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Grandes Mestres e Guias da Humanidade

Os Grandes Mestres e Guias da Humanidade

Narram as velhas tradições esotéricas, que desde o princípio da famosa queda Edênica ou descenso dos Mundos Superiores, o ser humano sempre tem buscado respostas para as múltiplas incógnitas sobre sua origem e a finalidade de sua vida.

Outrora, quando o ser humano se encontrava naquelas regiões inefáveis de Consciência Cósmica, desfrutando de esplendores luminosos como viva expressão da perfeição da Criação, ele (como nos relata os mistérios da Santa Bíblia hebraica) havia sido criado à imagem e semelhança de Deus e desfrutava desse estado ou condição.

Ao infringir certas leis que o mantinha naquele estado de perfeição, perdeu a dita de permanecer nessas dimensões superiores ou edênicas. À princípio, brilhavam seus olhos, encantava-lhe, e deleitava-se com as maravilhas desse novo mundo que foi se conhecendo. Porém, na medida em que caminhava nessas terras desconhecidas, livre para atuar por sua própria vontade e inocência, foi se distanciando de sua origem, ficando a mercê das situações e eventos de uma vida, submetida à um estado de consciência muito inferior, marcado pela ignorância, dor e sofrimento.

Grandes sábios da história nos relatam que o Criador, vendo que sua criação havia violado as leis e com isso sofria miseravelmente, com seu infinito amor e misericórdia, ordenou que fossem enviados Grandes Seres, para orientar, guiar e assinalar o caminho que eles já haviam trilhado, através das pegadas indeléveis que ainda resistiam ao tempo.

 

Esses grandes seres que não se contentaram pura e simplesmente em viver mecanicamente e caminhar sem rumo ao desconhecido, sem buscar compreender o mistério de seu verdadeiro sentido, o significado de se ter uma vida e qual sua razão;chegando assim ao pleno conhecimento de si mesmo e das verdades da natureza e do cosmos.

Essas grandes almas, de diferentes níveis espirituais, expressaram o conhecimento universal em distintas épocas e culturas, ensinando sempre os mesmos princípios, ainda que revestidos com roupagens diferentes. A verdade é que a humanidade nunca esteve sozinha e todos aqueles que realmente almejam uma transformação, sempre encontraram e encontrarão uma fonte de água límpida para beber dessa sagrada sabedoria até o conhecimento que leva ao verdadeiro despertar.

Gnosis é o termo que os antigos gregos deram à esse conhecimento universal, a essa filosofia perene e universal, síntese da sabedoria de todos os povos e épocas, que portanto, sempre esteve presente em todas as culturas antigas e desde o início da criação.

As distintas raças que povoaram o planeta, em  sua idade de ouro, receberam desses homens deuses, a Gnosis em sua pureza e profundidade original. Cada raça recebeu em seu início a instrução desta sabedoria para que os homens em sua evolução e desenvolvimento no planeta tivessem constância em suas memórias, tradições e histórias a presença deste ensinamento transcendental.

Em todas as Grandes Religiões conservaram-se os princípios gnósticos eternos, fórmulas cósmicas viventes e imutáveis, até que, pela ignorância dos homens, as formas religiosas passassem por um processo de involução, desaparecendo no tempo, e sendo substituída por uma nova forma, porém com os mesmos princípios eternos.

Os Grandes Mestres que inspiraram à formação das Grandes Religiões,  trouxeram sempre o mesmo conhecimento, os mesmos princípios necessários para a Revolução Integral do homem, esses Valores Eternos que não morrem jamais e que ao longo do tempo se revestiram de diferentes formas.

 

Dos princípios que formam a Grande Religião Cósmica Universal, citamos:

  1. Culto à Vida: O culto à vida, ao Sol ou Cristo como expressão dessa Vida Universal, sempre esteve presente em todas as religiões, variando apenas os nomes dados à encarnação da Vida. Exemplo, no antigo México o Cristo é Quetzalcoatl, no velho Egito é Osíris, na Índia é Krishna, entre os Maias, Kukulkan, no Zoroastrismo, Ahura Mzda,  etc.
  2. Céus e Infernos: São estados superiores ou inferiores de consciência, caracterizados pela sabedoria, felicidade e dita, ou ignorância, dor e sofrimento respectivamente. O Céu era Olimpo para os gregos, Éden para os cristãos, Valhalla para os nórdicos, Tian no confucionismo, Svarga para os hindus, Jannah no islã, etc… O Inferno nas diversas culturas era  Tártarus, Avitchi, Averno, Patala, Ammit, etc…
  3. Divina Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo no cristianismo. Para os egípcios Osíris é o Pai, Horus o Filho e Ísis é o Espírito Santo. Para os hindus: Brahma, Vishnu e Shiva. São as três forças que sustentam todo o Universo Manifestado: ativa, passiva e neutra.
  4. Livro Sagrado: em todas as religiões existe um Livro Sagrado ou conjunto de todos os ensinamentos que integram aquela doutrina. Exemplo: A Bíblia entre os cristãos, o Alcorão entre os muçulmanos, o Bhagavah-Gita entre os hindus, a Pistis Sophia entre os gnósticos.

 

Assim, cada Mestre, ou mensageiro, apenas revestiu os princípios eternos da Grande Verdade Universal sob uma nova forma, adaptada para sua época e seu povo, para ensiná-lo a por si mesmo reencontrar o caminho que há de levá-lo de volta à dita inefável de ser um com seu criador, portanto, só existe uma única Religião, que se expressa através da Verdade e do Amor.

Mario Lima

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2 respostas para "Grandes Mestres e Guias da Humanidade"

  1. Vitor Enviado em 01/19/2017 às 19:55

    Interessante.

  2. OTAVIO LUIS PIZZI Enviado em 08/02/2017 às 01:05

    Só elogios. Estou muito feliz por encontrar este site. Outra vez Obrigado. Namastê.

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