pessimismo e a depressão?
Primeiramente, a Gnosis ensina que o indivíduo cria a ansiedade e a depressão através da identificação direta com as emoções inferiores. Consequentemente, o estudante esotérico precisa compreender que o pessimismo não surge do nada, mas emana especificamente de agregados psicológicos internos. Além disso, a pessoa melancólica carrega uma verdadeira enfermidade psicológica em seu próprio interior. Por conseguinte, esse sujeito amargura a própria existência. Portanto, o caminho gnóstico exige a auto-observação íntima diária para erradicar esses estados íntimos perversos. Dessa forma, o buscador deixa de nutrir os elementos psíquicos infra-humanos e conquista a verdadeira saúde mental esotérica.
Como manter a serenidade no meio da violência ou de crises externas?

Indubitavelmente, o praticante espiritual necessita cultivar o centramento interior para enfrentar as crises externas com sucesso. Naturalmente, a mente mecânica reage com desespero imediato diante da violência. Contudo, a sabedoria gnóstica orienta o indivíduo a separar o evento externo do seu respectivo estado interno. Consequentemente, a pessoa aprende a observar a crise sem se identificar minimamente com o drama alheio. Além disso, o estudante descobre rapidamente que o exterior reflete apenas o interior. Portanto, o sujeito modifica a natureza dos eventos desagradáveis quando purifica a sua própria psique. Assim, o sábio utiliza o estado psicológico correto como a sua principal arma defensiva.
“A melhor arma que um homem pode usar na vida é um estado Psicológico correto. Alguém pode desarmar feras e desmascarar traidores mediante estados interiores apropriados.”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo IX.
É errado sentir tristeza ou alegria no caminho espiritual?
Certamente, a ignorância comum confunde o controle emocional com a repressão fria dos sentimentos naturais. Entretanto, o ensinamento gnóstico não proíbe a experiência da alegria ou da tristeza de forma alguma. Pelo contrário, a doutrina explica que o sábio vivencia os eventos sempre com a justa medida. Consequentemente, o indivíduo consciente experimenta a alegria, mas rejeita completamente o louco frenesi. Igualmente, o estudante sente a tristeza natural das perdas, porém jamais permite o desespero sombrio ou o abatimento paralisante. Portanto, a chave esotérica reside no equilíbrio psicológico absoluto. Assim, a pessoa caminha pela via do meio e domina a sua própria máquina orgânica com maestria infalível.
“Controle é diferente: o sábio pode estar alegre, mas nunca, jamais, cheio de louco frenesi; Triste, porém nunca desesperado e abatido… sereno no meio da violência; abstêmio na orgia; casto entre a luxúria, etc.”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.
Autoconsideração e Autopiedade
Por que sentir pena de si mesmo (autopiedade) bloqueia a evolução espiritual?
Primeiramente, a Gnosis ensina que o indivíduo bloqueia o próprio progresso quando sente pena de si mesmo constantemente. Consequentemente, o estudante cria a perigosa autoconsideração íntima no seu mundo interior. Além disso, o sujeito vitimizado busca sempre escapatórias fáceis para eludir as próprias responsabilidades diárias. Por conseguinte, a pessoa desperdiça uma quantidade enorme de energia vital com essas emoções inferiores. Portanto, o ego da autopiedade paralisa o desenvolvimento anímico, pois o buscador foca unicamente nos supostos males sofridos. Ademais, esse vitimismo gera uma estagnação espiritual absoluta na vida prática. Assim, o indivíduo chora o passado e perde a oportunidade presente de despertar a consciência.
“Indivíduos que se apiedam muito de si mesmos e que sempre buscam escapatórias para eludir suas próprias responsabilidades… Pessoas assim estão acostumadas às emoções inferiores e é ostensível que por tal motivo criam diariamente elementos psíquicos infra-humanos.”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.
Como o complexo de mártir e a “falsa santidade” nos adoecem psicologicamente?

