Antropologia Gnóstica – Origem da Vida Humana – Parte 6

As Duas Classes de Evolução Antropológica

Descubra neste artigo a visão da Antropologia Gnóstica sobre a origem da vida humana, a divisão dos sexos na Lemúria e as eras glaciais do planeta.

Inquestionavelmente, a humanidade terrestre experimentou diversas fases de desenvolvimento. Portanto, o pesquisador precisa analisar esse fato criteriosamente. Primeiramente, a ciência acadêmica debate a evolução mecânica da natureza, do homem e do cosmos. Contudo, do ponto de vista antropológico, o estudioso deve compreender que a biologia possui duas classes de evolução. Assim, a primeira etapa iniciaria com a cooperação sexual, desde que o indivíduo compreenda todos os seus múltiplos aspectos.

Por outro lado, a segunda etapa apresenta um cenário diferente. Inicialmente, a raça humana multiplicava a sua população da mesma maneira que as células. Consequentemente, a ciência explica que o núcleo divide a célula viva em duas partes. Dessa forma, esse processo especializa uma determinada quantidade de citoplasma e matérias inerentes para formar novas unidades biológicas. Em seguida, essas duas novas células dividem a sua estrutura em outras duas. Logo, mediante esse processo fissíparo de divisão celular, a natureza desenvolve os organismos e multiplica a vida.

O Desenvolvimento Reprodutivo na Lemúria

Posteriormente, se no princípio os seres andróginos dividiam seus corpos em dois, mais tarde o tempo mudou essa dinâmica. Consequentemente, a natureza precisou preparar o organismo para a reprodução mediante a cooperação sexual. Acima de tudo, a LEMÚRIA (gigantesco continente que o oceano PACÍFICO abrigava outrora) sediou os principais eventos relacionados com a reprodução.

No início, a anatomia ainda não possuía os órgãos criadores, o LINGAM-YONI, completamente desenvolvidos. Devido a isso, a evolução precisava cristalizar e desenvolver totalmente esses órgãos. Assim, mais tarde, a reprodução da espécie humana mediante a cooperação sexual poderia ocorrer concretamente. Conforme a evolução biológica desenvolveu os órgãos masculino e feminino, o ser humano já não representava um andrógino, mas sim um ser hermafrodita. Imediatamente, a natureza apresentou fatos bastante interessantes dos pontos de vista biológico e psicossomático. Por exemplo, a célula-átomo desprendia a sua forma do organismo pai-mãe para desabrochar e crescer. Em consequência, através de processos delicados, a vida gerava uma nova criatura.

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O Ovo Fecundado e a Divisão dos Sexos

Além disso, o segundo aspecto dessa questão revelou particularidades. Certamente, no início, o corpo desprendia germes vivos como radiação atômica para crescer externamente e formar novas criaturas. No entanto, nesse segundo aspecto, a biologia sofreu certa mudança favorável. Por conseguinte, o ensinamento afirma que o ovo fecundado (o óvulo que o sexo feminino elimina normalmente de seus ovários a cada mês) tinha certa consistência extraordinária.

Em si mesmo, em sua construção intrínseca, o elemento formava um ovo. Especificamente, o organismo pai-mãe fecundava esse ovo no interior do hermafrodita. Todavia, ao sair para o mundo exterior, o ambiente podia desenvolver ou guardar esse ovo. Finalmente, a casca abria para que uma criatura emergisse dali, enquanto essa mesma criatura buscava alimento nos seios do pai-mãe. Por isso, esse detalhe adquire muita importância antropológica.

Muito mais tarde, no tempo, a humanidade notou que certas criaturas nasciam com um órgão mais desenvolvido que o outro. Por fim, o tempo dividiu a humanidade em sexos opostos. Quando isso ocorreu, a cooperação sexual tornou sua prática necessária para criar e procriar novamente.

