Antropologia Gnóstica – Origem da Vida Humana – Parte 7

Explore a Antropologia Gnóstica e a Origem da Vida Humana. Descubra mistérios sobre a Lemúria, a Atlântida através da Gnosis.

O Enigma do Planeta Terra e as Lacunas da Ciência

De fato, o planeta Terra merece um estudo profundo. O Mestre Samael observa que os habitantes anseiam viajar para outros mundos, contudo, eles ainda não conhecem o mundo em que vivem. Por todo o planeta, existem inúmeros fatos, eventos e fenômenos que a ciência oficial ignora completamente. Nesse sentido, ele recorda acontecimentos verificados nos mares, especialmente fenômenos que envolvem criaturas oceânicas.

Por exemplo, em agosto de 1917, observadores viram em Cape Ann, Massachusetts, uma serpente marinha com 27 metros de comprimento. A Sociedade de Naturistas de Boston observou o animal detidamente, embora, lamentavelmente, a criatura nunca mais tenha aparecido naquela região. Além disso, o oceanógrafo dinamarquês Anton Brunn testemunhou a captura de um filhote de rã em estado de larva que media 2 metros. Segundo estudos naturalistas, esse animal alcançaria 22 metros se tivesse se desenvolvido.

Diante disso, surgem questionamentos essenciais: como essas criaturas vivem? Como atuam? De onde se desenvolvem e por que existem?

O Coleocanto e as Evidências da Lemúria

Ademais, o Mestre menciona o famoso peixe azul, o coleocanto, que a ciência considerava desaparecido. Esse animal possui extremidades que lembram as dos seres humanos e habita especialmente o fundo do oceano Índico. Visto que ele viveu na Lemúria, o texto indica que esse peixe ainda habita a Lemúria nos dias atuais, permanecendo nas profundezas e raramente subindo à superfície.

Inquestionavelmente, as profundezas do oceano Índico revelam fatos extraordinários. A existência de um animal antediluviano em pleno século XX provoca reflexões profundas sobre a natureza do tempo. De fato, alguém encontrou restos fossilizados de um coleocanto com 18 milhões de anos, embora o animal fosse conhecido há 60 milhões de anos.

Portanto, a aparência do coleocanto chama a atenção, pois ele possui membros residuais semelhantes a braços, mãos ou pés humanos. Diante dessa realidade questiona-se qual seria o conceito dos antropólogos materialistas sobre tal animal, pois isso convida a uma grande reflexão.

Mistérios Oceânicos e a Ignorância da Ciência Profana

Nesse contexto, o Mestre questiona o que a verdade revela sobre o mosassauro, o ictiossauro e outras criaturas arcaicas que ainda habitam as profundezas do Pacífico. Afirma-se que os homens da ciência profana não sabem absolutamente nada sobre isso. Por conseguinte, o Mestre defende a necessidade de explorar essas questões para formar um conceito claro.

O caso das enguias, por exemplo, resulta muito especial. Algumas enguias da Europa e da América encontram-se no mar dos Sargassos para se reproduzirem. No entanto, os pais nunca retornam ao ponto de partida; apenas os filhos retornam. O Mestre Samael assegura que a falsa ciência ignora completamente esse fenômeno.

Além disso, ele analisa o caso do atum. Esses peixes saem do Brasil, dirigem-se à Escócia, aproximam-se da Europa e passam perto do Mediterrâneo, embora raramente entrem nele. Assim sendo, questiona-se quem dirige essas correntes migratórias e por que os senhores da antropologia não falam sobre isso, concluindo que esses estudiosos não somente ignoram o fato, como ignoram que ignoram.

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Monstros Gigantes e Fenômenos Hidrológicos Inexplicáveis

Somado a isso, existem calamares gigantes com tentáculos enormes sobre os quais a ciência retardatária nunca falou. O Mestre explica que é possível calcular o tamanho desses monstros através de esqueletos ocasionais e de marcas de sucção no lombo das baleias, o que sugere lutas titânicas nas profundezas. Da mesma forma, a pseudoantropologia nunca comentou sobre os peixes-lagartos ou ichthysaurus de origem desconhecida.