Indubitavelmente, a falsa santidade adoece a psique humana de forma profunda e invisível. Frequentemente, o indivíduo engana a si mesmo e assume o papel de vítima. Consequentemente, a pessoa classifica a si mesmo como santo, mártir e virtuoso perante a sociedade. Entretanto, a doutrina gnóstica alerta que o orgulho místico esconde crimes terríveis atrás das atitudes piedosas. Por causa disso, a pessoa nutre estados íntimos perversos sob a máscara da bondade. Além disso, o ego do autoengano fortalece os agregados psicológicos negativos no subconsciente. Portanto, o sujeito adoece psicologicamente porque ignora a própria feiura interior oculta. Assim, o buscador necessita erradicar a falsa virtude para alcançar a luz verdadeira.
“Pessoas assim não mudariam nem vivendo diariamente de festa em festa; levam a enfermidade psicológica em seu interior… tais pessoas possuem estados íntimos definitivamente perversos… Contudo esses sujeitos se autoqualificam como justos, santos, virtuosos, nobres, prestativos, mártires, etc.”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.Entre em contato via WhatsApp
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Aplicações Práticas: A Lei de Atração e Magnetismo Psicológico
A Causa Oculta do Fracasso e do Sucesso
Como os meus estados interiores atraem dívidas, miséria e reveses de fortuna?
Primeiramente, a Psicologia Revolucionária ensina que o mundo interior possui um magnetismo poderoso e infalível. Consequentemente, o indivíduo atrai circunstâncias externas que combinam perfeitamente com a sua própria vibração psicológica. Além disso, o sujeito que cultiva estados íntimos negativos materializa eventos terríveis no plano físico. Por conseguinte, a mente pessimista atrai a miséria, os reveses de fortuna e as dívidas financeiras insolúveis de forma mecânica. Portanto, a pessoa colhe o fracasso externo diariamente porque cultiva a derrota no seu próprio subconsciente. Ademais, essa lei de afinidade atua sem qualquer piedade sobre o animal intelectual. Assim, o buscador necessita mudar o seu interior urgentemente para transformar a sua realidade exterior.
“Os eventos desgraçados, reveses de fortuna, miséria, dívidas, problemas, etc., são exclusividade daquelas pessoas que não sabem viver…”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.
Qual é o segredo gnóstico para “marchar pelo caminho do êxito”?

Indubitavelmente, o verdadeiro segredo gnóstico reside na capacidade de combinar inteligentemente os eventos exteriores com os estados interiores adequados. Constantemente, o ser humano comum separa a consciência dos acontecimentos cotidianos pela sua profunda ignorância. Consequentemente, a pessoa demonstra a sua total incapacidade para existir dignamente na sociedade. Por outro lado, o estudante esotérico aplica a sabedoria prática e adapta o seu estado de ânimo perfeitamente ao momento presente. Além disso, o sujeito consciente extrai o melhor aprendizado possível de qualquer situação adversa ou favorável. Portanto, o indivíduo marcha firmemente pelo caminho do êxito espiritual e material quando domina essa alquimia psicológica. Assim, a retidão interior produz o sucesso exterior inevitavelmente.
“Quando alguém quer separar os eventos exteriores dos estados interiores da consciência, demonstra concretamente sua incapacidade para existir dignamente. Aqueles que aprendem a combinar conscientemente eventos exteriores e estados interiores marcham pelo caminho do êxito…”
— Samael Aun Weor. Tratado de Psicologia Revolucionária, Capítulo VII.
Como parar de criar “elementos psíquicos infra-humanos” (Egos) no dia a dia?
Naturalmente, o ser humano cria novos elementos psíquicos infra-humanos diariamente quando cede às emoções inferiores. Primeiramente, o praticante precisa abandonar o hábito prejudicial da autoconsideração íntima e da autopiedade. Consequentemente, o buscador interrompe o vitimismo que fortalece os defeitos psicológicos adormecidos. Além disso, a pessoa necessita aplicar a auto-observação rigorosa para barrar as reações mecânicas diante dos problemas cotidianos. Por conseguinte, o sujeito rejeita o pessimismo comum e recusa a identificação absurda com as tragédias do mundo físico. Portanto, o estudante purifica a Alma progressivamente ao negar alimento emocional aos eus diabólicos. Assim, o indivíduo detém a criação do ego e avança celeremente em direção à morte psicológica verdadeira.