Críticas às Teorias Materialistas e Genealogias

Em contrapartida, as genealogias de HAECKEL, que tentam explicar a possível origem do homem e das três raças primordiais, não encaixam com a antropologia materialista que hoje invade o mundo. Igualmente, os acadêmicos zombam tanto da genealogia de HAECKEL como das genealogias em geral. Além do mais, os críticos atacam as linhagens de HOMERO, como a de AQUILES (o ilustre guerreiro filho de MARTE) ou a de AGAMENON (filho de JÚPITER, o que de longe manda). Na verdade, o poeta usou essas palavras poéticas quando cantou a velha TRÓIA e a cólera do guerreiro AQUILES.

Portanto, o investigador precisa falar claro nestes rigorosos exames antropológicos. Atualmente, os cientistas precisarão definir seus conceitos entre PARACELSO, o pai da QUÍMICA, ou o sosura mitológico de HAECKEL. De qualquer forma, o leitor possui muito para inquirir neste terreno exclusivamente antropológico.

Analogamente, se o cético negasse a divisão da célula viva ou o processo reprodutor primitivo, o mesmo precisaria negar a reprodução da monera (ou átomo do abismo aquoso de HAECKEL), que dividiu sua própria estrutura para multiplicar a espécie. Na realidade, a ciência de modo algum poderia pronunciar conceitos contra esse sistema primitivo de reprodução através da divisão celular mediante o ato fissíparo. No entanto, o estudioso percebe que o meio acadêmico discute fervorosamente estas duas teorias expostas. Seja por meio da cooperação sexual ou daquela outra em que a natureza precisava desenvolver os órgãos criadores antes de a cooperação começar, o tema permanece espinhoso.

O Simbolismo Religioso e a Energia Criadora

Adicionalmente, todas as teogonias religiosas, desde a órfica (bastante antiga) até a BÍBLIA cristã, relatam um começo através da cooperação sexual, porém de uma forma puramente simbólica. Provavelmente, os textos faziam referência à alquimia, mas jamais a um fato científico-antropológico. Afinal, a biologia não poderia começar um processo evolutivo com cooperação sexual quando a evolução ainda não tinha criado os órgãos reprodutores. É óbvio que o homem passou por um período de preparação para a reprodução através da cooperação. Durante esse período, a fisiologia orgânica do ser humano concedeu aos órgãos criadores a oportunidade de desabrochar e crescer.

Infelizmente, tradutores modernos adulteraram muito as escrituras religiosas, tanto do oriente como do ocidente, com exceção dos textos do VISHNU PURANA. Por exemplo, a tradição diz que DATA, depois de conceder aos seres humanos a capacidade reprodutiva através da cooperação, declarou uma verdade profunda. O mestre afirmou que, muito antes de o ser humano possuir essa capacidade e muito antes de a cooperação sexual entre homens e mulheres existir, a natureza já abrigava outros modos de reprodução.

Evidentemente, DATA refere suas palavras às etapas anteriores à formação dos órgãos criadores no ser humano. Contudo, ele não chegou ao ponto de afirmar que os sistemas anteriores à cooperação não possuíssem relação alguma com a energia criadora. Consequentemente, o Mestre pensa que a energia sexual propriamente dita possui outras formas de manifestação. Assim, antes de a espécie humana desenvolver os órgãos criadores, tal energia utilizou outros modos de expressão para criar a vida.

Inquestionavelmente, o pesquisador sabe que até o próprio EDDA alterou um pouco o PENTATEUCO da BÍBLIA hebraica. Devido a isso, o buscador precisa continuar a analisar e a meditar: de onde a natureza desenvolveu as diversas raças?

A Relação Entre as Raças e o Meio Ambiente

Anteriormente, o texto já explicou várias vezes que a ideia do NOÉ pitecóide resulta bastante absurda. Do mesmo modo, a ciência inventa o cinocéfalo com rabo, o macaco sem rabo e o homem arbóreo. Logo, essas propostas representam questões utópicas que não possuem qualquer embasamento. De fato, o leitor já riu bastante do sosura de HAECKEL, que representa aquela espécie de macaco com capacidade de falar (algo como o elo perdido entre o macaco e o homem).

Mas, simultaneamente, o investigador precisa saber de onde as raças saíram. Em que cenários o planeta executou essas evoluções e involuções da humanidade? Certamente, o sábio precisa conhecer essa realidade. Acaso alguém conseguiria desligar as raças humanas do seu meio ambiente, de seus diversos continentes, de suas ilhas, de suas montanhas e de seus cenários naturais?