Avançando na análise, revela-se a existência de rios no mar, a centenas de metros de profundidade, que se deslocam em direções opostas. Esses rios giram: os do norte movem-se da esquerda para a direita, enquanto os do sul fazem o inverso. Contudo, a corrente de Bengala não gira.

As Civilizações Perdidas: Lemúria, Atlântida e Antártida

Além dos fenômenos biológicos, o Mestre aponta evidências geológicas. Frente à costa do Peru, a 1.500 metros de profundidade, fotografias magníficas mostram colunas talhadas entre edifícios. Isso demonstra a existência da Lemúria, embora os cientistas continuem negando o fato. Da mesma forma, a ilha de Páscoa guarda estátuas e cabeças humanas talhadas por Titãs, enquanto a ciência materialista silencia.

Quanto à Antártida, o Mestre afirma que existiram civilizações poderosas nos polos sul e norte antes da revolução dos eixos da Terra. Portanto, os gelos da Antártida guardam restos dessas culturas antiquíssimas.

Outro ponto intrigante são as ondas seiche — ondas gigantescas que surgem em mares tranquilos sem motivo aparente. Como o materialismo não explica a origem dessas ondas isoladas. Além disso, menciona-se que a cordilheira submarina central do Atlântico, onde existiu o continente atlante, sofre cerca de cem mil terremotos anuais, provando que a Atlântida submersa segue tremendo.

A Geologia Sagrada e os Mapas Secretos

Nesse sentido, argumenta-se que a Terra não possuiu sempre a fisionomia atual. O Mestre Samael cita os quatro mapas de Elliot Scott, que mostram como o mundo era há um milhão de anos. Tais mapas assemelham-se a documentos guardados secretamente em criptas subterrâneas da Ásia Central. O Mestre afirma que a ciência materialista desconhece esses mapas, pois os detentores dos segredos os preservam para evitar que antropólogos alterem os dados para justificar teorias falsas.

De acordo com o primeiro mapa de Elliot Scott, há 800 mil anos a.C., a Sibéria, a Europa, a França e a Alemanha eram apenas água. A África possuía apenas a parte oriental, região conhecida como Grabonzi. A América do Sul e a América do Norte (Estados Unidos, Canadá e Alasca) permaneciam submersas. No entanto, o México já existia.

Portanto, conclui-se que o México possui tesouros arqueológicos e esotéricos profundos, pois já era terreno firme enquanto a Europa era oceano.

O Esplendor da Lemúria e a Capital da Atlântida

Naquele período, a Lemúria era um continente gigantesco que cobria todo o Pacífico, abrangendo a Austrália, a Oceania e o Índico. Além disso, a Atlântida possuía como capital a cidade de Toyan, a cidade das sete portas de ouro maciço.

O Mestre rebate as críticas dos antropólogos materialistas afirmando que possui dados exatos e mapas secretos que indicam a localização de Toyan. Ele explica que Toyan situava-se no sudeste daquele país, frente a uma franja de terra que chegava ao Loire, no Mediterrâneo, e ao sul da Ásia.

A Atlântida, por sua vez, projetava-se desde o Brasil até os Açores e da Nova Escócia por todo o oceano Atlântico. Por conseguinte, era um continente grandioso que afundou devido a catástrofes e terremotos violentos.

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A Necessidade de uma Nova Antropologia

Finalmente, o Mestre enfatiza que a fisionomia do globo mudou e que as diferentes raças humanas se desenvolveram nesses cenários. Por isso, defende-se o estudo cuidadoso das alterações geológicas para compreender a origem do homem e seus processos evolutivos e involutivos.

Afirma-se que a tese de que as culturas da América vieram da Ásia pelo estreito de Bering é uma “espantosa falsidade”. Isso ocorre porque os mapas antigos provam que, há 800 mil anos, o estreito de Bering, a Sibéria, o Canadá e os Estados Unidos não existiam. Enquanto isso, o México já abrigava uma população solene e maravilhosa.

Dessa forma, o Mestre atribui os antropólogos materialistas de enganar a opinião pública. O Mestre reafirma seu compromisso com a investigação científica e a análise exata, rejeitando suposições utópicas. Por fim, O Mestre Samael assegura que possui cartas geográficas que provam sua posição e que as entregará ao mundo para que todos compreendam a verdade.

Extraído do livro: Antropologia Gnóstica do V. M. Samael Aun Weor

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