A Música

Descubra a Ciência da Música, a sagrada Lei do Sete e o poder do Verbo criador. Entenda como as dimensões cósmicas e as notas musicais sustentam o Universo.

A Ciência da Música – Samael Aun Weor

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam.”

O Universo e a Lei do Sete

Primeiramente, o Cosmos inteiro abriga a escala sonora dos sete tons. Consequentemente, esses sete tons da grande escala ressoam por todo o universo por meio dos maravilhosos ritmos do fogo. Especificamente, o Mahavan e o Chotavan representam os ritmos do fogo que sustentam o universo firme em sua marcha ininterrupta. Além disso, os sete Cosmocratores da aurora da criação celebraram os rituais do fogo quando cantaram nas dependências dos Templos sagrados. Inegavelmente, sem o Verbo criador, sem a magia da palavra e sem a música, o universo simplesmente não existiria, visto que “no princípio era o Verbo”.

Historicamente, velhas tradições arcaicas relatam que dois santos irmãos iniciados, chamados Choon-kil-tez e Choon-tro-pel, reviveram o conhecimento relativo à sagrada Heptaparaparshinokh, também conhecida como a Lei do Sete. De fato, eles realizaram esse feito magistral muitos séculos depois da terrível catástrofe da Atlântida. Atualmente, esses dois santos encontram-se no Planeta Purgatório, onde o ser se prepara diligentemente para entrar no Absoluto. Ademais, a linguagem oriental afirma que o Planeta Purgatório constitui a região de Atala, que representa a primeira emanação do próprio Absoluto.

Especificamente, esses dois santos nasceram como irmãos gêmeos. Por conseguinte, o avô desses dois iniciados, o Rei Koniutzion, governou sabiamente o antiquíssimo país asiático chamado Maralpleicie naquela época. Do mesmo modo, o Rei Koniutzion descendia diretamente de um sábio iniciado atlante. Este antepassado, por sua vez, atuou como membro distinto da Sociedade de Akhldanns, que reuniu sábios notáveis na submersa Atlântida antes da segunda catástrofe Transapalniana.

O Refúgio na China e as Pesquisas com o Ópio

Por outro lado, os dois sábios irmãos viveram os primeiros anos de vida na arcaica cidade de Gob, situada no país Maralpleicie. Contudo, tempos depois, eles buscaram refúgio no território que o mundo mais tarde chamou de China. Isso ocorreu porque as areias começaram a sepultar a terra natal deles, o que obrigou os iniciados a emigrar imediatamente. Como resultado, as areias sepultaram Gob por completo, e hoje esse mesmo lugar forma o imenso deserto de Gobi.

Inicialmente, os dois irmãos especializaram-se apenas na ciência da medicina. Todavia, logo depois, o estudo aprofundado transformou-os em grandes sábios na futura China. Certamente, coube a estes irmãos a alta honra de atuar como os primeiros investigadores do ópio. Durante as pesquisas, eles descobriram que o ópio possui sete cristalizações independentes subjetivas, as quais apresentam propriedades muito bem definidas. Posteriormente, eles demonstraram através de exaustivos trabalhos que cada uma destas sete cristalizações independentes continha, por sua vez, outras sete propriedades ou cristalizações subjetivas independentes. E assim, essas divisões multiplicavam-se sucessiva e indefinidamente.

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O Instrumento Dzendvokh e as Vibrações Cósmicas

Além do mais, os investigadores puderam comprovar que a música e a cor possuem uma íntima e profunda afinidade. Por exemplo, se o pesquisador dirigia um raio colorido correspondente sobre qualquer elemento do ópio, esse raio transformava a substância em outro elemento ativo. Da mesma forma, o experimentador obtinha o exato mesmo resultado quando, no lugar de raios coloridos, ele utilizava as correspondentes vibrações sonoras. Para isso, ele tocava as cordas de um instrumento musical que a época conhecia pelo nome de Dzendvokh.

Cientificamente, o estudioso verificou que se ele fizesse passar qualquer raio colorido através de qualquer elemento ativo do ópio, o raio assumia imediatamente outra cor. Ou seja, a luz adotava a cor cujas vibrações correspondiam perfeitamente às vibrações do elemento ativo estudado. Igualmente, ao fazer passar qualquer raio colorido através das ondas sonoras das cordas do Dzendvokh, o raio adotava outra cor correspondente às vibrações que aquela corda específica manifestava. Inegavelmente, o Dzendvokh operava como um aparelho de música verdadeiramente formidável. Com ele, o mestre logrou verificar o majestoso poder das notas musicais sobre o ópio e, de modo geral, sobre toda a criação. Portanto, se o músico dirigisse um raio colorido definido e vibrações sonoras exatas sobre qualquer elemento ativo do ópio (escolhido entre aqueles com menor número de vibrações que o total do raio e do som em questão), esse elemento transformava-se em outro elemento ativo.