Além disso, chama muito a atenção o fato de que a humanidade ainda vive. Por outro lado, a morte extinguiu os animais do mesozoico, apesar da sua grande variedade. Como a geologia explica o desaparecimento de todos os monstros antediluvianos enquanto a humanidade segue o seu caminho?

Sem dúvida, o estudioso não pode negar que o ambiente relaciona as suas forças com o ser humano. Inegavelmente, a biologia experimentou outras formas de reprodução diferentes da cooperação sexual. Mas, por conseguinte, o pesquisador precisa conhecer o ambiente que desenvolveu as diversas raças. Urge que, pouco a pouco, a sociedade estude os vários cenários da natureza. De modo algum o gnosticismo nega a existência de fenômenos que os astrólogos verdadeiramente desconhecem.

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A Inclinação do Eixo Terrestre e as Glaciações

Afinal, o que os acadêmicos sabem sobre as mudanças ou modificações do eixo da TERRA em relação com a obliquidade da elíptica? Primeiramente, LAPLACE inventou uma famosa teoria que existe até hoje. Esse cientista afirma que as respectivas nebulosas expelem todos os mundos (um feito que a ciência nunca comprovou). Além disso, LAPLACE chega a dizer fanaticamente que o declínio do eixo da TERRA em relação com a obliquidade da elíptica beira o índice nulo e que o cosmos sempre manteve esse padrão de forma secular.

Inquestionavelmente, a geologia contrapõe esses conceitos astronômicos até certo ponto. Claro que o desvio do eixo terrestre (ou inclinação, para usar termos exatos) dentro da obliquidade da elíptica provoca períodos glaciais que atravessam as idades. Se o pesquisador negasse os períodos glaciais, ele afirmaria coisas incoerentes. Afinal, a ciência demonstrou as glaciações completamente e fundamentou essas eras justamente no desvio do eixo da TERRA. Posteriormente, os estudos geológicos demonstraram categoricamente o desvio anterior que os astrônomos negavam.

Adicionalmente, o planeta exibe provas de tremendas glaciações. Por exemplo, MAGALHÃES anotou determinadas épocas de calor ou trópico no ÁRTICO acompanhadas de glaciações e frio intenso. Conclui-se, portanto, que a geologia e a astronomia ocupam posições opostas nesta investigação.

Mudanças Geográficas e a Fisionomia do Globo Terrestre

Logo, o estudo chega a um ponto especial: as glaciações. Embora pareça incrível, o sul da EUROPA e o norte da ÁFRICA sofreram as mais terríveis glaciações em outros tempos. Na ESPANHA, por exemplo, o investigador pode conhecer a época silúrica, na qual o clima gerou glaciações gigantescas (um fato que os estudos de paleontologia demonstraram). Similarmente, ninguém poderia negar que exploradores descobriram cadáveres mumificados de animais antediluvianos na desembocadura de certos rios da SIBÉRIA, como o OBI (ou OB) e outros.

Isso significa que a SIBÉRIA, atualmente tão fria, abrigou uma região tropical de muito calor no passado. Do mesmo modo, a GROENLÂNDIA, a península escandinávia, ISLÂNDIA, NORUEGA, SUÉCIA e toda essa ferradura que rodeia totalmente o polo norte experimentaram climas quentes. Embora alguém dissesse que o calor nessas regiões pareça impossível, a paleontologia confirmou o fato. Especificamente, os cientistas descobriram criaturas muito interessantes justamente na embocadura do rio OBI. Consequentemente, isso convida o leitor a refletir.

Durante a época da ATLÂNTIDA, os polos sul e norte não ficavam na posição atual. Naqueles dias, o planeta situava o polo norte e o ÁRTICO sobre a linha equatorial, no ponto mais extremo oriental da ÁFRICA e da ANTÁRTIDA. Em contrapartida, o globo posicionava o polo sul exatamente sobre a mesma linha equatorial no lado oposto, em um lugar específico do oceano PACÍFICO.