As Escalas Setenárias e a Criação do Lav-merz-nokh

Sem dúvida, o estudante acha muito interessante saber que as sete cristalizações subjetivas do ópio correspondem a outras sete, e assim sucessivamente. Paralelamente, o pesquisador também percebe que a escala musical setenária corresponde perfeitamente com essas cristalizações cósmicas da substância. Adicionalmente, muitas experiências comprovaram que escalas setenárias subjetivas do subconsciente humano correspondem a cada classificação setenária subjetiva do ópio. Logo, se a música consegue agir sobre as cristalizações do ópio, a lógica aponta que ela também pode agir sobre as correspondentes classificações internas do homem.

Embora o ópio aja de forma maravilhosa, pois capta todas as potentes vibrações do Protocosmos inefável, as pessoas utilizam a substância de forma daninha e prejudicial ao organismo físico. Infelizmente, muitos seres humanos empregaram o ópio apenas para fortalecer as propriedades tenebrosas do abominável órgão Kundartiguador.

Entretanto, muitos séculos depois do sagrado Rascooarno (que significa morte) dos irmãos santos, um Rei extremamente sábio surgiu na Terra. Este soberano, baseando-se exatamente nas mesmas teorias dos dois iniciados, construiu um instrumento musical chamado Lav-merz-nokh. Através desse instrumento, ele pôde verificar as infinitas maravilhas que a música propicia. O aspecto mais maravilhoso desse aparelho reside no fato de que ele possuía quarenta e nove cordas. Isso significa sete vezes sete, o que corresponde diretamente às sete vezes sete manifestações da energia universal. Com certeza, este aparelho atuava de modo formidável, pois continha sete oitavas musicais perfeitamente relacionadas com as formas da energia cósmica. Assim, a raça humana daquela época conheceu em carne e osso o Hanziano Sagrado, que representa o próprio som Nirioonossiano do mundo. Consequentemente, a totalidade de vibrações sonoras que o aparelho ecoava no espaço saturava todas as substâncias cósmicas oriundas das sete fontes independentes.

As Dimensões do Universo e o Poder do Verbo Encarnado

Acima de tudo, o estudante não deve esquecer jamais que sete dimensões constituem o nosso Universo, e que cada uma delas abriga subplanos ou regiões específicas. Portanto, o aparelho que o Rei Too-toz construiu fazia todas as sete dimensões e todas as quarenta e nove regiões energéticas vibrarem de forma intensa.

Hoje em dia, a humanidade já possui uma música revolucionária formidável baseada no Som Treze. Apesar disso, o mundo necessita com extrema urgência de aparelhos musicais semelhantes ao do sábio Rei Too-toz. De fato, o ser humano precisa vivificar as vibrações do som Nirioonossiano no planeta para vitalizar as fontes cósmicas das substâncias universais e, assim, iniciar uma nova era com êxito absoluto. Visto que a música e o verbo criaram o mundo desde o princípio, o indivíduo deve sustentar e revitalizar essa mesma criação com a música e com o verbo. Fundamentalmente, a santa Lei sagrada do Heptaparaparshinokh serve como o pilar principal para toda a escala musical setenária.

Diante disso, urge que o estudante gnóstico compreenda a premente necessidade de estudar música. Da mesma forma, urge que o praticante cante sempre as cinco vogais fundamentais: I, E, O, U, A. Além disso, o indivíduo necessita compreender o real valor da palavra, para que jamais a profane com pensamentos indignos ou vulgares. Afinal, falar quando a prudência exige o silêncio gera tanto mal quanto calar quando a justiça exige a palavra. Certamente, há vezes em que a fala constitui um terrível delito, assim como há vezes em que o silêncio constitui um grave crime. Em suma, o mundo abriga silêncios delituosos e manifesta palavras infames diariamente.

O Poder do Verbo

Por outro lado, os deuses exercem a sublime criação através do imenso poder do Verbo. Isso ocorre porque, no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Surpreendentemente, uma língua universal de vida impera no cosmos, a qual apenas os Anjos, os Arcanjos e os Serafins falam com perfeição. Portanto, quando o fogo sagrado floresce nos lábios fecundos do iniciado em formato de verbo criador, a palavra faz-se carne dentro da pessoa. Finalmente, o ocultista sabe que todos os mantrans conhecidos na terra representam unicamente sílabas, letras e palavras isoladas da grande linguagem da luz cósmica.

“Ao que sabe, a palavra dá poder; ninguém a pronunciou, ninguém a pronunciará senão somente aquele que O tem encarnado”.

Este artigo foi redigido com base e adaptações da Obra A ciência da Música do V. M. Samael Aun Weor

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