Os Mapas Antigos e a Lemúria Oculta

Por conseguinte, a fisionomia do globo terrestre sofreu grandes mudanças. Autênticos mapas daqueles tempos alimentam o conhecimento dos sábios desta época. Nas criptas secretas dos lamas, nos montes HIMALAIAS, os monges guardam mapas das antigas terras. Portanto, o oriente possui cartas geográficas que demonstram a fisionomia diversa que o nosso mundo ostentava no passado.

Adicionalmente, o estudante precisa pensar na LEMÚRIA (o gigantesco continente que o PACÍFICO e o ÍNDICO abrigavam). A LEMÚRIA unia suas terras à AUSTRÁLIA, posto que a natureza formou a AUSTRÁLIA e a OCEANIA como partes integrantes da LEMÚRIA. Por outro lado, a geografia localizava o ÁRTICO no ponto mais oriental, sobre a linha equatorial da ÁFRICA. Assim, tudo exibia uma estrutura diferente e distinta. Por aquela época, o clima gerou uma era glacial gigantesca. Imediatamente, essa glaciação projetou o seu frio precisamente desde o polo ÁRTICO até a ARÁBIA e o sudoeste da ÁSIA.

Consequentemente, o gelo cobriu a LEMÚRIA quase completamente. Toda essa zona encheu suas terras de gelo, mas o frio não conseguiu passar o mar MEDITERRÂNEO. Sem dúvida, resulta inquietante saber que o mundo passa por glaciações em determinadas épocas. Nesses momentos, o gelo invade áreas específicas onde o frio mata milhões de criaturas. Tudo isso ocorre realmente devido à inclinação do eixo da TERRA em relação com a obliquidade da elíptica.

A Origem Verdadeira do Homem Antes dos Continentes

Logo, a natureza obrigou o ser humano a desenvolver sua civilização em diversos cenários. Portanto, o pesquisador deve conhecer a fundo quais são esses cenários. Como o planeta formou a AMÉRICA? De que modo o tempo fez a EUROPA aparecer? Como o mar afundou a LEMÚRIA? Como a tragédia desapareceu com a ATLÂNTIDA?

Apesar de DARWIN aceitar a existência da LEMÚRIA, o fundo do oceano ÍNDICO ainda esconde os seus restos. Obviamente, os organismos sofreram inumeráveis mudanças morfológicas em diferentes ambientes. Contudo, se o estudioso dissesse que o animal intelectual (que a ciência equivocadamente chama de homem) possui o famoso rato como antepassado, o investigador estaria falseando a verdade.

Os antropólogos falam muito desse rato, que os sul-americanos chamam de runcho. No entanto, esse enorme ratão ou runcho da AMÉRICA DO SUL descende da ATLÂNTIDA de PLATÃO. Além disso, a antropologia gnóstica sabe que o homem já existia muito antes da ATLÂNTIDA. Logo, o homem antecede o famoso runcho atlante.

Finalmente, se o cientista afirmasse que o homem descende de certos primatas e, mais tarde, de certos hominídeos da antiga terra lemuriana (tão aceita por DARWIN), o pesquisador também torceria a realidade. Afinal, antes de os símios existirem, e muito antes de a biologia gerar os tão cacarejados primatas e hominídeos, o homem já existia. Definitivamente, o homem antecede a própria LEMÚRIA que DARWIN aceita.

A Superficialidade

Portanto, a sociedade precisa reconhecer que os antropólogos materialistas estudaram esta raça humana de forma superficial. Esta raça, que atravessou as etapas do eoceno, mioceno e paleoceno desde os tempos monolíticos, exibe uma idade mais antiga que os continentes atlante e lemuriano. Porém, o buscador precisa seguir o estudo dos diversos cenários do mundo para compreender melhor os vários processos de evolução e involução das diferentes raças humanas. Por fim, o Mestre conclui que os gnósticos mantêm conceitos firmes. Se a ciência obrigar os estudiosos a escolher entre um PARACELSO (como pai da química moderna) e um HAECKEL (como famoso criador do mítico sosura), francamente a sabedoria escolheria o primeiro: o grande sábio PARACELSO.

Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor

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